quinta-feira, 28 de maio de 2015

Porque alguns colégios particulares de Fortaleza, não se instalam na região oeste da cidade?

Estou agora num momento nostalgia, onde, não sei porque, cismei logo no Colégio Batista Santos Dummont, o último que estudei.

Na época que ainda estudava, soube da inauguração da nova sede, localizada no bairro Edson Queiroz. Mas colocaram bem escondido. Só mesmo usando o Google Maps para achar.

Novidade para mim, foi saber de duas sedes para alunos infantis. Um fica na Varjota, na rua - ou avenida - Antônio Justa. E também na Seis Bocas, na rua Dr. Waldemar de Alcantara.

Isso me fez me indagar numa coisa: porque não levaram novas sedes para os bairros oeste e norte de Fortaleza? Tipo: São Gerardo, Presidente Kennedy. Em toda extensão da AV. Bezerra de Menezes. Bairros como, Parangaba, Henrique Jorge.

Eu fui aluno, e morava no Antonio Bezerra. E passado mais de 10 anos, fico intrigado como escolas do nível do Batista, não tenha se expandido para aqueles lados. Somente para o lado da Aldeota, que além da matriz, tem mais 3 sedes.

O único colégio de grande porte em Fortaleza, que tem sede naquela região, é o Christus. Só não fui pra lá, porque minha mãe não quis, desde sempre. E até hoje, acho que ela fez bem, pois o nome do colégio já diz tudo.

Entre os anos de 2000 e 2001, só não saí do Batista, porque tinha um bom motivo para continuar. Continuei até onde pude ir. Se não fosse o tal motivo, acho que teria trocado para algum colégio mas próximo da minha residência.

Fui parar no Batista, porque uma ex-vizinha de prédio, que morava ao lado, estudava no Batista, e ela me convenceu a ir pra lá. Na época, estudava num colégio fraquinho, General Osório, pois não pude continuar no 7 de Setembro, por não ter passado na 5ª-série, pela 2ª vez. O que foi um choque muito grande, pra mim.

7 de Setembro: outro colégio que, pelos anos, deveria ter uma sede na mesma região citada acima.

Existiam e existe muitos alunos desses colégios, como fui, que morem numa região bem opostas aonde estudam. E hoje em dia, com trânsito caóticos, seria impossível mentar esta rotina de, por exemplo: região do Antonio Bezerra - região da Aldeota.

Na minha época, já achava um saco, ter que me deslocar de ônibus entre um ponto para outro, todos os dias. As passagens, na época, caras: só R$: 0,20 a meia... Ah se fosse nos dias de hoje, mesmo estudante, não faria carteirinha, por achar que avacalham neste quesito. Todo ano, tem atraso para entrega.

Se tudo que ocorre hoje, tivesse acontecido no início dos anos 2000, a gente não teria suportado: passagem de ônibus, cara, para ida e volta, 5 vezes por semana. Se fosse de carro, combustível com este valor, e com o trânsito, seria outra pedida para procurar algum colégio bem mais próximo.

Onde morava, havia uma escola bem ao lado. Mas pública. E a pessoa que é acostumada desde sempre com particular, um outro nível de educação, ir para uma pública, é um choque.

Foi esta sensação que tive que saí do 7 de Setembro para o General Osório, que mesmo sendo particular, parecia uma escola pública. Uma desorganização tamanha, que faliu.

Por isso que, analisando aqui umas coisas, observei como esses colégios não tem interesse em se instalarem para a região oeste de Fortaleza.

Deveriam era pegar o vírus da Igreja Universal, onde qualquer esquina, se acha uma.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

O destino sabe das coisas

Quando soube que em abril, iria ter o show da Ivete Sangalo, em homenagem ao Tim Maia, e que seria realizado no Parque Dona Lindú, não pensei duas vezes em ir. Isso foi no início de fevereiro, antes do carnaval.

Em fevereiro, a banda Jota Quest, realizaria dois shows em Recife. Na época, vontade tive de ir em algum dos dois, pois um seria pago. Já o outro, achei que fosse em Olinda. Também sabia que um desses shows seria gratuito. Mas eu ficava aqui, só na vontade, sabendo que não iria.

Até então, o único show, para 2015, que confirmei para mim, foi o Tributo ao Tim Maia, com Ivete Sangalo e Criolo.

Como tudo na vida, quando a gente se programa cedo em fazer algo, quando chega nos dias próximos ou no dia, desanda tudo.

Há cerca de 1 mês, foi divulgado uma mudança no local da realização do show da Ivete e Criolo. O evento saiu do Parque Dona Lindú e foi transferido para o Polo Pina, mantendo a mesma data.

Com isso, eu desisti de ir, porque por ser Ivete, o público iria lotar. Além do mais, quero evitar pisar numa área que não me traz boas lembranças, porque me enganei com um cara que se dizia amigo. Águas passadas. Mas para evitar um possível reencontro, melhor seria ficar longe daquela área. Se fosse Netinho, também não iria.

Já com o Jota Quest, o que era mais um show perdido, acendeu uma luz no meio da lagoa.

O show que achava que seria em Olinda, na verdade, era no bairro Lagoa do Araçá. Assim quando soube, dei um pulo da cadeira e logo fui me preparando para o show.

Não tinha agendado nada em relação ao Jota Quest, e deu certo. Já com a Ivete e Criolo, mesmo sabendo três meses antes da realização, por causa de uma mudança de local, optei por cancelar minha presença no show.

Na moral desta história: "Não adianta se programar. Quando tiver de ser, será. O destino sabe das coisas, na hora que deve acontecer".

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Isso é receber mal? BRONCA.

Olha só: anda saindo uma fofoca horrenda, da boca de uma mulher, lá pela região do Maracanaú, no Ceará, que no fim do ano passado, recebemos mal em nossa casa, um grupo de 10 pessoas.

Esta informação não procede: É MENTIRA... das grandes e caluniosas.

No dia que nós optarmos por receber mal qualquer pessoa, dá porta para a rua, ela dá meia volta. Não queremos indivíduos sem ética, educação, faltando com o respeito à casa que lhes recebem, bem como os moradores do mesmo.

É lamentável que existam pessoas deste nível. Infelizmente, na família de cada um, sempre existe alguém que são intrometidos e inconvenientes.

E se veio, foi de metida. Não me recordo em momento algum, nesses 9 anos morando em Pernambuco, de ter-lhe estendido algum convite para visitar à nossa casa. Que fique bem claro: para esta pessoa, pelo seu histórico de educação, nunca cogitamos em convidá-la. E deu no que deu.

Agora fica aí, espalhando para as pessoas da Mucunã, que lhes recebemos mal?

Comeram da nossa comida. Dormiram em nossos quartos. Usaram nossos ar-condicionados até bem entender. Usaram da nossa água, pra beber, tomar banho, até secar um das três caixas, pois estávamos sem fornecimento de água. E ainda teve quem botasse boneco, sabiam?

Isso é receber mal?

E no final das contas, quem pagou essa conta toda? No que esta senhora colaborou? Em varrer a casa? Ninguém pediu! Fez porque quis fazer. Em lavar ou enxugar os pratos onde comeram? Não fez mais que a obrigação em colaborar em alguma coisa.

Isso é receber mal?

Eu cedi o meu quarto para as crianças dormirem, e comigo, na mesma cama, dormiu uma tia. Meu pai, deu o seu lugar no quarto dele, para o meu avô dormir com sua esposa, minha mãe e outra tia, que também já tinha chegado dias mais cedo. E sabem onde ele foi dormir? Na varanda do quintal. Outra dormiu numa das camas, no mesmo quarto que já estava instalada uma outra visita que chegou de surpresa, vinda de São Paulo.

Isso é receber mal?

Que ser humano é esse de ficar espalhando palavras ao vento que recebemos mal alguém na nossa casa?

Em somente dois dias, rendeu um roteiro de filme.

No dia da chegada de todos, fiquei horas aguardando-os na calçada, como sempre faço com todos, quando não nos pegam de surpresa. De tão ansioso que aguardava pelo momento, quase nem dormi, de felicidade. Não foi diferente, no carnaval do ano passado, nem nesta última Semana Santa.

Isso é receber mal?

... É porque isso já se tornou uma questão de honra, da casa onde moro e da minha família. E não precisa ser somente aqui em Pernambuco. Até mesmo nos tempos em que ainda morávamos em Fortaleza, também serve.

É muito bom saber de pessoas que visitam a nossa casa, que aqui tem uma energia tão boa, que ninguém nem notam as horas passarem.

Estão espalhando lá pelas vielas da Mucunã, que recebemos muito mal, as pessoas. Isso é calúnia de gente invejosa, que não sabe se comportar nas casas alheias. Infelizmente, o DVD com os vídeos que tinha gravado, que optei não mais publicar no Facebook, corrompeu e perdi-os, mas como tinha convertido em fotos. Tenho as fotos - quadro à quadro - desses vídeos, para provar como foram muito "mal recebidos".

Rolou até aniversário, assim, montado de última hora,. E ainda teve quem tivesse achado ruim, porque não foi da forma como queriam que fosse feita. Olha só a arrumação. Queriam o que, um hotel 5 estrelas, com direito buffet, piscina, um quarto para cada um, guia turístico e tudo?

Se não tiver motivos para que sejam recebidos de uma forma mais estúpida, não tem porque de receber alguém com cara amarrada, com indelicadezas.

Que esta senhora honre as longas saias que veste e a bíblia que carrega a tira colo, porque inveja, mentira, fofoca, são pecados. Não lera a bíblia, não? Ou será que usa como adorno? E se Deus existe, ele está vendo tudo e vai pagar no dia do juízo final. Onde está o seu Deus no coração? Abra o olho.

A minha mãe não fala, mas eu sou diferente dela. Se não tiver gostando o que estão fazendo, falo mesmo. Não importa, quando, como e de que forma. Fico só observando, até chegar num ponto insustentável.

E sabe porque tudo isso começou: por causa da minha declaração, onde passei todo o relatório do que aconteceu, como caminharem num colchão inflável. É só conferir no meus histórico de dezembro.

Essa repercussão do final do ano passado, já deu. A minha paciência e a minha educação, também tem seus limites e se ela esgotar, não vou utilizar rede social para enviar recados. Sou capaz de aparecer na frente da pessoa. Eu sou quieto, fico na minha, só digo isso. Depois não se arrependa.

Conhecidos que morem no Maracanaú, Maranguape, naquela região, não deem ouvidos à essas pessoas. Se são capazes de dizer que foram mal recebidas onde quer que seja o lugar, é porque essa gente já tem experiência no ramo.

Quem já veio, esperamos sempre o seu retorno. Quem ainda não veio, marquem quando for possível, que serão todos bem recebidos. Quem não gostou de ter vindo, não precisa mais retornar. Tão simples de se resolver as coisas e em silêncio.

No mais, nada mais a declarar sobre o assunto, que espero que morra aqui. Se ficar sabendo de qualquer tititi sobre isso, vão arcar com as consequências.

Desculpem-me alugá-los com esses dizeres, mas não dava para continuar calado.

Não gostou, retire-se.

Atenciosamente.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Os Iluminados

Acompanhei a primeira temporada do quadro novo do Faustão, com todos os episódios assistidos.

A minha torcida, acabou ficando para Kiell Cavalcanti. Acho que achei parecido com um conhecido meu, lá de Salvador. Mas não foi o vencedor, porém, é vice.

Kiell não levou, mas para mim, foi quem me agradou. Teve a vantagem de ter sido logo da primeira turma. Ficou 4 semanas, na primeira fase, sendo que em 3 programas, ele foi até o fim. Incluindo a grande final, foram 5 programas, onde em 4 deles, chegou a finalizar as rodadas. Kiell foi quem mais cantou, vale esta observação.

O público marcou o cantor, nesta final, pois o rapaz só recebeu vermelho.

Kiell, não sei se verás este post, mas não se preocupe com o resultado. Você mostrou muito mais que seus companheiros. Sua voz é linda e potente, e você tem carisma. Não é a toa que fores quem mais chegou a final. De qualquer forma, este "Iluminados" foi seu. Creia.

Confesso que não curti o concorrente finalista, o Jefferson. Imaginava duas mulheres concorrendo com Kiell: a Naíma e Ester, esta morena também chegou a se apresentar 5 vezes no total.

Por falar em Ester, só para registro, não gostei no dia em que ela perdeu para o Felipe, que não entendi como os jurados salvaram ele, já que era notável que o público só dava vermelho para ele. Foi o segundo a deixar a competição final.



quinta-feira, 16 de abril de 2015

Gugu entrevista Netinho

Entrevista com o cantor Netinho, da Bahia, ao Gugu Liberato.

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A entrevista mais esclarecedora e atualizada que Netinho concedeu à uma emissora de TV em rede nacional.

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A jornalista e colunista Patrícia Kogut - ela tem Facebook, Instagram e Twitter - do jornal O Globo, deu NOTA 0 e chamou de apelativo, a entrevista concedida de Netinho ao Gugu.

Apelativo para quem não é fã. Mas extremamente confortante para quem o admira. Só em poder vê-lo bem, se recuperando, já é um ganho sem preço. No mínimo, um pouco de respeito para o público de Netinho que estava com uma grande ansiedade em revê-lo.

A nota 0, deveria sim, ser destinada à participação da outra atração na mesma noite, em que nada de interessante nos acrescentou com suas reais polêmicas sem noção. Com Netinho, a gente pode refletir e aprender mais um pouco sobre a realidade da vida.

Liberdade de expressão para todos. Mas arque com as consequências depois com quem não concorda com sua posição.

Só para registro: vi o link sobre a Regiane Alves e cliquei para ler sobre sua gravidez, pois numa chamada da nova novela das 19h, "I Love Paraisópolis", tive uma certa impressão de tê-la visto. Acessei só para ver, se mesmo grávida, a atriz iria fazer participação na novela. Foi quando, sem querer, li o "Nota 10 | Nota 0".

Não fui diretamente atrás de repercussão nenhuma sobre a entrevista. Achei a crítica sem querer, e não tinha como não passar esta informação em branco.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Por causa da voz

Realmente, pelo que ouvi, com aquela voz, tão cedo não retorna. Achei que tinha normalizado um pouco, neste 1 ano, mas continua com o mesmo tom. Só falta isso, para pensar em retomar as suas atividades que foram interrompidas. Do mais, está tudo beleza.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Aqui não tem nenhuma Denize, nem Débora, nem Daniela...

Tenho andado recebendo uma ligação de São Paulo, no meu celular Oi/PE, já faz um tempo, sempre as 23h. E como desconheço o número e como não fora combinado antecipadamente que alguém iria me ligar, sempre recusei em atender.

Como estava com créditos expirados, tinha parado mais um pouco de receber. Domingo, atendi. Era um sujeito, com uma voz meio suspeito, atrás de uma Denize. E mesmo dizendo que tinha ligado errado, ele insiste em ligar pro meu celular.

Dias antes, este número até chegou a enviar um SMS, para colocar o chip TIM. Eu não sei quem é.

O cara não se toca. Se eu recuso a ligação, era para ter percebido que está ligando para a pessoa errada.

Agora tenho que desligar meu celular a noite, para não ser incomodado por não sei quem que está atrás de outro não sei quem.

Das duas, uma: ou tomo providências com a polícia ou uso todos meus créditos e desativo a linha.

Se chegar a atendê-lo novamente, atrás desta tal de Denize, não sei se falo: "Aqui não tem nenhuma Denize, nem Débora, nem Daniela... Se liga, meu. Para de incomodar e acordar os outros".

Mas sei lá como é a pessoa do outro lado da linha, e ainda daquela região, que tem um temperamento estranho.

sábado, 7 de março de 2015

Luto pelo Seu Teco



Perdemos o nosso querido, Teco. Ele mudou de plano.

Como diz uma famosa canção: "Qualquer dia amigo, a gente vai se encontrar".

Só acho chato, é da gente não se despedir direito.

Sempre fui bem recebido em sua residência. Na penúltima vez, chegamos de surpresa. Quando cheguei à sua casa, um rapaz que vendia um bingo da sorte, bateu na mesma hora. Se fosse combinado não tinha dado certo, pois ele esperava uma Nayara. Essa é uma longa história.

Assim que ele abriu o portão, se deparou comigo. quase nem deu atenção direito ao vendedor de bingo.

Nos 49 shows de Netinho que fui, uma grande maioria estávamos juntos.

Bom, são muitas histórias que não cabem neste post.

Bem que já fui muitas vezes à sua casa, em Maceió. As vezes, era só um bate e volta, só aguardando um melhor período para um final de semana mais prolongado. E apesar dessas muitas vezes, poderia termos tido, muito mais outras vezes.

Teco, a partir desta data, está "in memorian".

Rimos bastante. Mas hoje, estamos chorando, porque a saudade que iremos sentir, desta, não terá como amenizar. Será uma saudade diferente.

Com certeza, ele, onde estiver agora, não gostaria de nos ver tristes. Um dia, nós iremos também. O tempo, nos conformará um pouco sua ausência. Mas a dor da saudade, quem o conheceu, quem conviveu, direta ou indiretamente, por vários anos, alguns anos ou uma vida inteira, não se cura.

24 de agosto de 2013, no dia de seu aniversário. Fizemos um bate e volta, só para visitá-lo.


Seu Teco, Netinho tem um grande carinho por este senhor, principalmente, por esta família, na qual, ele sempre chamava carinhosamente de "Família Fuleragem". Todos os shows, era uma festa.

É um dia muito triste para todos nós. Seu Teco, infelizmente nos deixou. Não gosto de utilizar aquela palavra temida. Então, prefiro dizer que Teco tornou-se mais uma nova estrela a brilhar lá no céu.

Não queria postar essas coisas, mas só digo uma coisa: já deixou muita, mas muita gente mesmo, com saudades.

Descanse em paz, Teco. Força para toda a família, neste momento.

Show de Netinho, em Catende/PE: 14.09.2008.


Show em Marimbondo/AL: 20.12.2008.

Show de Netinho, em Bonito/PE: 14.02.2009.


Teco ao lado de Netinho, em Bonito/PE: 14.02.2009.


Show de Netinho, em São Miguel dos Campos/AL: 01.05.2009.

Show de Netinho, em Itapissuma/PE: 16.05.2009.

Show de Netinho, no bar Conselheiro, em Boa Viagem, Recife/PE: 17.05.2009.

Show de Netinho, no Bar Oitão, Tamarineira, Recife/PE: 06.12.2009.

Show de Netinho, no Bar Oitão, Tamarineira, Recife/PE: 17.07.2009.


segunda-feira, 2 de março de 2015

19 anos sem eles: Mamonas Assassinas, eternamente

Há 19 anos atrás, faltava 1h e meia para um acontecimento que chocou a manhã de um domingo, no Brasil, no dia 3 de março.

Daqui há alguns minutos, as 23:37, hora exata do sinistro, será um momento, para vocês que curtem religião, de orarem para eles, cada um, na sua religião, com seu Deus.

Aos quem não tem religião, serve uma meditação, um pensamento positivo para aquelas almas que em pouco tempo, chamou atenção de um país.



"Mamonas Assassinas" - eternamente.



Almanaques em quadrinhos, da Disney

Possuo 3 almanaques com uma boa quantidade de histórias em quadrinhos do Pato Donald e sua turma, que foram publicados entre 1984 e 1985, respectivamente.



Os tenho com um valor sentimental grande e lá por volta do ano de 1999, eu quase cometia um crime contra essas revistinhas especiais, por causa de um trabalho escolar, que deveria usar figurinhas de revistas em quadrinhos.

Quando perguntei se tinha que recortar, gelei desesperadamente. Mas ainda bem que fui rápido e desisti de cometer esta loucura. Afinal, meus pais me deram com tanto carinho, e eu, por muitos anos, lendo-os de vez em quando, hoje estaria com remorsos, como no caso do meu 1° Ferrorama, que não soube cuidar muito bem.

Eu fiz o trabalho, mas comprei revistinhas da Turma da Mônica. Tanto que nos meus almanaques, escrevi que "não pode recortar".



As revistinhas da Walt Disney, no Brasil, foram publicadas pela Editora Abril. Esses grossos almanaques, na verdade, são coletâneas com as melhores historinhas, distribuídas por temas, como:

"Faroeste", "As Feiticeiras", publicado em 1985.

"Os Cientistas", "Os Valentões", publicado em 1985.

"Os Ricaços", "Os Músicos", publicado em 1984.**

Por vários anos, sempre tinha conhecimento de pelo menos, duas dessas três revistinhas. E numa faxina qualquer na minha casa, para minha surpresa, apareceu a 3ª revistinha**. E nem sabia da existência dela, até então.

Eu li elas, e de vez em quando, releio algumas historinhas. Mas no início, só folheava, porque, mesmo sendo conto curtinhos, são vários. As revistas, são grossas, passando de 400 páginas.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Dentro de Um Abraço - o texto.

Trechos de livros: Trecho de "Feliz por Nada", de Martha Medeiros.

"Dentro de um abraço":

"Onde é que você gostaria de estar agora, nesse exato momento?

Fico pensando nos lugares paradisíacos onde já estive, e que não me custaria nada reprisar: num determinado restaurante de uma ilha grega, em diversas praias do Brasil e do mundo, na casa de bons amigos, em algum vilarejo europeu, numa estrada bela e vazia, no meio de um show espetacular, numa sala de cinema assistindo à estreia de um filme muito esperado e, principalmente, no meu quarto e na minha cama, que nenhum hotel cinco estrelas consegue superar – a intimidade da gente é irreproduzível.

Posso também listar os lugares onde não gostaria de estar: num leito de hospital, numa fila de banco, numa reunião de condomínio, presa num elevador, em meio a um trânsito congestionado, numa cadeira de dentista.

E então? Somando os prós e os contras, as boas e más opções, onde, afinal, é o melhor lugar do mundo?

Meu palpite: dentro de um abraço.

Que lugar melhor para uma criança, para um idoso, para uma mulher apaixonada, para um adolescente com medo, para um doente, para alguém solitário? Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve.

Que lugar melhor para um recém-nascido, para um recém-chegado, para um recém-demitido, para um recém-contratado? Dentro de um abraço nenhuma situação é incer-ta, o futuro não amedronta, estacionamos confortavelmente em meio ao paraíso.

O rosto contra o peito de quem te abraça, as batidas do coração dele e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou agradecer, dentro de um abraço voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.

Que lugar no mundo é melhor para se estar? Na frente de uma lareira com um livro estupendo, em meio a um estádio lotado vendo seu time golear, num almoço em família onde todos estão se divertindo, num final de tarde à beiramar, deitado num parque olhando para o céu, na cama com a pessoa que você mais ama?

Difícil bater essa última alternativa, mas onde começa o amor, senão dentro do primeiro abraço? Alguns o consideram como algo sufocante, querem logo se desvencilhar dele. Até entendo que há momentos em que é preciso estar fora de alcance, livre de qualquer tentáculo. Esse desejo de se manter solto é legítimo, mas hoje me permita não endossar manifestações de alforria. Entrando na semana dos namorados, recomendo fazer reserva num local aconchegante e naturalmente aquecido: dentro de um abraço que te baste."


12 de junho de 2008

Extraído da internet.


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O texto, poema, acima, foi a inspiração para uma canção que está no último lançamento da banda Jota Quest, a faixa "Dentro de Um Abraço".


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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

19 anos e 5 meses depois...

Chegou... A espera foi longa, mas 19 anos e 5 meses depois, consegui comprar um "Ferrorama".

Trata-se da edição comemorativa lançada em 2011, com a 1ª edição: XP-100.

Ferrorama clássico, em mãos. Edição relançamento de 2011.


É um circuito pequeno, sem muita opção. Mas já é um belo começo.

Peguei uma promoção ótima no site da Ponto Frio. Postaram um link no grupo "Ferrorama, Viva Esta Ferrovia", no Facebook, e não pensei duas vezes: se não pegar agora, não pego mais nunca. Foi por menos de R$: 200,00 e sem frete.

Eu poderia optar por comprar exemplares de pessoas que vendem nesses sites de compra e venda na internet. Mas é que não confio muito. Outra opção, é no site PlayToy. A princípio, também não confiava, mas já que o dono do site também participa do mesmo grupo, vou ver se compro algo interessante um dia qualquer.



Só em poder voltar a reutilizar os meus trilhos e botar o trem para rodar, já me traz uma tranquilidade. Afinal, o "Ferrorama" pra mim, não é somente um trenzinho de brinquedo. É uma terapia.

Infelizmente, minhas outras locomotivas precisam de uma manutenção severa para voltarem a andar. Por enquanto, vou me virando somente com a nova, mas bem que gostaria era de ver as 4 se movimentando pelos trilhos, mudando de linhas, subindo e descendo pontes, desengatando vagões e trocando de composições. Esta é a magia do "Ferrorama", quem conhece a coleção. O que iria pegar mesmo, eram as pilhas: um par médio para cada locomotiva.

Como falei em outros posts sobre o assunto, "Ferrorama" nunca era para ter saído de circulação. Os brinquedos de hoje, não estão com nada. Tenho pena das crianças que não conheceram os brinquedos da minha época.



Agora surge uma ponta de esperança que outros exemplares sejam relançados ao mercado. Se não compro "Ferrorama" para meus filhos, compro para mim mesmo, pois ainda não tenho filhos. E quando os tiver, eles vão dá continuidade - ou não - ao brinquedo que me enche os olhos de brilho, quando o monto.

Hoje foi um aperitivo, um teste. Mas num feriadão qualquer, monto todos os trilhos só para o meu novo trem fazer um passeio maior do ele poderia pensar.

Quanto mais "Ferrorama" tiver, mais criativo ficará um circuito mini-ferroviário.

A folha de adesivo, não vou utilizar. Escaneei-a, e fiz alguma adaptações. Vou deixar guardada a original.


Um grande erro meu foi nunca ter tido atenção a lubrificação das engrenagens das locomotivas.


Agora tenho 3:

XP-1400, desde agosto de 1984.
SL-5000, desde outubro de 1995.
XP-100, edição comemorativa, relançada em 2011, desde hoje, 18 de fevereiro de 2015.

E aguardando ansioso por outros relançamentos. Tem sim, quem compre. Faça um teste com as crianças. Elas vão pedir para comprar. É melhor do que elas ficarem presas nos "ZapZap's" da vida.


As outras locomotivas precisam de reparos nos seus motores.

E que venham mais exemplares relançados.

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 *Para ver o vídeo, é necessário ter e estar logado na sua conta do Facebook.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

13 anos e meio depois...

Depois de muitos anos, consegui desencantar e fui à um dos 2 shows do Jota Quest realizado em Recife, neste carnaval de 2015.

A única vez que tinha ido, foi no Projeto Pão Music, onde eles eram uma das atrações, e o show realizado em Fortaleza, no aterro da Praia de Iracema, foi no dia 04 de agosto de 2001.

Na verdade, este único deveria ter sido o 2°, já que o colégio onde estudava, na época, havia programado um show para os alunos, que onde todos nós achávamos que seriam para TODOS e não somente para alguns exclusivos, frustrando muitos sonhos, inclusive o meu.

O show fechado, realizado no dia 16 de maio de 2001, foi no auditório do Colégio Batista Santos Dummont e pela manhã. E no dia, ergueram até uma replica da latinha de um famoso refrigerante sabor laranja, que eram seus patrocinadores naquela época, na frente da porta da minha sala de aula.


Aí veio o show no Projeto Pão Music.

Só que acabei não ficando muito próximo ao palco. Fiquei muito lá no fundão, porque tinha muita gente, e tanto meus pais, como meus 2 primos que nos acompanharam e eu, ficamos meio receosos com uma possível brigas no meio da multidão. Pelo menos, tinha levado o meu binóculo, mas mesmo assim, ficava muito longe que se ver algo, além dos telões.

Só que assim que o show começou, dou logo de cara com a última pessoa que imaginava encontrar logo naquele "fundão" onde estávamos. E tinha uma paixão oculta por ela, e pra falar a verdade, tenho até hoje. Tanto que só faltava era o destino repetir a mesma façanha, lá na Lagoa do Araçá e com a mesma pessoa.

Este encontro ocasional, me desconcentrou do show do Jota Quest e não pensava em outra coisa, só em saber para onde foi a pessoa.


Desde o surgimento da banda Jota Quest, sempre teve alguma música que marcava algum fato da minha vida.

Em 1997, mudei de colégio. Na época dos primeiros dias de aula, sempre que estava indo, ouvia na Rádio Jovem Pan, "Ônibusfobia". E olhe que curtia bastante, porém, sem compromisso algum com a banda. Aí vieram "As Dores do Mundo" e "Encontrar Alguém".

Em meados do mês de outubro daquele mesmo ano, seria a 1ª vez que a banda iria se apresentar em Fortaleza, unto com uma outra famosa banda, que não me lembro agora quem é.

Tinha somente 15 anos na época. Poder ir ao show, poderia. Mas se nem para Netinho - da Bahia, que era o meu ídolo maior, não ia, e também mais conhecido e bombando em 1997 com "Milla", e tive sim, no fundo do meu coração, vontade de ir para aquele que seria o 1° show do J. Quest.

Eu falei que tive vontade, mas não ia de forma alguma. Em 1° lugar, pela idade. Em 2°, pela imaturidade ainda de enfrentar grandes aglomerações de pessoas. Em 3°, até mesmo pelo valor do ingresso. Em 4°, por possível falta de segurança.

Tanto que no show do Pão Music, eu fiquei num local bem afastado, ao contrário lá no Lagoa do Araçá, onde fiquei o mais próximo possível do palco.

Só que aquele show, por motivo de força maior, na época, foi cancelado e adiado, mantendo-se somente da outra banda, que não sei se era "O Rappa" ou "Natiruts*" - *ainda quando adotavam outro nome.


Eu ameacei ir ao show que o Jota Quest fez em Recife, no dia 11 de outubro de 2011, na turnê 15 anos, que originou o DVD "Folia e Caos". O valor do ingresso estava fora do meu orçamento. E mesmo estando com vontade, já tinha me comprometido com um show de Netinho, realizado em Bezerros/PE, no dia 08 de outubro de 2011.


Mas foi numa madrugada, numa época em que dormia com o rádio ligado, que ao ouvir "O Vento", bati o martelo: comprar o CD "De Volta ao Planeta".

Foi no mês de agosto de 1999, no dia 18, que comprei o CD. E neste mesmo mês, consegui achar o CD de 1996, já com a nova grafia no nome da banda, e comprei-o no dia 24.

Uma grande curiosidade: sempre comprava os CD's do Jota Quest no mês de agosto, mês do meu aniversário, mas nunca comprei ou ganhei no dia exato . Só em duas ocasiões que foram comprados 2 discos no mesmo mês de um mesmo ano. Em 1999, os já citados acima, e os CD's "Discotecagem Pop Variada" e o "MTV ao vivo", em agosto de 2003, em dias diferentes.

 A partir de 2005, com o "Até Onde Vai", quebrei esta corrente de comprar CD's do Jota Quest, no mês de agosto .

O último, foi com o "Ao Vivo no Rio de Janeiro - 28.01.2005" que comprei junto com um CD de Netinho, o "Outra Versão", em 01 de agosto de 2005, numa período de uma temporada de 2 meses que fiz à Recife. Foi um reconhecimento de terra, pois estava previsto uma mudança do Ceará para Pernambuco.

Um outro CD que comprei em agosto, foi o "Oxigênio", no dia 02, no ano 2000.

"La Plata", comprei em abril de 2009, porque já sabia que haveria uma canção daquele CD, na trilha da novela "Caras e Bocas". Aliás, esta novela contou com duas canções. O outro tema foi "De Volta ao Planeta".

No momento "Manguetown".

Tenho todos os discos. Só me falta mesmo é o coletânea dos 15 anos. DVD's, depois de muita procura, consegui achar quem já eram quase impossível, como o "Rio de Janeiro - 28.01.2005". Já tenho todos os 6, lançados no Brasil, desde que há um no mercado argentino.


O show do Jota Quest no Lagoa do Araçá, em Recife, veio para salvar o meu carnaval de 2015. Eu sabia que a banda teria 2 shows. Mas achei que um desses, seria realizado em Olinda, um dos pontos de maior movimentação no carnaval. Onde foi realizado, foi um achado, pois tenho conhecidos no bairro e já conhecia o local.

Foi um show super tranquilo. Me chamou atenção a quantidade de crianças curtindo. Adorei ainda o horário do show. Enfim, matei o verme que me consumiu por 13 anos e meio... Houve um momento do show em que o chão literalmente tremeu, com o pulo da galera. Parecia que estávamos sobre um tablado de madeira e que este iria se romper a qualquer hora.

Vez por outra, surge uma transmissão de show do Jota Quest, pelo canal Multishow, e assisto, como foi no Rock In Rio 2011, na qual, tenho o CD e DVD, e em 2013, além do recente "Planeta Atlântida".


No fundo, parece que eu pressentia de que quebraria este jejum. Vi uma imagem na página oficial da banda, no Facebook, e me chamou atenção. Peguei e com ela, estampei uma camisa pra mim, na esperança de ir à um desses dois shows do Jota Quest, em Recife, no carnaval. E deu certo.

Tão certo, que só choveu no dia seguinte, pois do jeito que tenho uma baita sorte, no dia que realmente preciso sair, seja pra uma praia, show ou bater perna sem compromisso, chove.





Agora sim, já tenho 2 shows no curriculum. Tenho 49 show de Netinho, na minha vida. E como experiência viciante que tive de um, por mais que me dê vontade de fazer o mesmo com o Jota Quest, tenho que me manter moderado. Um ou 2 shows por ano, já está ótimo. Com Netinho, a média eram 12 por ano, em quase 6 anos, entre 2006 e 2012.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Quer escrever bem?

Quando era criança, tanto a minha mãe, em casa, quando ela fiscalizava as minhas tarefas de casa, como até e principalmente no próprio colégio, quando a minha escrita estava errada, me obrigavam a refazer tudo.

Me lembro quando a minha mãe me castigou, quando me esqueci de escrever "RHAVANI", e esta história é fato. Ela me deu um caderno e tive que escrever a folha toda, várias vezes, o meu nome.

Além de tudo isso, ainda éramos, tanto pelo colégio, como tarefa, e até mesmo, por conta da minha mãe, a fazer cópias, coisas que detestava fazer.

Mas foram essas cópias que me fizeram escrever corretamente. Acho que talvez seja por isso que gosto de escrever meus textos.

Me espanto em ver, garotos(as) no início de sua adolescência, na idade de estarem cursando, sei lá, no meu tempo, seria uma 5ª, 6ª-série, escrevendo como uma criança em alfabetização.

Aos meus 11, 12, 13 anos, talvez já cometesse ainda, alguns erros ortográficos. E ainda posso está cometendo alguns desses erros, mas não escrevo, como muitos nessas redes sociais, onde eles mesmo se entregam que não tiveram ou não tem uma educação adequada, tanto em casa como nas instituições que deveriam ensinar.

Os castigos que minha mãe me dava, do tipo: fazer cópias, repetir exaustivamente palavras, me serviu para não escrever como elas são escritas, me como aperfeiçoar a minha caligrafia. Hoje digito muito mais do que escrevo.

Eu não completei meus estudos. Abandonei na metade do 2º EM, em agosto de 2001. Repeti 3 anos, o que me atrasou. Fui desses alunos que, a partir da 5ª-série, sempre ficou em recuperação, porém, nunca fui desordeiro. Quem estudou comigo, sabe como eu era: só na minha, porém, mesmo calado, ainda surpreendia muitas pessoas.

Teve uma polêmica no fim do ano passado, e uma mulher veio com desaforos pro meu lado, porque tinha escrito tal "baixaria". Mas não ligo para críticas, onde, se a pessoa, não escreve de uma forma correta, sucinta, clara e objetiva, não tem validade alguma. Até mesmo para quem escreve dignamente correto, a opinião alheia contra algo sobre minha pessoa, não mudará o meu jeito, a minha forma de ser, de falar, de escrever.

E fazer "baixaria", igual à ela, não é do meu feitio, pois a própria expressão já diz: baixa. Baixarias são essas ocasiões, onde as pessoas desmontam de suas máscaras e mostram como é o tipo de educação que recebera na vida.

Se quer ensinar alguém, faça com seu(s) filho(s). Mas para ensinar, primeiro aprenda a fazer as coisas corretamente e dentro do seu espaço e tempo.

Eu li agora, uma mensagem e fiquei aqui me perguntando:

- Como é que passa de ano, na escola, se escreve ortograficamente ruim? Onde estão os pais ou outros responsáveis que não observam isso: fiscalizar os deveres? E os professores de sua escola, fazem o quê: só bater ponto para ganhar seu salário?

De selfie, celular, fofocar e ficar de cara amarrada quando se visita as casas, faz muito bem, não é?

Hoje, se deixar bobeira, sou eu quem quase mando a minha mãe fazer o que ela fazia comigo, quando criança. Ela sempre me pede para revisar qualquer texto que escreve no seu e-mail, e praticamente, refaço todo o texto, por conter vários erros ortográficos. Imagine a partir do dia que deixar de existir, como ficará? Vai enviar e-mail com erros de português para os clientes.

Quer escrever bem? Exercite com leituras, cópias escritas e digitadas, lidas ou ditadas por alguém. É isso que percebo que anda faltando nos jovens e adultos de hoje.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

#Tropicaliente: Aracati/CE

No capítulo exibido hoje, os pescadores abortam numa cidade para comprar mantimentos. E esta cidade, é Aracati.

As cenas se concentraram no Mercado Municipal, além de uma praça de frente à igreja matriz, no centro da cidade.

Igreja Matriz de Aracatí/CE.

Em 1994, a cor da tinta nas paredes, era amarela. Esta imagem, na cor azul, é de 2012, e antes da reforma.

Depois da reforma, está assim. Imagem de 2013.

Apesar de ter assistido esta novela, tanto em sua época original, em 1994 e na reprise, em 2000, juro que não me lembrava desta passagem por Aracati. Sabia ue, nas praias, havia sim, algumas cenas gravadas. Mas no centro, para mim, foi inédito. Ou não lembro mesmo ou não vi este capítulo, em ambas as oportunidades anteriores.

Nesta reprise, no Canal Viva, estou acompanhando todos os capítulos. Caso não veja a tarde, recupero à noite.

E por hora, há 2 meses que parei de acompanhar a novela no horário alternativo da madrugada, como havia me programado inicialmente de vê-la duas vezes, deixando somente para casos específicos. Mas posso retomar isso.


#TropicalienteSaiaEmDVD.