Powered By Blogger

Viagem, enquanto podemos.

Viagem, enquanto podemos.
Chegando em Fortaleza, pela orla marítima. (Junho 2019)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Somos Diferentes

Você tem mania de falar o que pensa pra alguém, assim de sopetão?

Bom, tem muita gente que faz isso mesmo: fala o que pensa sem pestanejar.

Apesar que a pessoa merece ouvir tais palavras, mesmo que magoe-a, é sempre bom pensar muito no que vai falar.

Motivo que estou falando assim: hoje em dia, por mais que possamos conhecer muito bem as pessoas ao nosso redor, temos que sempre ficar em alerta, mesmo tendo um convívio de anos. A gente não sabe em quem confiar 100%. Uma hora, está tudo em família, mas um deslize qualquer, pode comprometer muitas coisas.

Em amigos, até mesmo em família, a gente comenta muito sobre nós, o que é um erro que cometemos em nos abrir. Mas no começo, temos que dá um voto de confiança praquela pessoa.

O que me chama mais atenção num grupo, é quando começam a sair brincadeiras com teor irônico. Nisso, já fico em alerta com aquele fulano. E se sempre reincidir, aí vou analisar os motivos por tal comportamento, pra ir providênciando um breve discurso.

Pra não cometer injustiças com alguém, mesmo que este alguém mereceça uns "sacodes" daqueles.

Vejo pessoas que criticam algo, sem ao menos parar pra observar os fatos. E talvez, nem sabem o porque estão criticando, mas estão fazendo.



Me lembro um vez, em 1992, quando cursava a 3ª série, estava na parada de ônibus e uma mãe de um colega de sala, chamado Rui, e que morava no Bairro Presidente Kennedy, lá em Fortaleza, soltou os cachorros pra cima de mim.

O motivo que o filho dela fez: "Me criticou dedurando para a professora, achando que eu estava fazendo gesto obsceno - cotoco - para um outro colega, o que na verdade, o que este outro colega, o Carlos Eduardo - acho que o nome do cara era esse - havia me perguntado foi: "Qual o número da chamada eu queria ser?"

Eu não o respondi falando, mais fiz no gestual com a mão, indicando com o dedo fazendo o sinal de nº 1. E o dedo que usamos para indicar o número 1, qual é? O indicador, o segundo dedo de uma das duas mãos. Já o do "cotoco", é o 3º dedo.

E mesmo que qualquer pessoa mereça um gesto desses, eu não faço, pois acho isso comportamento de gente sem educação. Sempre que me faz isso, tenho vontade de torcer a mão da pessoa.

A partir daquele dia, nunca mais falei com Rui, e depois que mudei de sede do Colégio 7 de Setembro, nunca mais o vi na vida. Minha mãe testemunhou todo aquele episódio, pois sempre pegávamos o mesmo ônibus, na mesma parada e indo praticamente para o mesmo destino.

Todo dia eu conversava com aquele menino. Só por causa disso, passei a ignorá-lo. Me lembro que ninguém quis me dá ouvidos. Nunca me esqueço daquilo.

Porque a mãe não ouviu a minha versão e já foi me chamado de "fofoqueiro" e o escambal? Fofoqueiro foi o filho dela. Só porque eu tinha 10 anos naquela época, criança ainda?!

Se hoje, voltasse a me encontrar com aqueles dois, eu não iria descansar enquanto não devolvesse à eles, aquela humilhação que passei.

Desde este dia, sempre que alguém comete injustiças comigo, me lembro daquele fato.



E para não me comparar como a mãe deste Rui, sempre que percebo que alguém fica indiferente comigo, ignorando minha presença onde estiver, eu não vou sair por aí soltando farpas, mesmo que a pessoa mereça ser desmascarada. Quero saber o motivo, pra ver se me convenço do meu próprio erro e reconhecer quem está certo e quem está errado.

É por isso que no caso desta menina do vestido curto da universidade, me chamou atenção. Tá certo que ela cometeu um erro, mas o erro dela, não foi tão grande quanto foram os erros cometidos pela baderna dos alunos, como até a própria expulsão da mesma da instituição, sendo que depois, voltaram atrás.



Por exemplo, minha mãe tem disso, de falar na cara, quando não gosta do que viu ou ouviu, mais principalmente, como a pessoa agiu comigo.

Uma vez, a gente estava passeando por Olinda, e ela viu uma garota com panos bordados. Ela dizia para quem visse, que foi costurado à mão, mas minha mãe insistia que a costura foi feita em máquina, por ela ser costureira e conhecer as diferenças entre uma costura e outra.

Mas se a vendedora estava fazendo propaganda enganosa, ela que arque com as consequências. Viu e não gostou, faça de conta de não viu e procure o produto que lhe agrade e deixe o turista do lado admirar a arte bordada na toalha.

Eu não gosto de confusão. Sempre saio de perto quando percebo que está formando-se um. E quando tem pai e mãe por perto com outra pessoa, o bicho pega, pois eu posso ficar conhecido como "o filho daquele casal".



Quando eu gosto de alguém, sou capaz de defendê-lo, da acusação que for. Mas quando sinto que este alguém está à me ignorar, acabo deixando-o(a) se virar com seus problemas, mesmo sabendo que é inocente daquilo que lhe acusam. E mesmo quando percebo que tem gente me ignorando, não vou fazer papel de sonso e perguntar o motivo olhando nos seus olhos, dentro de uma conversa. Não quer mais falar, não fala, mas não me peça ajuda quando mais precisar.

Não sou de chegar e falar de sopetão. Vou com calma, como quem não quer nada, conversando outros assuntos até entrar no assunto que quero falar com ele. É porque acho que tendo esta "conversa", ele pode soltar algum assunto que me faça entender o seu comportamento.



Entendi que somos diferentes. Cada um com seu jeito, com seu temperamento, com seus pensamentos. Ninguém é obrigado à ser igual ao seus pais, seus parentes, seus amigos, ao seu amor. Mas que temos que ter sempre o mesmo jogo de cintura quando se está com outra pessoa que fala pelos cotovelos, temos que manter a calma. Deixe ela fazer o showzinho, que uma hora, cansa.

Beco do Amor

A noite me inspira
O silêncio da noite
Me energiza
Me domina
Me relaxa

A brisa da noite
Me enlouquece
Esfria o suor
Aquece o meu fevor
Excita-me com ardor
E o fogo toma conta
No beco do amor


(Bruno Rhavani - 00:48, 10.11.2009)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Descordância gera atritos

Descordância gera atritos. De alguma forma sim, porque a pessoa que não concorda com tal depoimento de outra, por mais que seje verdade mas ela não quer enxergar, ela leva tudo no geral, sem antes analisar os fatos.

Estava num chat, quando veio a tona sobre o que um juíz de futebol fez no jogo de ontem, anulando o gol legal do 'Palmeiras' - meu primo Levi deve ter se jogado da janela. E o assunto rendeu, porque o caso aconteceu logo no Rio de Janeiro. Daí, o apresentador falou o seguinte: "Palmeiras é roubado no Rio". Mas o roubo foi do arbitro.

Daí, fiz um comentário mais ou menos assim: "Imagina se a capital do Brasil, ainda fosse no Rio de Janeiro? A única coisa dque "roubaram" do Rio, foi o status de capital federal, para Brasília, onde foi transferido.

Ah, pode falar mal de Carpina à vontade. Isso não me insulta, pois não sou daqui e não me interesso em saber do que se passa pela cidade. Por mim, estaria longe, mas foi o local onde Deus fez onde a gente viesse ficar por tempo indeterminado. Eu não saio mais em defesa de nada, nem de ninguém que me não me dê atenção.

Infelizmente, acabou ganhando fama e até motivo de piada para quem é de fora.

Rio é a referência do turismo no Brasil. Então, é noticiada diariamente. Mas antigamente, era muito mais. Só que o principal assunto é: a violência.

Só que neste chat, apareceu um carioca e soltou cobras & lagartos, porque doeu nele. Mas só que estávamos falando sobre um roubo ocorrido num jogo de futebol, no Rio, o que me fez fazer um certo comentário.

Mas a violência acabou se tornando até algo cultural da cidade, de tanto que se noticiam. Só uma briga, num certo ponto de uma praia, as pessoas já interpretam como um arrastão.

Sim, violência, hoje em dia, tem em todos os lugares, até nas cidades que antes eram pacatas, agora vivem num pé de guerra. São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, e outras cidades, quais delas não tem o seu ponto mais violento?

Pelo que eu me lembre, esta onda de "arrastão" começou aonde? Não me lembro de outra cidade. Acabou que se alastrou pelo país.

Infelizmente, o tempo acabou deixando esta marca horrível para a cidade. Mas quem vive fora, acaba tendo uma visão diferente de quem vive dentro.

Rio de Janeiro é linda, mas é a violência das pessoas ajudam à enfeiá-la. E isso não fica restrito ao Rio, não. São em todas as cidades do mundo.

Agora, se o tal carioca gostou ou não da minha opinião, é o direito dele de defender a cidade dele. Mas eu também tenho o livre arbítrio de falar o que eu quiser, aonde eu quiser e o que me dé na cabeça. Cadê a democracia? E eu não falei mal do Rio de Janeiro.

Quer dizer que eu dizer que Brasília é a capital de ladrão, eles vão querer me processar, sabendo que é esta impressão que eles deixam para toda uma nação? Vão querer fazer uma manifestação que nem a garota de mini-saia da universidade?

Por isso que falo, e todos até podem concordar: Se Rio de Janeiro, ainda fosse a capital do Brasil, tava explicado um monte de coisa.

Mas sabemos os reais motivos para a cidade ser assim, tão violenta: as drogas. Somente as drogas. Se não fossem elas nas grandes cidades brasileiras, eu duvido que a violência chegasse na proporção que está, derrubando helicópteros, quiemando ônibus, matando inocentes, etc...

Não posso dizer que teríamos violência zero, até porque, na vida, há de ocorrer certos atritos, de alguma forma.

Fico na torcida que tudo isso diminua no Rio de Janeiro, até porque, a cidade será sede de dois grandes eventos esportivos nesta nova década, e não pode ficar eternamente marcada de uma forma negativa.

E quanto mais se critica, mais fama vai ganhando.

A universidade da "mini-saia"

Alguns dias, os noticiários falam sobre a aluna que foi hostilizada por outros estudantes, porque ela estava usando um vestindo super curto. Vídeos foram gravados e circulam na internet.

A bagunça foi tanta, que a garota teve que sair do local escoltada pela polícia, para não ter que ser "linchada".

Há erros cometidos por ambas as partes. Mas o erro maior foi a manifestação dos estudantes com a garota e de terem colocado o tal vídeo no You Tube.

Mal sabem eles que o que fizeram contra aquela garota, favoreceu à ela.

Se já não bastasse a humilhação sofrida, a Universidade ainda expulsa a garota por comportamento e uso de trajes inadequados naquele ambiente.

Já a expulsão, anunciado nos telejornais, a Universidade voltou atrás e liberou-a voltar as aulas, até que ela termine o ano e não seje prejudicada em seu curso.

Mas a garota também tem um pouco de culpa, por usar trajes inadequados. Neste caso, uma boa punição seria uma suspensão de algumas aulas. Mas talvez, se eu fosse diretor, não a suspenderia, pois o vexame que ela teve que passar, já foi utilizado como uma lição.

Outro erro, vem a Universidade: quer dizer que qualquer um pode entrar com quaisquer trajes e não ser barrado na entrada. Se não fizeram isso, no dia ou nos dias que ela compareceu com vestidos curtíssimos, porque só agora tomou uma decisão tão arbitrária de expulsá-la?

E tão decisão, rendeu no muro da Universidade, uma pichação de: "Universidade Preconceito".

Agora, a Geisy está em todos os telejornais nacionais e até em sites internacionais, tamanha foi a repercursão.

A garota pagou pelo que fez, pronto. Foi expulsa, mas acabou sendo recolocada na Universidade. Se a decisão da expulsão não fosse repensada, com certeza, a Universidade onde ela estuda até o final do curso que ela está fazendo, viu que poderia ficar muito mais mal falada do que já ficou.

E tudo isso acabou dando fama àquela garota da universidade da mini-saia.

E que isso sirva de exemplo para todas as garotas que se "acham" em não repetir o feito. Apesar de neste caso de sua quase expulsão, eu possa ter ficado à favor dela, ao vê-la nas entrevistas, achei que é mais uma daquelas meninas que se acham cheia de pose, que tem e pode tudo na vida.

domingo, 8 de novembro de 2009

Intuição, premonição, previsão...

Um assunto que acho muito pertinente, que passou no Fantástico - 08 de novembro de 2009 - sobre premonições, me fez comentar alguns casos que me chamaram mais atenção dessas minha "intuições".



O BICICLETEIRO:

Em 2002, tinha acabado de tirar minha CNH. Havia ido até a cidade de Maraguape, dirigindo, junto com meu pai, pra treinar a direção. Na volta, na avenida onde fica um cemitério em Maracanaú, onde está enterrado alguns parentes meus, ela estava com uma de suas faixa interditadas. De uma pista dupla, ficou numa pista simples em mão dupla, por alguns dias.

Assim que entrei na área onde havia o desvio, eu fiquei receoso, pois no local, passava muitas pessoas de bicicleta, na lateral da pista. Em um momento, eu cheguei em comentar pra meu pai:

- Eu tenho medo é disso. Vai de que um cara desses me dá uma fechada?

Não cheguei abrir a boca, que o "bicicleteiro" me dá uma fechada, para desviar de um buraco e dou uma puxada no carro pra contra-mão. A sorte que estava devagar. Meu pai até interferiu na direção, empurrado-a para a esquerda.

Mas o meu medo, não foi em atropelar o cara, foi de ter algum guarda que tenha visto, ter me parado e perder a minha CNH provisória, por causa de um susto que tomei por causa de um desvio de uma bicicleta.



SENSAÇÃO DE MORTE:

Tinha ido viajar, com minha mãe, um tia e uma tia-avó minha, para o interior do ceará, na cidade de Campos Sales, pra passar o feriadão da semana santa. O ano foi em 2004.

Na noite de 6ª feira da Paixão, e na conversa que rolava, por volta das 20h, foi: morte.

Teve uma hora, que da normalidade que eu estava, entrou uma agonia repentina. E foi a mesma agonia que senti, no dia que vi o motoqueiro morrer nos meu pés.

Pedi até pra mudar o rumo da conversa e decidi sair, pra tirar fotos. Mas mesmo assim, aquela sensação persistia. Depois, minha mãe comentou que sentiu a mesma coisa.

Na manhã seguinte, fomos informados que um homem, que morava próximo ali, tinha passado mal e desmaiado. Achei que fosse isso, mas ainda sim, achava que não era. A informação não tinha me convencido.

Só que ao retonar pra casa, em Fortaleza, é que meu pai nos comunicou que meu tio, Silas, irmão do meu pai, havia falecido. perguntei que horas tinha sido. ele respondeu que por volta das 20h. Na mesma hora que senti o tal arrepio.



O ÔNIBUS DESEMBESTADO:

Uma vez, já aqui em Recife, meu pai e eu, vinhamos passando pela Av. Recife, quando nos deparamos que um ônibus estava andando de uma forma estranha. Parecia desembestado. Ficamos numa distância segura dele, porque pela forma que o motorista estava conduzindo o veículo, era pra terminar numa batida.

Até me veio este comentário: "Aquele ônibus vai bater".

Passado dois semáforos, ele entra numa rua à direita, de uma forma, que só escuto o... BBUUMM... Foi mesmo de frente de uma Kombi branca, que vinha saindo da rua.



O QUASE ASSALTO:

No dia 31 de maio deste ano, quase fui asaltado, na rua da minha casa.

Estava eu, caminhando pela avenida que passa detrás da minha casa, para ver como estava o andamento da pavimentação da mesma. Já no caminho de volta, avisto um elemento de camisa preta e short verde, em atitude suspeita. Ficava procurando algo nos cantos. Nem adiantava demais ou nem ficava parado ou voltava no sentido oposto.

Ficou praticamente me observando de um forma e eu, só no sinal de alerta, pois sua atitude era muito suspeita.

De repente, ele deu uma esticada considerável e eu, peguei um atalho. De repente, o "viado" me aparece querendo me assaltar. Não levou nada meu, mas eu não esperava. Desconfiava que ele queria assaltar, mas que não fosse tão cara-de-merda assim.



TELEFONE:

Minha mãe tinha acabado de chegar de sua 1ª viagem à São Paulo, em 29 de abril de 1997 e uma tia minha, ia ligar pra ela.

E que falava pra minha mãe, não ir tomar banho, porque assim que ela entrasse no box, ela iria ligar.

E ficou na expectativa. Minha mãe ameaçava ir tomar banho, e eu, falava que o telefone ia tocar. Na hora que estava me convencendo que estava demorando, e minha mãe já ia botando o pé no box, minha tia ligou.

Falta de comunicação, atrapalha

No final de setembro, eu falei no meu blog, sobre o que uma falta de comunicação pode levar alguém a levar à certos males-entendidos. Pra falar a verdade, atrapalha.

Você combina que alguém, certo encontro ou fazer uma visita. E você fica naquela expectativa. Mas o tempo passa e nada. A pessoa não aparece, não dá sinal algum, enquanto você fica esperando.

No caso do encontro, você já está no local. Aí acho que é certo você entrar em contato com a pessoa, por todos os meios possíveis e mais em conta, mas que tenha alguma noção de onde o seu amigo pode estar. Já num caso de ficar esperando uma visita, que se ofereceu em realizar, não é necessário de ligar pro fulano pra saber se ainda vem ou não, porque pode ser interpretado como uma cobrança.

Mas se o fulano se ofereceu em aparecer em minha casa, ele deve se lembrar do compromisso que fez comigo, porque eu deixo de fazer outras coisas, à sua espera.

Foi o que aconteceu hoje com minha mãe: ela ficou esperando uma amiga, que "se ofereceu" em fazer-lhe uma visita mas não veio. Nem sequer entrou em contato, pra dizer que não iria dá certo. Ela deixou de ir caminhar comigo, porque ela estava na expectativa da moça aparecer.

E toda vez que a gente desiste de esperar por alguém, quem a gente está esperando, aparece no local. Aí ocorre os desencontros.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Assunto pessoal.

Tirei uma cisma que estava tendo, observando certas coisas nas últimas semanas. Tomei uma decisão e espero poder não voltar atrás. Na boa, tá difícil de acreditar e aceitar.

É por isso que eu digo: "certas atitudes por pequenas que sejam, culminam aos grandes males-entendidos".

Não digo que estou triste, mas magoado. Eu só me pergunto, mais uma vez: " Será que ainda está valendo a pena"?

Não... não está. Cansei.

... E fim de papo.

Show de Ana Carolina e Netinho


Vídeo com os novos sucessos de
Netinho e Ana Carolina.


EXTRAPOLOU - Netinho
(SINHO MAIA / IVAN BRASIL / IVAN LAWINSCKY)


Extrapolou
Errou na dose, na dose do amor
Vento que leva, dessa vez deixou
Um grande amor não pode acabar
Um grande amor
Ê ê ô ô ô ô xá lalala

Mesmo que chova ou faça sol
Eu quero ver você ô ô ô
Não fico mais nem um minuto
Meu bem sem te ver

E se meu barco naufragasse
No meio do mar
Seria um peixinho meu amor
Prá te encontrar

Faço qualquer loucura eu me arrisco
Te dou o céu só prá ficar contigo
Mudava até meu jeito de falar com você
Um beijo é pouco eu quero mais que isso
É por inteiro o amor que eu preciso
Desculpe se exagerei mas amo você




ENTREOLHARES - Ana Carolina
(Carolina/Antonio Villeroy/John Legend)

Se ficar assim me olhando
Me querendo, procurando
Não sei não eu vou me apaixonar
Eu não tava nem pensando
Mas você foi me pegando
E agora importa onde vá

Me ganhou vai ter que me levar
Você me vê assim do jeito que eu sou
É e faz de mim, tudo que bem quer
Eu que sei tão pouco de você
E você que teme em me querer

Se ficar assim me olhando
Me querendo, procurando
Não sei não eu vou me apaixonar
Eu não tava nem pensando
Mas você foi pegando
E agora não importa onde vá
Me ganhou, vai ter que me levar
Com você é bom qualquer lugar

JOHN LEGEND:
The way you're looking at me
You go with me, you want me
Can't help myself I gotta be in love
I wasn't even thinking
And now you got me sinking
I need you baby, I can't get enough
You got me
That's where I'll always be
I know you see me just the way I am
But just think of me
What you want me to be
I know you found the moment that we met
It's giving me a love I won't forget

Se ficar assim me olhando
Me querendo, procurando
Não sei não eu vou me apaixonar
Eu não tava nem pensando
Mas você foi pegando

JOHN LEGEND:
I need you baby I can't get enough
You got me, that's where I'll always be
I'll go there, go anywhere with you

Se ficar assim me olhando
Me querendo, procurando
Não sei não eu vou me apaixonar

JOHN LEGEND:
I wasn't even thinking
And now you got me sinking
I need you baby, I can't get enough

Me ganhou vai ter que me levar

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

CD "Minha Praia", indicado ao Grammy - 2

Netinho falou em seu Twitter: "Não ganhamos este ano minha gente, Elba Ramalho que ganhou. Mas a Caixa Magica vem ai e ano que vem espero estar de volta!!!"


Mas só do CD ter sido uns dos indicados, para nossa surpresa, pois nunca imaginei isso, já foi um 1º passo que Netinho tem que manter sempre a qualidade que nós fãs, já conhecemos. "A Caixa Mágica" está chegando para novas magias.

Assim que o DVD/CD "A Caixa Mágica" for lançado, está nas nossas mãos, fazermos um boca a boca nas lojas especializadas, para ver se aumenta a quantidade dos discos de Netinho nas prateleiras. O DVD/CD "Por Inteiro" e o CD "Minha Praia", foram os que menos vi e há capitais que nunca chegaram, nem sequer o "Outra Versão".

Parabéns à Netinho. Não foi este ano, mas ano que vem, quem sabe não será indicado novamente e nos trazer o "nosso" troféu.

Deus ou Demônio, mas somos humanos.

Não sei se nas ruas de vocês, é fácil de se ouvir sirenes de carros policiais. Por aqui onde moro, todos os dias, escuto.

Não interessa saber onde é a ocorrência, mas só em se ouvir aquele som de carro de polícia passando, entendemos que mais uma vez, aconteceu alguma espécie de crime.

E quando já é de manhã cedo, quando mal as lojas se abrem para mais um dia de trabalho? A violência, parece não ter um fim mesmo. Está em todos os lugares, das mais variadas formas.

Cada dia creio que, quando mais se falam em aumentar a segurança da população, mais acredito que a violência aumenta.

As vezes, acho que o ser humano não tem mais vontade de viver, e se entrega ao mundo do crime, pra ver se por este meio "se salva". Ledo engano, e só faz piorar ainda mais a sua vida.



A vida é assim mesmo: o mal e o bem, sempre andam em paralelo, e um não vive sem combater o outro. Mas será que o homem precisa disso?

Dizem que os gatos, são solitários por natureza. Mas vejo o contrário aqui em casa, com 3 gerações. Todos os gatos são é solidários, e não solitários. E vendo isso, fiquei imaginando, que na verdade, o homem, é sim, um ser solitário, ao invéns de sociável, como deveríamos realmente ser.

Dinheiro é sim Deus que o homem crê, pelo poder que ele pode nos dá. Mas também pode ser um demônio, pois se não souber usá-lo como se deve, um reino pode virar ruínas. E é por causa do dinheiro, faz com que as pessoas sejem vistas como um Deus ou Demônio, o que no meu olhar, com ou sem ele, cada um tem um pouco dos dois lados, nos transformam em pessoas encantadas.

Somos os mocinhos da nossa "novela". Mas poderemos ser os vilões nas "novelas" alheias, além de sermos meros coadjuvantes, figurantes ou participações especiais em outras.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Amizades na UTI

Sabe aquelas situações que a gente fica numa situação sem entender nada do que se passa ao seu redor? Estou nisso, há algumas semanas.

Você está numa turma de pessoas do mesmo grupo que eu. No início, todos nós damos atenção para todas as pessoas que estão ao nosso redor, igualmente e independente o nível de vida delas. Com o decorrer do tempo, parece que algumas delas começam a se afastar da gente, só que demoramos a perceber, mas acha estranho tal comportamento.

Fica com aquela sensação de "é só impressão". E continuamos a falar com aquela pessoa ingênualmente, até o dia que ela não nos dar mais nenhum tipo de respostas, aceno, alguma espécie de retorno pra nós. Se cala para o nosso lado. Aí a ficha cai pra valer.

Sabe, toda vez que sentir que alguém dá mais atenção à certas pessoas e menos pra você, pode ter certeza que ela está te excluíndo. Pior quando isso tudo vem das pessoas de quem você mais adimira do fundo do seu coração ao longo dos últimos anos.

É muito ruim você se sentir desprezado. Aí, a gente percebe a gravidade que fizemos com quem desprezamos. Mas as vezes, o nosso desprezo por alguém, pode haver algum fundamento. Mas desprezar alguém assim, sem mais nem menos, sem algum motivo, é injusto.

Numa situação dessas, eu me pergunto: "Será que toda esta minha exposição, está valendo a pena?". Se não, é melhor eu cair fora, e não me procurem para pedir certas ajudas, depois que a corrente for rompida. E digo que há algumas delas que precisam de alguma manutenção.

Já faz um tempo que percebo algumas amizades - e esta não é a 1ª vez que acontece em minha vida - está meio que no vermelho, quase indo pra "UTI". Tenho medo que uma hora dessas, esta relação esteje pra hora da morte, que é quando, de repente, dá uma melhorada surpreendente e por fim, a magía acaba pra sempre.

Pode até doer o coração, a alma na hora, o tal rompimento, mas tudo que doe forte, sara rápido no alívio das lágrimas e daí inicia-se um novo começo.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

CD "Minha Praia", indicado ao Grammy 2009

Na 1ª semana de novembro, será realizada a 10ª cerimônia do Grammy Latino, em Las Vegas, do ano de 2009. dentre os indicados, está o CD Netinho "Minha Praia", lançado em 2008.

5ª feira, dia 5, será transmitido na programação da TV Bandeirantes.


Repertório:

01. Muito Bom
02. Na Capoeira
03. Impossível
04. Paixão Não Tem Cura
05. Beco Sem Saída
06. Na Brincadeira
07. Holiday
08. Gabriela
09. Naquela Noite
10. Nunca Mais
11. A Força da Nossa Paixão
12. Caça e Caçador
13. Comendo Água (Alô, Tô num Bar)
14. Muito Bom (ao vivo)
15. Ta Bom?


Só o fato deste CD já ter sido indicado ao Grammy, mesmo sendo mais um disco de Netinho bem raro de ser visto nas lojas, já foi uma grande vitória. Agora, se trouxer a "taça", aí a história fica completa.

AOS FÃS, BLOGUEIROS E AGREGADOS, VAMOS TORCER!!!!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Reciclagem automobilistica

Quem possui um carro que já é uma "lata-velha", sonha em um dia, poder comprar um com condições boas para a sua utilização. Caso este dia não chega, o jeito é viver sempre em oficinas, consertando-o para que não o deixe na mão quando se mais precisa.

E o quanto se há de gastar em consertos, não dava pra comprar um carro melhorzinho? Depende das condições financerias de cada um, até para se consertar, quanto mais comprar um "novo", que dê pra usá-lo, sem ter que ficar no prego no sinal.

Assistindo sempre ao quadro "Lata Velha" do Luciano Huck, observo àquelas reformas incriveis dos carros. Alguns, já em condições tão precárias, que nem com reza braba, seria capaz de arranjar um valor ideal para reformá-lo.

A questão que quero chegar é: não estou falando da pessoa guardar uma quantia "X" para num bom momento, botar o seu veículo para fazer uma "reciclagem" geral. Nem de ficar incentivando se inscrever lá para o "Caldeirão do Huck" e esperar uma sorte.

Hoje, estamos num momento em que o mundo fala muito em reciclar. E o quadro do programa do Luciano, que os carros, podem sim, serem reciclados.

Quantos carros vão parar nos ferros velhos, sem utilidade alguma. Alguns, até podem ser usados certas pertes. Aliás, se reparem bem, até os carros que tiveram perda totoal, sempre há um pequeno detalhe que pode ser reaproveitado.

Como nas garrafas de vidro dos refrigerantes, ou daqules galões de água mineral e até mesmo os botijão de gás, que são retornáveis, porque as montadoras automobilísticas não repensam neste assunto? Tirar veículos de suas respectivas marcas, das ruas, que se encontrem já em situações de riscos e recebam como parte de entrada num modelo semi-novo? E com o carro dado de entrada, este seria reformado por esta montadora, para que o mesmo retorne as ruas, como se fosse lá no programa do Luciano Huck.

Não seria melhor reciclar um carro, que está numa situação deplorável, mas que pode ser recuperado para voltar a ser reutilizado? Lógico que com o retorno do mesmo, todas as normas atuais de como sairão os carros novos, devem servir para os modelos reformados.

Sabemos que há carros antigos, velhos em perfeito estado ou até melhor que os mais novos, e que nunca passaram por nenhum tipo de restauração. Isso só acontece quando o seu própietário tem zelo pelo seu veículo, porque ele sabe que tendo todos os cuidados, o veículo irá durar muito tempo. Aliás, carro não foi feito para mostrar aos amigos que você está motorizado. Foi feito para nos ajudar a nos locomover com mais praticidade, seje para ir ao trabalho ou para um passeio com a família, e não para desfilar nas ruas que pode ter um carro todo requintado.

Com carros reformados, diminurira muito o acúmulo dos mesmos em ferro velhos, podendo diminuir riscos de doenças, como dengue, devido as águas acumuladas nas latarias amassada dos restos de carros, nos pneus.

O que não puder ser reaproveitado no carro, para uma possível reciclagem, descarta. Mas nem tudo pode ser perdido. Como falei, há certas peças, por pequenas que sejam, que podem ser reaproveitadas.

Citarei um exemplo para a carcaça: Há dois carros, do mesmo modelo, ano, e a cor não importa, batidos, com perda total, mas cada um, pela metade, um na frente e o outro, pela traseira. Divide-os pelo meio e junta a frente de um com o outro. Se tiver um 3º carro, também do mesmo modelo, que possa ter capotado, mas ficou com o chassí sem ou com um mínimo de fissuras, que pode ser reparada sem problemas, já teríamos um carro para reconstruí-lo.

No caso de se usar um chassí de um 3º carro, na documentação tem que constar o daquele chassí e permanecer com o mesmo registro da placa, afinal, aquele chassí foi reformado e o modelo do carro é o mesmo do original.

Mas o que vejo, é a falta de interesses ou de recursos para realizar uma proposta dessas. Mas que nas condições que o mundo está tomando, com novos carros saindo de fábrica, mais carros saindo para as ruas, se misturando com os veículos que já estão há anos na estrada, aumentando ainda mais os acidentes, as imprudências, a poluição de todos os tipos, porque as montadoras não reveem os seus conceitos e repensem o que fazer com os carros que, na visão do Detran, devem ser retirados das ruas, até por questões de segurança.

Mas como um anônimo não nada em milhões de reais, como os famosos, que troca de carro à cada ano, para um modelo mais atual, ou ficar consertando aquele "Fusquinha" que sempre dá prego no sinal, ou áquela "Brasília" amarela que de tão madura, já está ficando podre; ou aquele "Corcel 75" que já foi táxi por alguns anos e hoje não serve nem de motel pra gato num ferro velho, ou aquele "Chevette" da década de 1980, que não pode nem sair de casa quando chove, só pra não ficar enguiçado no meio de uma simples poça d'água. Já pensou, esses modelos reformados, com motores de acordo com as normas de proteção ao meio ambiente, de volta as ruas? Nem precisava ser no estilo "Lata Velha", depois da reforma, cheio daquelas tralhas, mas pelo menos, restaurados.

Enfim, se esses veículos tivessem mais atenção do governo, Detran e principalmente das próprias montadoras, esmo até as que já não existem mais, ganhavam: o meio ambiente, a história daqueles modelos.

Se nos tempos de hoje, se recicla até papel higiênico hospitalar usado, porque não reciclar um carro, que está prestes à tomar mais espaço num ferro velho, no qual, em seu lugar, poderia ter uma instituição educacional?

Hoje é Natal, de Paulo Kronenberger

Mensagem da última cena, gravada numa gruta, do último capítulo da novela, "A Viagem", exibida em 1994.


HOJE É NATAL
(Paulo Kronenberger)

"Hoje, de algum lugar longe dessas terras,
Há um doce olhar só pra você.
Um olhar especial.
De alguém especial, de distantes origens.
Um olhar de um justo coração que pulsa só a vida.
Que sorri porque ama plenamente.
Sem julgamentos, preconceitos nem prisões.

Hoje, como ontem, longe desses Céus,
Há um encantador olhar só pra você.
Nesse olhar vai para você a magia da luz.
A simplicidade do perdão.
A força para comungar com a vida.
A esperança de dias mais radiantes de paz.

Hoje, de algum lugar dentro de você,
Alguém que já o amou muito e ainda o ama,
Diz para você que valeu a pena ter estado nessas Terras.
Sob estes Céus.
Falando de união, paz, amor e perdão.
Poder sentir a força que faz você sorrir.
E continuar o caminho.
Que um dia aquele doce olhar iniciou pra você.
Tudo isso, só pra você saber que a vida continua.
E a morte é uma viagem."

Novela "Malhação": mais uma nova temporada em aí...

No próximo dia 9 de novembro, estreia antecipadamente, a temporada 2010 da novelinha teen da Rede Globo.

Mas porque o uso do termo "estreia antecipadamente"? Simples. Como já aconteceu em algumas outras temporadas, como por exemplo, a do ano 2007, por conta da baixa audência, a temporada 2008 teve que ser antecipada para o mês de outubro. Em 2009, desta vez, a mudança veio em novembro.

Lembrando que a temporada deste ano, teve suas cenas inicias gravadas no Ceará, exibidas em 10 capítulos.

"Malhação" está no ar há 15 anos. Começou numa academia, onde fazia mais jus ao nome que leva. Tambe´m teve uns momentos de crise, em 1997 e 1998, mas mesmo assim, os assuntos abordados e as histórias ainda eram satisfatórias, mesmo se arrastando. Em 1999, no lugar a academia, entra uma escola, fazendo perder o sentido do nome "Malhação".

Como uma maré, a novela vem sempre com momentos em alta e em baixa, como qualquer outras novelas. Os temas abortados em "Malhação", vez por outra, acabam se repetindo e a atuação dos atores, dos mais novatos e verdes até aos mais experientes, acabam sendo prejudicados.

Alguns desses novos atores, até se destacam na novela das 17:30, mas acabam não repetindo o mesmo feitos em outras produções. Mas há casos que acabam até surpreendendo ao telespectador, mais além da conta.

Na temporada que está iniciando a paritr do dia 9 de novembro, sob o símbolo de "ID", trará no elenco, o filho do cantor, ator e apresentador (Record), Fábio Jr., como o próximo protagonista.

Além disso, Felipe Galvão, terá duas músicas na trilha: uma para o seu personagem, como também para a abertura desta nova temporada. Ah quem diga, mas com certeza, por ser filho de quem é, o rapaz já está sendo o mais divulgado do próximo elenco, e com isso, já tem um futuro promissor em sua carreira. Quer dizer, já ganhou as duas carreiras, pois tal pai, tal filho, que é irmão de Cléo Pires.

Como há anos, acompanho toda a trajetória da novela "Malhação", e algum tempo, ela ja não me atrai mas em vê-la - asssisto-a meio que à força, para não perder o hábito - a Rede Globo deve ficar mais de olho. Caso não emplaque, o melhor é não tentar fazer ajustes ou abrir uma nova temporada, e tirá-la do ar. No lugar, abria um novo horário para reprises de novelas, como no início da década de 1990.

Para as crianças ou os adolescentes que talvez estejem começando a acompanhar a novela, à cada nova temporada, talvvez não entendam certas críticas. Mas os adultos que eram adolescentes ou crianças na época que "Malhação" começou, lá em abril de 1995, já tem mais experiência que tudo alí ficou artifical.

Se eu fosse uma espécie de "todo-poderoso" da emissora, esta seria a última tentativa de manter a novela ativa, de muitas que considero que foram frustradas. "Malhação" já mostrou tudo que tinha de mostrar, e já revelou muita gente para o mundo do show business, tanto no elenco quanto para sua trilha sonora.