Vi hoje o quadro "Olha Minha Banda", do Caldeirão do Huck, que ajudou uma banda do interior do Ceará, à conquistar o sucesso.
Só que este post, não vou comentar sobre a conquista dos rapazes lá de Antonina do Norte, cidade que passei perto, durante as minhas 3 visitas que fiz à cidade de Campos Sales, entre 2003 e 2004.
Parabéns aos rapazes conterrâneos da banda Geração Ypsilone, pela conquista.
Mas para conquistar o sonho de tocar no palco do "Caldeirão do Huck", sempre há um desafio proposto pelo programa. Mas desta vez pegaram pesado no desafio: seguir um roteiro de viagem entre a cidade de Antonina do Norte/CE até o palco do "Caldeirão do Huck", no RJ, em 160h, equivalente há 1 semana. detalhe, de bicicleta. Também tinha algumas ressalvas neste roteiro, como pegar carona em ônibus, caminhão e nunca tentar vender a bicicleta.
Acho que neste episódio, quem chamou mais atenção, não foi o ensaio do grupo, e sim o desafio do fã nº 1: o #Chapadinha, que enfrentou e lutou no desafio de realizar o sonhos dos seus amigos.
Lógico que ele sofreu. Mas como nordestino, ele lutou, pedalou e conseguiu cumprir o desafio, que a própria produção do prgama, reconheceu no Twitter que foi o mais louco dos desafios.
Claro que ele não estava 100% sozinho. Havia um carro de apoio, pois tinha que realizar as gravações do mesmo.
Depois daquelas mensagens xenófilas contra o povo do Nordeste, #Chapadinha pode ter calado a boca de muita gente, com a sua coragem, garra e amor aos seus amigos, montado sobre a sua bike, Carolina..
Ele não merecia somente ter o seu nome nos TT's. Ele merecia ganhar alguma premiação especial, pelo desafio que ele cumpriu, além de ter conseguido realizar o sonhos dos seus amigos, com a banda. Mas estou cendo que o reconhecimento está sendo grande, no Twitter.
Viajar do interior do Ceará até o Projac, no Rio de Janeiro, acho que ninguém teria tanta garra, tanto amor como teve aquele rapaz. Este desafio não foi brinquedo não.
Mais detalhes, no blog do Caldeirão, (acesse aqui).
Viagem, enquanto podemos.
Chegando em Fortaleza, pela orla marítima. (Junho 2019)
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sábado, 11 de dezembro de 2010
"Duas almas não se encontram por acaso"
"Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso".
Esta mensagem encontrei no Facebook de uma amiga, pra não acharem que foi criação minha.
Esta mensagem encontrei no Facebook de uma amiga, pra não acharem que foi criação minha.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Rompendo laços
Amigos, vou falar sério: Estive pensando em fazer uma declaração bem séria no meu blog, mas esta declaração necessita ser bem pensada, pois envolve pessoas inocentes que não podem pagar pelos atos entre uma determinada pessoa e eu.
As palavras que poderei usar nesta declaração, serão muito pesadas. Não no sentido de usar termos chulos e baixos, mas é porque depois que cismo realmente com alguma coisa, aquilo não sai da minha cabeça e fica como está, depois de decidido.
Só que algum dia, essas podem se voltar contra mim, pois deixaria on-line na internet. E no meu blog, ninguém manda procurar o que fazer, pois é um diário aberto meu. Não devo nada, portanto, não temo a minha verdade.
Neste caso, pensei em até escrever um manifesto de 10, 20 várias páginas - alguma novidade pra mim? - falando tudo que lembro desde 1997 até 1999.
Portanto, nossos atos de hoje, no futuro, podem voltar à tona. No nosso passado, deixamos muitos rastros de segredos, uma grande arma que podem explodir numa hora qualquer de fúria impensada.
Ameaçaram acender um estopim para revelar, explodindo um certo segredo que possuo com este alguém.
Então, se esqueceu que de certa forma, tenho uma "bomba", que é bom o mesmo ter mais cuidado como fala comigo?
Não, não tenho nada mais à perder, de muitos que já perdi. Pra mim, minha conciência está limpa, tranquila. Pode vir o furacão que vier, a porrada de for. A dor no coração dói muito mais que uma dor física. A dor física, pode ser curada. Já a dor no coração, e não é por doença, esta não cura nunca. Ofereço-lhe a outra face para bater de novo, pois quem apanha, nunca se esquece.
Nunca vou esquecer uma tentativa de "vingança", no Rio de Janeiro? Nunca vou me esquecer de uma ligação que atendi e ouvi um desavoro. Se não sabe ser mais humilde, se retire da minha vida. É um favor que me faz, pois não senterei mais sua ausência.
Se chorei na noite de sua 1ª viagem pra longe, hoje não derramarei minhas lágrimas com você.
E o que faço ou deixo de fazer da minha vida, não é de conta de ninguém e muito menos sua.
Só eu sei dos motivos que ficava semanas sem dirigir-lhe a palavra. Tentei até abolir certos insultos que ouvi durante aquele tempo, mas percebi que neste caso, é bom sempre ficar em alerta com quem não se pode confiar.
A partir de então, agora é em definitivo o rompimento dos nossos laços. Este final, já previa que um dia aconteceria.
As palavras que poderei usar nesta declaração, serão muito pesadas. Não no sentido de usar termos chulos e baixos, mas é porque depois que cismo realmente com alguma coisa, aquilo não sai da minha cabeça e fica como está, depois de decidido.
Só que algum dia, essas podem se voltar contra mim, pois deixaria on-line na internet. E no meu blog, ninguém manda procurar o que fazer, pois é um diário aberto meu. Não devo nada, portanto, não temo a minha verdade.
Neste caso, pensei em até escrever um manifesto de 10, 20 várias páginas - alguma novidade pra mim? - falando tudo que lembro desde 1997 até 1999.
Portanto, nossos atos de hoje, no futuro, podem voltar à tona. No nosso passado, deixamos muitos rastros de segredos, uma grande arma que podem explodir numa hora qualquer de fúria impensada.
Ameaçaram acender um estopim para revelar, explodindo um certo segredo que possuo com este alguém.
Então, se esqueceu que de certa forma, tenho uma "bomba", que é bom o mesmo ter mais cuidado como fala comigo?
Não, não tenho nada mais à perder, de muitos que já perdi. Pra mim, minha conciência está limpa, tranquila. Pode vir o furacão que vier, a porrada de for. A dor no coração dói muito mais que uma dor física. A dor física, pode ser curada. Já a dor no coração, e não é por doença, esta não cura nunca. Ofereço-lhe a outra face para bater de novo, pois quem apanha, nunca se esquece.
Nunca vou esquecer uma tentativa de "vingança", no Rio de Janeiro? Nunca vou me esquecer de uma ligação que atendi e ouvi um desavoro. Se não sabe ser mais humilde, se retire da minha vida. É um favor que me faz, pois não senterei mais sua ausência.
Se chorei na noite de sua 1ª viagem pra longe, hoje não derramarei minhas lágrimas com você.
E o que faço ou deixo de fazer da minha vida, não é de conta de ninguém e muito menos sua.
Só eu sei dos motivos que ficava semanas sem dirigir-lhe a palavra. Tentei até abolir certos insultos que ouvi durante aquele tempo, mas percebi que neste caso, é bom sempre ficar em alerta com quem não se pode confiar.
A partir de então, agora é em definitivo o rompimento dos nossos laços. Este final, já previa que um dia aconteceria.
Usaram meu CPF sem minha autorização 3
Só deixando uma mensagem que já foi solucionado, com sucesso, a retirada do meu nome da lista de devedores do SPC, de uma conta no valor de R$ 45,00, protestda no dia 20 de abril de 2008, pela Empresa Lasil Transportadora, enquanto, EU PESSOA, nem sequer fiz e assinei contrato de uso dos seus serviços diretamente.
Os motivos já deixei relatados em outras postagens com o mesmo título, no mês de novembro.
Portanto, agradeço aos responsável pelo processo de retirada do meu nome no SPC, os mesmo citados em outras postagens similares.
ESTOU LIMPO, SEM NUNCA TER ESTADO SUJO!!!
Os motivos já deixei relatados em outras postagens com o mesmo título, no mês de novembro.
Portanto, agradeço aos responsável pelo processo de retirada do meu nome no SPC, os mesmo citados em outras postagens similares.
ESTOU LIMPO, SEM NUNCA TER ESTADO SUJO!!!
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Violência nas escolas? Porque disso?
O que é que anda acontecendo nas unidades de ensino, hoje em dia, no Brasil?
Nos últimos tempos, tem aumentado o número de notícias de violências entre aluno e professor. Mas todos este estresse, não é de agora. Desde os meus tempos, era pesado o clima entre aluno e professor em sala de aula.
Um dos motivos que me fizeram pensar em parar com tudo, em agosto de 2001, quando cursava o 2º EM. Além dos motivos pessoais que sei que me levaram à me evadir do colégio, não aguentava mais ver certos professores, como, de vez em quando, certo clima que as vezes pesava entre professor e aluno.
Sabe, alguns dos professores com quem estudei ao longo da minha vida de estudante, eram de personalidade forte, pra não dizer em outras palavras de teor chulo.
Mas sabe onde é possível está o erro e o estresse de tudo isso? Pode ser que na quantidade de alunos na quais eles tenha que lidar em sala de aula. Será que 50 alunos, pelo turno da manhã, é favorável para conter as emoções de toda uma turma? Não é muita gente pra "domar"... nesses termos sim, porque há alguns professores que parecem que estão lidando com uma manada de cavalos.
O estresse chegou num ponto de agressões entre alunos e professores. Além das verbais, agora tem as físicas e até as fatais, não só no ensino regular como no avançado.
Cara, o aluno sai de casa, nos primeiros dias de ano letivo, afim de aprender. Mas no decorrer dos dias e no conhecer do comportamento de cada um, aí começa as disperssões e a falta de interesse em prestar atenção. Falo isso porque já peguei cada professor fraco, que a aula dava até sono. Já peguei cada professor bocal, que dava vontade mesmo de não assitir à sua aula. Mas se fosse reclamar para torcar de professor, quem sairia punido seria eu, pois só quem está dentro de sala de aula, é quem sabe o clima que fica e o professor é protegido, mesmo se a insituição for de ensino particular.
Os diretores, coordenadores e outros, estão em suas salas e não tem como ficar fiscalizando o que ocorre dentro de sala de aula. Talvez até recebem reclamações, mas só quando o bicho pega, é que providênciam uma substituição.
As vezes, o baixo rendimento do aluno, nem sempre é culpa do mesmo. A culpa também pode está no professor. Cansei de ver um de matemática que já cehgava com uma cara daquelas de "sem paciência pra aluno burro". Dava a sua matería, tentava explica da sua maneira e no fim, só alguns realmente entendia. Já comigo, não.
Posso até confirmar que tenho dislexia em matemática, porque nunca compreendi nada da matéria. Até hoje, fazer contas, preciso de uma calculadora, pois não sei fazer de cabeça, mesmo em operações básicas e fáceis. A matéria já não é das minhas favoritas e aí já tinha um professor que ajudava à não gostar em aprender.
Em 1997, fui testemunha e até um dos envovidos, pelas ideias de terceiros, de uma manifestação contra uma professora de Geografia. Como a aula dela era a que vinha após o recreio, e era a última aula sua do ano letivo, nós - me incluo nisso - viramos todas as carteiras de costas para o quadro-negro. E não sei porque compactuei com isso. Acabei sendo um dos que ficou ameaçado de suspensão. E alguns dos idealizadores, que não tinham entrado em sala de aula, se safaram. Se não me engano, de 6 à 8 pessoas de 45, porque chegaram atrasadas para o 2º tempo, escaparam. O que queriam mesmo, eram ver a professora pelas costas.
No fundo, não fui à favor desta manifestação, pois não gostaria que fizessem isso comigo. Aliás, nem precisam: já fazem isso comigo, me dão as costas, mas não no sentido sexual da palavra. Sinto isso.
Nunca tive problemas com esta professora. Mas fui levado pelas ideias idiotas de pessoas idem.
Mas se não gostaram desta professora, porque não reclamram à tempo para trocar? Após este episódio, testemunhei outras situações de emergência.
Logo no 1º dia de aula de química, no ano letivo de 1998, quando já cursava a 7ª-série, criou-se uma polêmica. Pense numa professora arrogante que foi contratada. Se no 1º dia, ela já excluiu alguns alunos, dadno nota "0" em comportamento, imagine com oseria o clima dalí em diante? Seria insuportável.
Já tinham outras professoras com aquele ar antipático. Mas também já havia aqueles professores que eram queridos pela turma. E por ironia, era um de matemática.
Professor Ademar. Mesmo nunca ter conseguido tirar notas satisfatórias com ele, suas aulas eram divertidíssimas. Raramente nunca rolou estresse com ele e mesmo quando tinha que excluir alguém, ainda era de bom humor. Ademar ensinava uma parte da matemática. Não me recordo se era a álgebra ou a geometria, mas era uma dessas duas partes. E foi meu professor em 1998 e 1999: 7ª e 8ª série EF, do CBSD.
Mas sofrir mesmo foi no já falído Colégio General Osório. Aquele sim, era uma insituição sem qualidade alguma. Dispensa todos os tipos de comentários, pois não vale a pena relatar todas as críticas que tinha com àquele colégio. Parei lá, pois acho que não tinha outra opção. 1996 pra mim, foi morto e parei naquele colégio por acidente do destino: Um professor de matemática, atrapalhado. Lembrava o cantor brega, Falcão. Tivemos 3 professoras de português:
A 1ª, falava para dentro de sí. Mesmo quem estava na 1º fileira, nem a escutava. Foi substiuída por uma que era o oposto: Falava alto, até demais pro meu gosto. Percebía-se que era uma daquelas pessoas barraqueiras. Um professor de Geografia de "sumiu" do colégio, prejudicando os alunos. E fui um deles. Foi a 1ª vez que fiquei em recuperação na matéria. Já não ensinava bem. O ambiente colegial em sí, mais parecia colégio pré-escolar, e não de um de turma entre 5ª EF à 3º EM.
E tive, naquele ano de 1996, um certo desinteresse em continuar à estudar, o que anos depois, em 2001, acabei pondo em prática. Estava estafado com aquilo e meu rendimento, cada ano pior e desinteresse maior.
Estamos no mês de dezembro. Há 10 anos atrás, não sabía o que era "clima de natal". Não conseguia sentir isso, desde 1996. Em 2000, tinha que recuperar 8 matérias. Me estressei legal. E nunca tive problema algum com minha educação no colégio. Quase nunca, e era raro, perguntar as minhas dúvidas por vergonha de perguntar. Às vezes, tinha medo do professor em me dar uma resposta não tão agradável..
Voltando ao caso da professora arrogante de Química, em 1998, ela foi substituída, mas por uma atrapalhada, sem firmeza. Era percepitível como ela ficava toda errada em momentos de clima pesado.
Outra coisa: como o aluno não poderia levar os acontecimentos de casa para a escola, o professor também não. Mas parece que eles discontavam toda suas fúrias em cima da gente. E o que se ver hoje, é que esta fúria esta cada vez maior, entre alunos e mestres. Está beirando um caos, pois o que já foi mostrado na imprensa, não está de brincadeira.
Quero poder terminar o que está pendente, mas tenho medo de voltar à salas de alas e revivier isso. Se oltar e notar que vai acontecer, me disperso, pois já não tenho mais clima nem idade pra certas infantilidades.
Mas também, entre 2000 e 2001, eu estava apaixonado por quem nem imaginava que alimentava este sentimento. Foi difícil pra mim, tomar aquela decisão, pois só estava indo ao colégio, por conta desta pessoa, pois já tinha perdido o total interesse em estudar, pois já estava numa situação irreversível de concentração praquilo.
Quantos dos alunos, hoje em dia, não estão com os mesmos sintomas que tive uns 10 anos atrás? Quantos deles, se esforçam pra estudar e acaba não tendo uma nota satisfatória no final do ano, por culpa do ensino que o mesmo teve durante o ano letivo, com um professor pseudopreparado psico e emocionalmente? E no fundo, quem é que quer receber nota baixa?
Se não quiser ser reprovado, estudem. mas quem ensina, também tem que cooperar, pois não é isso que nos últimos tempos, é o que está ocorrendo. Há muitos professores que fazem questão em reprovar aluno, só pra discontar neles, toda raiva que guarda no coração. E nos mtepos de recuperação, parece que os professores se vingam, e isso é notório.
Gostem ou não do que falei, façam uma enquete com seus alunos, de verdade.
O sistema de ensino precisa mudar. A fórmula de hoje, está desgastada, tanto para o ensino regular e talvez para o avançado. Não posso dizer como é este ensino avançado, pois me refiro as universidade e faculdades e nem sequer passei do 2º EM. Só me arrependo de não ter sido mais insitente, mas nas minhas condições e como eu tinha ficado, estava à beira de cometer uma loucura fatal.
Só depois que esfriei mais a cabeça, é que pensei melhor de ter feito isso: ter estudado as matérias que dominava bem e ter deixado as péssimas, de lado.
E talvez, este desgaste é que anda motivando ao aumento da violência nas escolas.
Não posso deixar de mencionar é algo que nada tem haver com o que falei acima: o uso de drgoas por parte dos alunos, ou até do próprio professor, seja lá o intorpercente que for. Você contrariar um drogado, é o mesmo que está cavando sua própria cova.
Vejam só o tanto de professores que estão se afastando das salas de aulas, por questões de depressão e outras síndromes.
Pra mim, só há uma solução: diminuir o número de alunos por turma. Se numa sala há 50 alunos, divide-a no meio. Será que 25 alunos ainda é muito ou é o ideal? Um caso à ser pensando.
Nos últimos tempos, tem aumentado o número de notícias de violências entre aluno e professor. Mas todos este estresse, não é de agora. Desde os meus tempos, era pesado o clima entre aluno e professor em sala de aula.
Um dos motivos que me fizeram pensar em parar com tudo, em agosto de 2001, quando cursava o 2º EM. Além dos motivos pessoais que sei que me levaram à me evadir do colégio, não aguentava mais ver certos professores, como, de vez em quando, certo clima que as vezes pesava entre professor e aluno.
Sabe, alguns dos professores com quem estudei ao longo da minha vida de estudante, eram de personalidade forte, pra não dizer em outras palavras de teor chulo.
Mas sabe onde é possível está o erro e o estresse de tudo isso? Pode ser que na quantidade de alunos na quais eles tenha que lidar em sala de aula. Será que 50 alunos, pelo turno da manhã, é favorável para conter as emoções de toda uma turma? Não é muita gente pra "domar"... nesses termos sim, porque há alguns professores que parecem que estão lidando com uma manada de cavalos.
O estresse chegou num ponto de agressões entre alunos e professores. Além das verbais, agora tem as físicas e até as fatais, não só no ensino regular como no avançado.
Cara, o aluno sai de casa, nos primeiros dias de ano letivo, afim de aprender. Mas no decorrer dos dias e no conhecer do comportamento de cada um, aí começa as disperssões e a falta de interesse em prestar atenção. Falo isso porque já peguei cada professor fraco, que a aula dava até sono. Já peguei cada professor bocal, que dava vontade mesmo de não assitir à sua aula. Mas se fosse reclamar para torcar de professor, quem sairia punido seria eu, pois só quem está dentro de sala de aula, é quem sabe o clima que fica e o professor é protegido, mesmo se a insituição for de ensino particular.
Os diretores, coordenadores e outros, estão em suas salas e não tem como ficar fiscalizando o que ocorre dentro de sala de aula. Talvez até recebem reclamações, mas só quando o bicho pega, é que providênciam uma substituição.
As vezes, o baixo rendimento do aluno, nem sempre é culpa do mesmo. A culpa também pode está no professor. Cansei de ver um de matemática que já cehgava com uma cara daquelas de "sem paciência pra aluno burro". Dava a sua matería, tentava explica da sua maneira e no fim, só alguns realmente entendia. Já comigo, não.
Posso até confirmar que tenho dislexia em matemática, porque nunca compreendi nada da matéria. Até hoje, fazer contas, preciso de uma calculadora, pois não sei fazer de cabeça, mesmo em operações básicas e fáceis. A matéria já não é das minhas favoritas e aí já tinha um professor que ajudava à não gostar em aprender.
Em 1997, fui testemunha e até um dos envovidos, pelas ideias de terceiros, de uma manifestação contra uma professora de Geografia. Como a aula dela era a que vinha após o recreio, e era a última aula sua do ano letivo, nós - me incluo nisso - viramos todas as carteiras de costas para o quadro-negro. E não sei porque compactuei com isso. Acabei sendo um dos que ficou ameaçado de suspensão. E alguns dos idealizadores, que não tinham entrado em sala de aula, se safaram. Se não me engano, de 6 à 8 pessoas de 45, porque chegaram atrasadas para o 2º tempo, escaparam. O que queriam mesmo, eram ver a professora pelas costas.
No fundo, não fui à favor desta manifestação, pois não gostaria que fizessem isso comigo. Aliás, nem precisam: já fazem isso comigo, me dão as costas, mas não no sentido sexual da palavra. Sinto isso.
Nunca tive problemas com esta professora. Mas fui levado pelas ideias idiotas de pessoas idem.
Mas se não gostaram desta professora, porque não reclamram à tempo para trocar? Após este episódio, testemunhei outras situações de emergência.
Logo no 1º dia de aula de química, no ano letivo de 1998, quando já cursava a 7ª-série, criou-se uma polêmica. Pense numa professora arrogante que foi contratada. Se no 1º dia, ela já excluiu alguns alunos, dadno nota "0" em comportamento, imagine com oseria o clima dalí em diante? Seria insuportável.
Já tinham outras professoras com aquele ar antipático. Mas também já havia aqueles professores que eram queridos pela turma. E por ironia, era um de matemática.
Professor Ademar. Mesmo nunca ter conseguido tirar notas satisfatórias com ele, suas aulas eram divertidíssimas. Raramente nunca rolou estresse com ele e mesmo quando tinha que excluir alguém, ainda era de bom humor. Ademar ensinava uma parte da matemática. Não me recordo se era a álgebra ou a geometria, mas era uma dessas duas partes. E foi meu professor em 1998 e 1999: 7ª e 8ª série EF, do CBSD.
Mas sofrir mesmo foi no já falído Colégio General Osório. Aquele sim, era uma insituição sem qualidade alguma. Dispensa todos os tipos de comentários, pois não vale a pena relatar todas as críticas que tinha com àquele colégio. Parei lá, pois acho que não tinha outra opção. 1996 pra mim, foi morto e parei naquele colégio por acidente do destino: Um professor de matemática, atrapalhado. Lembrava o cantor brega, Falcão. Tivemos 3 professoras de português:
A 1ª, falava para dentro de sí. Mesmo quem estava na 1º fileira, nem a escutava. Foi substiuída por uma que era o oposto: Falava alto, até demais pro meu gosto. Percebía-se que era uma daquelas pessoas barraqueiras. Um professor de Geografia de "sumiu" do colégio, prejudicando os alunos. E fui um deles. Foi a 1ª vez que fiquei em recuperação na matéria. Já não ensinava bem. O ambiente colegial em sí, mais parecia colégio pré-escolar, e não de um de turma entre 5ª EF à 3º EM.
E tive, naquele ano de 1996, um certo desinteresse em continuar à estudar, o que anos depois, em 2001, acabei pondo em prática. Estava estafado com aquilo e meu rendimento, cada ano pior e desinteresse maior.
Estamos no mês de dezembro. Há 10 anos atrás, não sabía o que era "clima de natal". Não conseguia sentir isso, desde 1996. Em 2000, tinha que recuperar 8 matérias. Me estressei legal. E nunca tive problema algum com minha educação no colégio. Quase nunca, e era raro, perguntar as minhas dúvidas por vergonha de perguntar. Às vezes, tinha medo do professor em me dar uma resposta não tão agradável..
Voltando ao caso da professora arrogante de Química, em 1998, ela foi substituída, mas por uma atrapalhada, sem firmeza. Era percepitível como ela ficava toda errada em momentos de clima pesado.
Outra coisa: como o aluno não poderia levar os acontecimentos de casa para a escola, o professor também não. Mas parece que eles discontavam toda suas fúrias em cima da gente. E o que se ver hoje, é que esta fúria esta cada vez maior, entre alunos e mestres. Está beirando um caos, pois o que já foi mostrado na imprensa, não está de brincadeira.
Quero poder terminar o que está pendente, mas tenho medo de voltar à salas de alas e revivier isso. Se oltar e notar que vai acontecer, me disperso, pois já não tenho mais clima nem idade pra certas infantilidades.
Mas também, entre 2000 e 2001, eu estava apaixonado por quem nem imaginava que alimentava este sentimento. Foi difícil pra mim, tomar aquela decisão, pois só estava indo ao colégio, por conta desta pessoa, pois já tinha perdido o total interesse em estudar, pois já estava numa situação irreversível de concentração praquilo.
Quantos dos alunos, hoje em dia, não estão com os mesmos sintomas que tive uns 10 anos atrás? Quantos deles, se esforçam pra estudar e acaba não tendo uma nota satisfatória no final do ano, por culpa do ensino que o mesmo teve durante o ano letivo, com um professor pseudopreparado psico e emocionalmente? E no fundo, quem é que quer receber nota baixa?
Se não quiser ser reprovado, estudem. mas quem ensina, também tem que cooperar, pois não é isso que nos últimos tempos, é o que está ocorrendo. Há muitos professores que fazem questão em reprovar aluno, só pra discontar neles, toda raiva que guarda no coração. E nos mtepos de recuperação, parece que os professores se vingam, e isso é notório.
Gostem ou não do que falei, façam uma enquete com seus alunos, de verdade.
O sistema de ensino precisa mudar. A fórmula de hoje, está desgastada, tanto para o ensino regular e talvez para o avançado. Não posso dizer como é este ensino avançado, pois me refiro as universidade e faculdades e nem sequer passei do 2º EM. Só me arrependo de não ter sido mais insitente, mas nas minhas condições e como eu tinha ficado, estava à beira de cometer uma loucura fatal.
Só depois que esfriei mais a cabeça, é que pensei melhor de ter feito isso: ter estudado as matérias que dominava bem e ter deixado as péssimas, de lado.
E talvez, este desgaste é que anda motivando ao aumento da violência nas escolas.
Não posso deixar de mencionar é algo que nada tem haver com o que falei acima: o uso de drgoas por parte dos alunos, ou até do próprio professor, seja lá o intorpercente que for. Você contrariar um drogado, é o mesmo que está cavando sua própria cova.
Vejam só o tanto de professores que estão se afastando das salas de aulas, por questões de depressão e outras síndromes.
Pra mim, só há uma solução: diminuir o número de alunos por turma. Se numa sala há 50 alunos, divide-a no meio. Será que 25 alunos ainda é muito ou é o ideal? Um caso à ser pensando.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Quarta Chapa Quente: Mr. João recebe Netinho.
Nesta 4ª-feira, dia 8 de dezembro de 2010, a banda Mr. João recebe a presença ilustrissima do cantor Netinho, no Padaria Bar.
Você de Salvador ou quem estiver de passagem pela capital baiana, não deixem de conferir este encontro de talentos.
Alvinho, vocalista da Banda Mr. João, foi backing vocal de Netinho, e garanto-lhes que conheço esta fera da nova geração da música baiana.
CONTRATE A BANDA MR. JOÃO:
Ana Sofia Valadares
55 71 8126 6947
55 71 9164 9899
Nextel ID 97*8928
MSN: sofiavaladares@hotmail.com
O melhor presente de natal: "Netinho & A Caixa Mágica"
Neste natal, presenteie a pessoa que você ama, com o melhor da magia da música baiana. O novo DVD e CD "NETINHO & A CAIXA MÁGICA" e viagem na fantasia.
À venda no próprio site de Netinho, com um precinho bem camarada.
*Não aceite produto pirateados, pois só os falsos compram produtos piratas. E "Pirata", só a música.
RESPEITEM MEUS TAMBORES!
RESPEITEM MEUS TAMBORES!, postado no dia 01º de dezembro de 2010, no site "Axezeiro", por Alvinho Pinho.
*Alvinho é cantor e compositor. É líder da banda Mr. João.
Quando tomei conhecimento das declarações de Ed Motta e Paula Lima a alguns meses atrás, sobre o “Axé Music”, fiquei pensando: Que imagem será que as pessoas tem da nossa música?
Acho que o ser-humano tem uma tendência quase que visceral de lembrar e ressaltar apenas as coisas ruins, apenas as coisas que chocam, os desastres, etc...
Me admira muito que alguns artistas (inclusive nordestinos como Fagner e Alceu Valença, que sofreram tanto preconceito no início), tão competentes e com tantos anos de estrada, tenham uma opinião tão tosca formada por alguns fragmentos de coisas que vêem na mídia. Poderíamos também classificar toda a música do Rio pelas batidas do Funk Carioca... não?
Na verdade resolvi levantar esse assunto, pelo amor que tenho pela história e pela arte da minha terra. Resolvi que falaria sobre isso em um texto meu, que pode até ser que ninguém dê importância, mas que vai estar lá, expressando a opinião de um reles mortal, cantor de AXÉ.
Sim, sou cantor de Axé, de música baiana, música de trio, do que quiserem me chamar, sou cantor! Foi em cima de um trio elétrico que aprendi a ter resistência pra cantar entre seis e oito horas seguidas, animando uma multidão de foliões que estão ali no bloco, para ter momentos de alegria. Assim como as pessoas que pagam o ingresso para ver o show deles.
Se a música baiana tomou uma mega proporção nos anos 90, e como todo movimento musical gigantesco, projetou coisas ruins... a culpa não é nossa!
Sim Paula Lima, talvez se você quisesse ganhar muito dinheiro, se tornasse cantora de Axé.... ou talvez não, né? Porquê você não teria saco pra cantar durante umas 4 horas e meia, em cima de um caminhão balançando e muitas vezes comprometendo até a sua integridade física. Você não teria saco pra um monte de gente, te dizendo o que você deve ou não cantar pra fazer a alegria do folião... não é mesmo?
Pois eu vou lhe contar que eu cantava em bar, achava que tinha aprendido tudo que um bom cantor precisava saber pra se apresentar. Vibrato, afinação, postura no palco, músicas difíceis de Chico, Caetano, Belchior, Tim, Gil entre muitos. Mas isso foi apenas o começo.
Toda a boa música que ouvi dentro de minha casa com minha família, também me deu base. Mas quando fiquei independente, foi a música Baiana, ou Axé Music, como vocês chamam, que pagou as minhas contas e me ensinou o traquejo de lidar com vários tipos de público.
Nem por isso deixei de lado o meu amor pela música... Pela arte! E hoje procuro fazer boa música sempre que posso. Inclusive em cima do Trio Elétrico.
Não podemos nivelar e generalizar nossas críticas pelos mais baixos parâmetros, penso eu!
O meu amor pela música é mais forte do que os rótulos que a mídia impõe!
O meu amor pela arte é maior do que o meu ego, pra eu achar que faço música melhor do que qualquer outro colega meu!
O meu amor pela música me faz despir de preconceitos e parar pra ouvir as bandas de pagode na Bahia tocarem, sabe por quê? Porque o balanço e o suingue dos caras é muito bom!
E já que alguns de vocês, tem como base dos seus trabalhos, a música negra; Dêem um pulinho na quadra do Ilê, por favor? Vão assistir Márcio Victor e o Psirico usando e abusando de ritmias como vocês, talvez nunca tenham visto!
Por Favor, vão assitir a Orquestra de Pagode Sambone, do meu amigo Hugo. Sem falar na Rumpilezz de Letieres Leite, que você tanto gostou e elogiou né Ed?
E digo mais! Vá ver a Banda Eva tocando no trio pra você ver que a música está ali! De mãos dadas com a multidão e “repetindo o côro em favor da alegria...”.
O que quero dizer com isso tudo é que, em nenhum lugar existe só música ruim e nem todo mundo faz música apenas pelo dinheiro, até porque se fosse assim, com certeza, eu já estaria muito rico hoje!
“Como diria Milton: “Quanto mais regional você é, mais universal você fica!”
“Música pro mundo girar!”
Saudações embaladas pelas batidas dos nossos tambores!
FONTE (link): SITE AXEZEIRO
Meu comentário: "Depois dessa, me calo, tio. Vou é dormir, rsrsrs"
*Alvinho é cantor e compositor. É líder da banda Mr. João.
Quando tomei conhecimento das declarações de Ed Motta e Paula Lima a alguns meses atrás, sobre o “Axé Music”, fiquei pensando: Que imagem será que as pessoas tem da nossa música?
Acho que o ser-humano tem uma tendência quase que visceral de lembrar e ressaltar apenas as coisas ruins, apenas as coisas que chocam, os desastres, etc...
Me admira muito que alguns artistas (inclusive nordestinos como Fagner e Alceu Valença, que sofreram tanto preconceito no início), tão competentes e com tantos anos de estrada, tenham uma opinião tão tosca formada por alguns fragmentos de coisas que vêem na mídia. Poderíamos também classificar toda a música do Rio pelas batidas do Funk Carioca... não?
Na verdade resolvi levantar esse assunto, pelo amor que tenho pela história e pela arte da minha terra. Resolvi que falaria sobre isso em um texto meu, que pode até ser que ninguém dê importância, mas que vai estar lá, expressando a opinião de um reles mortal, cantor de AXÉ.
Sim, sou cantor de Axé, de música baiana, música de trio, do que quiserem me chamar, sou cantor! Foi em cima de um trio elétrico que aprendi a ter resistência pra cantar entre seis e oito horas seguidas, animando uma multidão de foliões que estão ali no bloco, para ter momentos de alegria. Assim como as pessoas que pagam o ingresso para ver o show deles.
Se a música baiana tomou uma mega proporção nos anos 90, e como todo movimento musical gigantesco, projetou coisas ruins... a culpa não é nossa!
Sim Paula Lima, talvez se você quisesse ganhar muito dinheiro, se tornasse cantora de Axé.... ou talvez não, né? Porquê você não teria saco pra cantar durante umas 4 horas e meia, em cima de um caminhão balançando e muitas vezes comprometendo até a sua integridade física. Você não teria saco pra um monte de gente, te dizendo o que você deve ou não cantar pra fazer a alegria do folião... não é mesmo?
Pois eu vou lhe contar que eu cantava em bar, achava que tinha aprendido tudo que um bom cantor precisava saber pra se apresentar. Vibrato, afinação, postura no palco, músicas difíceis de Chico, Caetano, Belchior, Tim, Gil entre muitos. Mas isso foi apenas o começo.
Toda a boa música que ouvi dentro de minha casa com minha família, também me deu base. Mas quando fiquei independente, foi a música Baiana, ou Axé Music, como vocês chamam, que pagou as minhas contas e me ensinou o traquejo de lidar com vários tipos de público.
Nem por isso deixei de lado o meu amor pela música... Pela arte! E hoje procuro fazer boa música sempre que posso. Inclusive em cima do Trio Elétrico.
Não podemos nivelar e generalizar nossas críticas pelos mais baixos parâmetros, penso eu!
O meu amor pela música é mais forte do que os rótulos que a mídia impõe!
O meu amor pela arte é maior do que o meu ego, pra eu achar que faço música melhor do que qualquer outro colega meu!
O meu amor pela música me faz despir de preconceitos e parar pra ouvir as bandas de pagode na Bahia tocarem, sabe por quê? Porque o balanço e o suingue dos caras é muito bom!
E já que alguns de vocês, tem como base dos seus trabalhos, a música negra; Dêem um pulinho na quadra do Ilê, por favor? Vão assistir Márcio Victor e o Psirico usando e abusando de ritmias como vocês, talvez nunca tenham visto!
Por Favor, vão assitir a Orquestra de Pagode Sambone, do meu amigo Hugo. Sem falar na Rumpilezz de Letieres Leite, que você tanto gostou e elogiou né Ed?
E digo mais! Vá ver a Banda Eva tocando no trio pra você ver que a música está ali! De mãos dadas com a multidão e “repetindo o côro em favor da alegria...”.
O que quero dizer com isso tudo é que, em nenhum lugar existe só música ruim e nem todo mundo faz música apenas pelo dinheiro, até porque se fosse assim, com certeza, eu já estaria muito rico hoje!
“Como diria Milton: “Quanto mais regional você é, mais universal você fica!”
“Música pro mundo girar!”
Saudações embaladas pelas batidas dos nossos tambores!
FONTE (link): SITE AXEZEIRO
Meu comentário: "Depois dessa, me calo, tio. Vou é dormir, rsrsrs"
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
PC's tudo em 1: será que compensa? - 2
A respota é: NÃO.
Meus pais, aproveitando que foram saber da situação do meu monitor LCD que apresentou problema e saber por quanto sairia o conserto, comentaram sobre eses computadores "tudo em 1".
Foi o mesmo pensamento que comentei no post abaixo: "e na hora do defeito, como fica?"
Não, prefiro comprar uma placa-mãe nova e tudo novo, caso um dia precise substituir, usando o mesmo gabinete.
Só que infelizmente, as fábricas, vendo este novo modelo de computador, preferirão lançar máquinas agora assim, para mais comodidade do usuário. Mas por favor, usuário, não "se apaixone" por máquinas assim. Elas até podem diminuir a fiação que fica, mas pense bem na hora de um possível defeito, num PC "tudo em 1". É como se fosse um notebook ou netbook, que já é um "tudo em 1".
Antes um emaranhado de fios, do quê sem fio algum nem computador.
E quanto ficou o orçamento do conserto do meu monitor? R$: 19,00, aproximadamente. Depois de 2 anos de uso, vou agora para o meu 2º monitor LCD, o 3º só neste computador. Portanto, assim que voltou pra casa, foi direto para sua caixa, como fiz com a minha televisão.
Meus pais, aproveitando que foram saber da situação do meu monitor LCD que apresentou problema e saber por quanto sairia o conserto, comentaram sobre eses computadores "tudo em 1".
Foi o mesmo pensamento que comentei no post abaixo: "e na hora do defeito, como fica?"
Não, prefiro comprar uma placa-mãe nova e tudo novo, caso um dia precise substituir, usando o mesmo gabinete.
Só que infelizmente, as fábricas, vendo este novo modelo de computador, preferirão lançar máquinas agora assim, para mais comodidade do usuário. Mas por favor, usuário, não "se apaixone" por máquinas assim. Elas até podem diminuir a fiação que fica, mas pense bem na hora de um possível defeito, num PC "tudo em 1". É como se fosse um notebook ou netbook, que já é um "tudo em 1".
Antes um emaranhado de fios, do quê sem fio algum nem computador.
E quanto ficou o orçamento do conserto do meu monitor? R$: 19,00, aproximadamente. Depois de 2 anos de uso, vou agora para o meu 2º monitor LCD, o 3º só neste computador. Portanto, assim que voltou pra casa, foi direto para sua caixa, como fiz com a minha televisão.
PC's tudo em 1: será que compensa?
Tenho percebido que após o lançamento da Apple, de um PC desktop, do tipo, tudo em 1, sem a presença do famoso gabinete para abrigar parte dos componentes, como a placa-mãe, etc., estão começando a aparecer agora com outras empresas do ramo de informática.Mais prático e sem mais aquele embolo de fios se entrelaçando por trás dos móveis, que deixa a gente maluco quando temos que fazer uma faxina no ambiente, com tantos desconecta/conecta fios aqui e alí, já seria ou é de uma agilidade favorável..
Só que uma coisa me chamou atenção neste novo formato de computador de mesa, tudo em 1: E se der um problema, como fica?
Tenho 3 computadores em casa, e cada um já apresentaram problemas. Já tive drive de CD/DVD com sua vida útil vencida. já tive teclado, mouse e caixas de sons que deixaram de funcionar, mas esses são os mínimos e os acessórios mais baratos e práticos de substituição. Já tive e até estou tendo um nmonitor de plasma/LCD agora, que apresentou um problema de tela branca. Como já tive que substituir uma placa-mãe de um desses computadores, enfim, aí me fiz esta pergunta: "E na hora de um problema, como fica?"
Quem já possuiu aparelhos de TV que vinha com vídeocasste ou DVD já acoplado, para ganhar mais espaço no móvel? E na hora que os mesmos apresentaram um problema, como foi? Só quem passou por esta experiência podem me responder. Sempre tive vontade de ter aparelhos assim, mais ágeis, com tudo logo acoplado, mas ouvindo relatos de pessoas que possuíram, não teve nada de vantajoso.
Quem me garante que o drive de DVD destes computadores, tudo em 1, possa ter uma substituição por outro, como fazemos com os atuais computadores de mesa? Neste caso, é só abrir o gabinente, desconectar os cabos, desparafusá-los e trocar por outro drive substituto. O mesmo com o monitor e até mesmo com a própria placa-mãe, caso um dia, ela venha a deixar de funcionar, como até a própria fonte de energia.
Estou aqui, numa tentação de adquirir um novo Desktop, agora um desses novos modelos. E um me chamou atenção, e é da fábrica "Positivo": recebe sinal de TV e rádio FM. Só que neste caso, o Windows 7 é o Starter, e esta versão não me agrada, mesmo sem ter nunca utilizado, pois ela é bem limitada nas funções. No meu caso, tem que ser um "Professional", mas só instalar, né?
Mas mesmo assim, fico irredutível: será que compensar compra um tudo em 1, e na hora de um problema, vai tudo pra assistência. E se não tiver mais condições de consertar, perde-se tudo, não só o monitor, como todo o computador, né?
Então, veremos aí os comentários de pessoas que já adquiriram ou comprarão um modelo tudo em 1 desses e er o resultado depois.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
FW: A todos...
A TODOS ..........
A todos os amigos(as) que me mandaram correntes que prometiam fortuna e dinheiro em 2010 aviso que:
NÃO ESTÃO FUNCIONANDO!!!
Por isso, para 2011 e os anos seguintes, mandem o dinheiro diretamente!
NÃO ESTÃO FUNCIONANDO!!!
Por isso, para 2011 e os anos seguintes, mandem o dinheiro diretamente!
*Por favor, evitem enviar e-mail's de conteúdo duvidoso, do tipo: corrente milagrosas, mensagens evangélicas, ajuda de sumido de conhecido, de sorte, azar, etc, pois não as leio de forma alguma. É chegando e deletando, sem lê.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Melhorar meu humor? Sem amor, meio complicado.
... Taí, uma coisa que tento, mas não adianta. Faço todo o meu possível para ser bem humorado, e quando estou no estágio de felicidade extrema, sempre me aparece alguma coisa pra me mudar drasticamente de humor.
Um exemplo disso está nos 6 primeiros meses deste ano e o seis últimos meses. Nunca vi uma pessoa, como eu, de nunca usufruir de uma felicidade mais demorada. O bom humor, está presente nos momentos felizes. Só que comigo, isso só ocorre somente no exato momento em que estou me divertindo.
Meu humor é o oposto do meu pai. Ele é bem humorado. Bem humorado até demais pro meu gosto. Chega até ser palhaço. Já eu, não... Tendo ser, mas não sou uma pessoa bem humorada.
Muitos do meu textos aqui escritos, devem notar-se que só são reclamações. Não tem como ficar acreditando que a vida é bela se a verdade é feia.
A verdade é dura e nada feliz. As pessoas tentam, de certa forma, burlar um pouco essas verdades, pra não sofrer e vão atrás de sua felicidade onde achar que pode ser encontrada ou com quem está guardada.
Devo admitir que sou mal humorado, por natureza. Sou o oposto do meu pai. Apesar de ser do Ceará, terra do humor, não gosto de palhaçadas.
Só eu sei, em momentos de descontração dentro de uma sala de aula, quando nos aparecem aqueles imprevistos engraçados mesmo, via 45 pessoas sorrindo e eu só na minha, sério. Algumas vezes até me pediram: "Sorrir, Bruno. Acha graça.." E eu lá, todo sério.
Tento melhorar o meu humor, mas aqui em casa, é difícil, pois ninguém entra num acordo comigo, ou melhor, com a minha personalidade. Ninguém entende que sou exigente e cobro sempre por tudo que foi prometido à mim, mesmo que contestem depois sobre o que falei.
Agora à pouco, uma situação me elevou meu humor e me foi comentado que deveria mudar isso. E quando acho que está errado, meu comentário é bem sincero: "Mas tu é burro mesmo, viu..." Até eu, quando erro nas coisas, me cobro, fico muito mal mesmo e até desisto, quando os erros persistem.
Este meu mal humor vem desde o período de colégio, principalmente quando desisti de continuar estudando e parei com tudo.
Hoje, dentro de mim, sei muito bem os motivos deste meu mau humor, porque pra mim, as portas se fecharam e o meu tempo foi perdido, por erro meu. Por falta de paciência, das burrices que fiz no passado. Se nada disso tivesse ocorrido, talvez hoje, teria um humor melhor - ou pior - mas se esta é a minha natureza, tenho que respeitá-la e disso, impor respeito à mim mesmo, até porque, não gosto de palhaçadas além do permitido.
Se não gosta de me verem mal humorado, faça as coisas da forma certa, porque se ver e achar, da minha visão, que está errada, vou comentar mais cedo ou mais tarde. E se não consertar, ficarei insistindo até corrigir, mesmo que se torne tarde.
Confesso: nesses últimos seis meses, não encontrei mais nenhum motivo pra sorrir, do jeito que sorria na primeira metade deste ano. Só irritação atrás de irritação. Sou um estressado em pessoa.
Melhorar de humor? Meio complicado... Nem se ganhar na megasena ou se realizar meus objetivos de forma que sonho.
Mas se querem um resumo melhor: pode ser que meu mal humor seja relacionado à falta de amor.
...
Eu ia encerrar o post até o último parágrafo acima. Aí me veio outra questão: "O amor, é capaz de mudar o humor das pessoas ou só alimenta mais o mal humor, quando a relação avança pelos anos seguintes?"
Pelo que ando vendo aí, muitas pessoas estão mal humoradas no amor. Então, será que meu mal humor pode ser falta de amor? Pois se não sabem, já tive alguns amores. Mas em todas as situações, sempre acabo de mal humor no final.
Um exemplo disso está nos 6 primeiros meses deste ano e o seis últimos meses. Nunca vi uma pessoa, como eu, de nunca usufruir de uma felicidade mais demorada. O bom humor, está presente nos momentos felizes. Só que comigo, isso só ocorre somente no exato momento em que estou me divertindo.
Meu humor é o oposto do meu pai. Ele é bem humorado. Bem humorado até demais pro meu gosto. Chega até ser palhaço. Já eu, não... Tendo ser, mas não sou uma pessoa bem humorada.
Muitos do meu textos aqui escritos, devem notar-se que só são reclamações. Não tem como ficar acreditando que a vida é bela se a verdade é feia.
A verdade é dura e nada feliz. As pessoas tentam, de certa forma, burlar um pouco essas verdades, pra não sofrer e vão atrás de sua felicidade onde achar que pode ser encontrada ou com quem está guardada.
Devo admitir que sou mal humorado, por natureza. Sou o oposto do meu pai. Apesar de ser do Ceará, terra do humor, não gosto de palhaçadas.
Só eu sei, em momentos de descontração dentro de uma sala de aula, quando nos aparecem aqueles imprevistos engraçados mesmo, via 45 pessoas sorrindo e eu só na minha, sério. Algumas vezes até me pediram: "Sorrir, Bruno. Acha graça.." E eu lá, todo sério.
Tento melhorar o meu humor, mas aqui em casa, é difícil, pois ninguém entra num acordo comigo, ou melhor, com a minha personalidade. Ninguém entende que sou exigente e cobro sempre por tudo que foi prometido à mim, mesmo que contestem depois sobre o que falei.
Agora à pouco, uma situação me elevou meu humor e me foi comentado que deveria mudar isso. E quando acho que está errado, meu comentário é bem sincero: "Mas tu é burro mesmo, viu..." Até eu, quando erro nas coisas, me cobro, fico muito mal mesmo e até desisto, quando os erros persistem.
Este meu mal humor vem desde o período de colégio, principalmente quando desisti de continuar estudando e parei com tudo.
Hoje, dentro de mim, sei muito bem os motivos deste meu mau humor, porque pra mim, as portas se fecharam e o meu tempo foi perdido, por erro meu. Por falta de paciência, das burrices que fiz no passado. Se nada disso tivesse ocorrido, talvez hoje, teria um humor melhor - ou pior - mas se esta é a minha natureza, tenho que respeitá-la e disso, impor respeito à mim mesmo, até porque, não gosto de palhaçadas além do permitido.
Se não gosta de me verem mal humorado, faça as coisas da forma certa, porque se ver e achar, da minha visão, que está errada, vou comentar mais cedo ou mais tarde. E se não consertar, ficarei insistindo até corrigir, mesmo que se torne tarde.
Confesso: nesses últimos seis meses, não encontrei mais nenhum motivo pra sorrir, do jeito que sorria na primeira metade deste ano. Só irritação atrás de irritação. Sou um estressado em pessoa.
Melhorar de humor? Meio complicado... Nem se ganhar na megasena ou se realizar meus objetivos de forma que sonho.
Mas se querem um resumo melhor: pode ser que meu mal humor seja relacionado à falta de amor.
...
Eu ia encerrar o post até o último parágrafo acima. Aí me veio outra questão: "O amor, é capaz de mudar o humor das pessoas ou só alimenta mais o mal humor, quando a relação avança pelos anos seguintes?"
Pelo que ando vendo aí, muitas pessoas estão mal humoradas no amor. Então, será que meu mal humor pode ser falta de amor? Pois se não sabem, já tive alguns amores. Mas em todas as situações, sempre acabo de mal humor no final.
Puta que pariu 2000
Porque Deus faz isso comigo? Pessoas de quem gosto, e sempre quero tê-las mais próximo de mim, só faz ficarmos cada dia mais distante, e pessoas que quero vê-las bem distantes de mim, faz com quê cruzem direto na minha frente e fiquem mais próximas.
Se realmente existir um ser superior, como dizem existir, porque que nada comigo é do jeito que desejo que fosse? E olhe que há pessoas que tem tudo que deseja. Comigo, tudo é ao contrário.
.... PUTA QUE PARIU 2000 !!!
Visitas crescentes
Esta semana, reativei um comando de número de visitantes, no menu ao lado, pois estava dando erro, e percebi que os números de visitas crescem rápido.
Estou sempre de plantão aqui no meu blog.
Mas lembrando que comentários anônimos, está desativado para este blog.
Estou sempre de plantão aqui no meu blog.
Mas lembrando que comentários anônimos, está desativado para este blog.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Monitor ficou branco
Abaixo, meus "tweets" que escrevi no Twitter, em relação ao acontecimento de hoje, com o meu monitor LCD, da Samsung. A tela ficou simplesmente branca, sem mais nem menos.
Achei que fosse o cabo, pois liguei meu PC no seu antigo monitor, que foi comprado junto com ele, em julho de 2006. Achando que fosse o cabo de transferência de imagem, fui comprar uma nova, por R$ 15. E mesmo com a nova, a brancura se manteve.
Devolver o cabo recém comprado? Já fica na reserva. Depois vou testar o cabo que achei que tivesse ficado com defeito, no outro monitor LCD, no computador da minha mãe.
Agora vou ter que providênciar um conserto pra este monitor. Mais gastos quando já não se tem. Será que LCD tem conserto ou é descartável? A única salvação para isso, é o meu PC Win 98 pifar de vez, rsrsrs...
# A tela ficou branca sem + nem -, mesmo fazendo o boot várias vezes, como fiz no domingo e 2ª-feira, quando apresentou comportamento estranho about a minute ago
# Agora, não me lembro se este monitor LCD da Samsung, já está com 1 ou 2 anos de uso, porque sinceramente, não me recordo... 2 anos, já?! 3 minutes ago
# É... monitor LCD da #Samsung, ficou de branco, mesmo com cabo novo. Tive que voltar à usar o meu monitor original pra este PC, um CRT. 5 minutes ago
# Descoberto o problema, por mim mesmo: Não tem nada haver com placa-mãe. Testei o PC em outro monitor e tudo normal. Deve ser o cabo/monitor. about an hour ago
# Os mesmos sintomas que ocorrem no meu, ocorreram logo no início com o PC da minha mãe. O resultado: sujeira no cooler. Pô, limpei ontem. about 2 hours ago
# Estou no XP da minha mãe e estou sem carro pra ir à assistência. Deve ser sujeiria do processador, já que não sei tirar o cooler do meu PC. about 2 hours ago
# Sempre e a imagem siumia, resetava e voltava ao normal. Agora não voltou a imagem, nem com um reset. Até no boot a tela é branca. about 2 hours ago
# Era só o que me faltava: meu PC XP entrou em transe. Tá tudo branco na tela. Desde anteontem que ele apagava na minha frente e tela com cor. about 2 hours ago
Achei que fosse o cabo, pois liguei meu PC no seu antigo monitor, que foi comprado junto com ele, em julho de 2006. Achando que fosse o cabo de transferência de imagem, fui comprar uma nova, por R$ 15. E mesmo com a nova, a brancura se manteve.
Devolver o cabo recém comprado? Já fica na reserva. Depois vou testar o cabo que achei que tivesse ficado com defeito, no outro monitor LCD, no computador da minha mãe.
Agora vou ter que providênciar um conserto pra este monitor. Mais gastos quando já não se tem. Será que LCD tem conserto ou é descartável? A única salvação para isso, é o meu PC Win 98 pifar de vez, rsrsrs...
# A tela ficou branca sem + nem -, mesmo fazendo o boot várias vezes, como fiz no domingo e 2ª-feira, quando apresentou comportamento estranho about a minute ago
# Agora, não me lembro se este monitor LCD da Samsung, já está com 1 ou 2 anos de uso, porque sinceramente, não me recordo... 2 anos, já?! 3 minutes ago
# É... monitor LCD da #Samsung, ficou de branco, mesmo com cabo novo. Tive que voltar à usar o meu monitor original pra este PC, um CRT. 5 minutes ago
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# Era só o que me faltava: meu PC XP entrou em transe. Tá tudo branco na tela. Desde anteontem que ele apagava na minha frente e tela com cor. about 2 hours ago
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