Como sabemos, o Brasil é um mundo de ritmos variados de músicas. São tantas, que há bandas que se confundem, de tão parecidas que ficam.
Também há vários gostos por esses estilos. tem gente que gosta só de axé. só de forró, só de pagode, só de sertanejo, só de MPB, de rap, de funk, etc. Mas também há os ecléticos, que curtem um pouco de tudo.
Mas só que não dá, nem sempre dá pra gostar de exatamente tudo.
Há cantores que pecam em sua sonoridade. Outros, até nos surpreendem. Mas o que o que mais chama atenção é o sucesso de canções nem nexo.
Tá certo, nem sempre tudo nos agradam, por isso que meu rádio raramente é sintonizado nas FM's.
Não gosto de ouvir sertanejo, salvo uma ou duas duplas, mas não de ficar comprando discos. Também não me desce alguns rap's, sambas, pagodes...
O conteúdo nas letras, hoje em dia, também ajuda a piorar a situação. Como sempre falo, forró, é um dos último ritmos que tolero - só fica na lanterna, as canções evangélica, mas bem lá atrás mesmo - por conta do abuso dos temas bebida e sexo, influenciando os "forrozeiros" à consumirem e executar tal ação. Além de interferir nos repetórios de cantores baianos, que nos seus shows, apimentam com essas músicas.
Não sou contra um estilo ser gravado ou executado em shows em outro ritmo. Não podemos esquecer que o axé passou por períodos de queda de qualidade, ainda mais com o a chegada dessas bandas chamadas de "suingueiras".
Recebi um comentário de um vídeo meu de mais sucesso, no Youtube - na música "Milla" - de lhe dei toda a razão em suas palavras.
Acho que as rádio focalizam mais um determinado ritmo musical, nas regiões de origem, com tanta força, que se centralizam em certas regiões do Brasil, não mais abrindo mais tanto espaço para outros estilos. No nordeste, predomina o forró. No centro-oeste, o sertanejo. No sudeste, tambem sertanejo e aqueles rap's. No norte - vou chutar - o carimbó, calypso... Mas não acontece, hoje em dia, o que acontecia antes: um certo equilíbrio nisso tudo, porque você abrir o rádio, e ouvir sempre as mesmas coisas, haverá um momento que enoja.
Só que com nos últimos tempos, eu estou tendo que quebrar certos preconceitos com alguns estilos musicais, como o forró. Nunca gostei, e tá longe de me tornar fã. Mas pelo menos, ter uma tolerância em ouvir em certos shows, ou até mesmo, no rádio ou nas trilhas de novelas, que é outro meio para se quebrar esses preconceitos.
Tem momentos que, antes, eu jamais nem ousaria em cantar trechos de uma música de forró, de sertanejo, de funk, mas hoje, sem querer, me pego cantarolando um "Alô, tô num bar", que até eu me espanto.
Um exemplo, eu não gostei de que Netinho tenha gravado duas músicas em seus CD's, que critiquei: "Cumade e Cumpade" e "Cumendo Água", mas tive que aceitar. Não que me acostumei com elas, mas nem mesmo um ídolo não pode agradar a todos à toda hora. E sempre teclo neste mesmo assunto.
Se antes, era percepitível que cada um ficava em seu lugar, hoje tudo está se globalizando. Antes, era mais fácil ouvir bandas de forró regravando os sucessos de outros artistas, e com isso, ganhavam fama. Não havia nenhuma criatividade deles em mostrar uma canção que não falasse de "uma Hylux". Só que nos últimos tempos, a galera da Bahia tem gravado "Aviões", "Saia Rodada", me surpreendendo mesmo de como as coisas se inverteram.
Mas se o mundo se globalizou, porque as musicalmente não?
É forró virando axé. Axé se tornando sertanejo. Sertanejo em forma de bossa-nova. Bossa-nova como um rap, e com isso, a música vai se renovando. Mas por favor, queremos ouvir música, não pornografias, por se for pra ouvir, já basta ver.
Não curto nem gosto de internacional, porque antes de gostar do povo lá de fora, primeiro tenho que conhecer o que rola aqui dentro e dar valor ao que é nacional, da minaha terra, da minha pátria. Caso nossa música se torne um bordel auditivo, aí sim, parto para outras terras, mas não evito de ouví-los.
Viagem, enquanto podemos.
Chegando em Fortaleza, pela orla marítima. (Junho 2019)
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sábado, 30 de janeiro de 2010
Abadás
Desde quando comecei a participar de certos eventos, alguns deles contaram com o uso de abadás. Tenho ao todo, 8 abadás e o 9º está vindo agora com o Olinda Beer 2010.
Mas olhando pra eles, antigamente os abadás não eram tão bonitos assim. Talvez até mais coloridos. Hoje estão melhores com as camisetas, no lugar daquelas "mortalhas", que mais pareciam camisolões.
Outro adereço de sumiu das micaretas foram aquelas "mamãe-sacodes". No lugar, são as câmeras fotográficas ou latas de cervejas.
Infelizmente, nunca participei de micaretas antes de 2006 e não tenho como dá uma opinião mais detalhada das mudanças, mas já vi como elas eram. Muito melhor de agora.
Eu não me disfarço delas. Algumas eu uso, outras não e estão guardadas. Eu até gosto, porque cada abadá, é uma história de cada evento que fui. A grande maioria tem relação com Netinho, só duas que não.
Mas olhando pra eles, antigamente os abadás não eram tão bonitos assim. Talvez até mais coloridos. Hoje estão melhores com as camisetas, no lugar daquelas "mortalhas", que mais pareciam camisolões.
Outro adereço de sumiu das micaretas foram aquelas "mamãe-sacodes". No lugar, são as câmeras fotográficas ou latas de cervejas.
Infelizmente, nunca participei de micaretas antes de 2006 e não tenho como dá uma opinião mais detalhada das mudanças, mas já vi como elas eram. Muito melhor de agora.
Eu não me disfarço delas. Algumas eu uso, outras não e estão guardadas. Eu até gosto, porque cada abadá, é uma história de cada evento que fui. A grande maioria tem relação com Netinho, só duas que não.
Imagem meramente ilustrativa.
Nunca participei diretamente dos eventos com Asa de Águia.
Nunca participei diretamente dos eventos com Asa de Águia.
Bloqueados
Agora, todos os comentários denominados anônimos, estão bloqueados. Se você tem uma "conta google", mostre a sua marca.
Será que vinga? Vamos ver no que vai dar.
Eita... Estou aqui pensando numa coisa pro próximo final de semana. Será que dará tempo pra fazer todo um trajeto, sem ter que sacrificar um evento agendado pela tarde?
Já estou imaginando aquela correria, e os imprevistos que poderão acontecer no próximo domingo.
Vamos ver no que vai dar neste resultado final, porque ainda não estou convencido se esta participação se manterá, apesar de toda a divulgação.
O povo daqui de Recife - falo de certas pessoas da turma - já estão anciosos pelo evento, só por conta desta participação especial.
Já estou imaginando aquela correria, e os imprevistos que poderão acontecer no próximo domingo.
Vamos ver no que vai dar neste resultado final, porque ainda não estou convencido se esta participação se manterá, apesar de toda a divulgação.
O povo daqui de Recife - falo de certas pessoas da turma - já estão anciosos pelo evento, só por conta desta participação especial.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Você está me evitando
(Bruno Rhavani - 29.01.2010, 23:43)
Ei, rapaz
Eu falo é com você
Você não me deu mais ouvidos
Já me chamou de atrevido,
Em outros termos
Não responde os meus recados
Nunca curte os meus avisos
Agora ando de coração sentido
Na dúvida de que mal que lhe causei
Sem entender certos motivos
Me pergunto:
- Onde foi que errei?
- O que foi que te falei?
Se continuar assim
Me tratando em desigual aos outros
Pulando-me, evitando-me
Não tem como ficar mais
Divulgando-te ao mundo.
Sinto falta de como era antes
Uma amizade não pode ser destruída
Por causa de certas palavras excusas.
Ei, rapaz
Eu falo é com você
Você não me deu mais ouvidos
Já me chamou de atrevido,
Em outros termos
Não responde os meus recados
Nunca curte os meus avisos
Agora ando de coração sentido
Na dúvida de que mal que lhe causei
Sem entender certos motivos
Me pergunto:
- Onde foi que errei?
- O que foi que te falei?
Se continuar assim
Me tratando em desigual aos outros
Pulando-me, evitando-me
Não tem como ficar mais
Divulgando-te ao mundo.
Sinto falta de como era antes
Uma amizade não pode ser destruída
Por causa de certas palavras excusas.
Falta de Respostas
(Bruno Rhavani - 29.01.2010, 23:20)
Se falas com alguém
Você aguarda resposta
Não importa como será
Pode ser longa ou curta
Pode vir sincera ou maluca
Mas se você falou comigo
Hei de responder os seus objetivos
Nem que seje com um beijo ou um sorriso
Mas num desejo de um forte abraço
Te mando saúde e se livre de um perigo.
Uma resposta ao amigo
É sinal de respeito até consigo
Uma resposta de um ídolo
É mais outro sorriso garantido
No rosto daquele fã assíduo
Uma resposta ao inimigo
É sinal de que a força está contigo e comigo
Mas ficar sem respotas
Por vários anos
Sem entendimento e sem motivo
Só para call centers das telefônias
Ou estabelecimentos públicos e governamentais
Mas se o caso não for em cobrar
É sinal que aquela relação
Corre um grande risco
De enfraquecer uma grande admiração
Cosntruída nos últimos anos corridos
Uma atenção que nos é dada
Sem compromisso e com carinho
Muitos serão os bons momentos
Compartilhados e experiências dividas
Mas uma resposta que é negada
Levam quando abusam nas palavras
Mas quando o caso não for este
Não sei o porque se recolher
Como um lixo jogado debaixo do tapete
Durante o decorrer desta trilha
Caminhos tortuosos surgirão nas encruzilhadas
Na falta de uma simples resposta
Há uma pergunta ou um simples bobo comentário
Alguém ficará sem a decisiva informação precisa
Do correto caminho que nos levam
Em direção à um belo jardim.
Tudo por causa de uma simples
Falta de respostas.
Se falas com alguém
Você aguarda resposta
Não importa como será
Pode ser longa ou curta
Pode vir sincera ou maluca
Mas se você falou comigo
Hei de responder os seus objetivos
Nem que seje com um beijo ou um sorriso
Mas num desejo de um forte abraço
Te mando saúde e se livre de um perigo.
Uma resposta ao amigo
É sinal de respeito até consigo
Uma resposta de um ídolo
É mais outro sorriso garantido
No rosto daquele fã assíduo
Uma resposta ao inimigo
É sinal de que a força está contigo e comigo
Mas ficar sem respotas
Por vários anos
Sem entendimento e sem motivo
Só para call centers das telefônias
Ou estabelecimentos públicos e governamentais
Mas se o caso não for em cobrar
É sinal que aquela relação
Corre um grande risco
De enfraquecer uma grande admiração
Cosntruída nos últimos anos corridos
Uma atenção que nos é dada
Sem compromisso e com carinho
Muitos serão os bons momentos
Compartilhados e experiências dividas
Mas uma resposta que é negada
Levam quando abusam nas palavras
Mas quando o caso não for este
Não sei o porque se recolher
Como um lixo jogado debaixo do tapete
Durante o decorrer desta trilha
Caminhos tortuosos surgirão nas encruzilhadas
Na falta de uma simples resposta
Há uma pergunta ou um simples bobo comentário
Alguém ficará sem a decisiva informação precisa
Do correto caminho que nos levam
Em direção à um belo jardim.
Tudo por causa de uma simples
Falta de respostas.
Minha Timidez
(Bruno Rhavani - 29 de janeiro de 2010, 21:46)
Posso ser tímido
Não falar no momento
O que sinto
Seja por medo,
Seja por vergonha,
Mas não minto
Com os meus sentimentos distintos
Posso deixar de abrir o coração
Só pra não viver na solidão
Ou alimentar uma grande ilusão
Dentro de um mundo de segredos que criei
Tudo isso, é também como proteção
Proteção de me envolver demais
E me enganar nas fantasias
Proteção em cuidar da minha louca paixão
Mas descuidar do meu coração
Só que viver sobre esta proteção
Deixo minha timidez dominar-me
E deixar de enfrentar um grande amor
Por medo de uma reação
Medo de magoar e ser magoado
Medo de amar e não ser amado
Medo de falar que te amo
E ficar sem respostas, por vários anos
Posso ser tímido
Não falar no momento
O que sinto
Seja por medo,
Seja por vergonha,
Mas não minto
Com os meus sentimentos distintos
Posso deixar de abrir o coração
Só pra não viver na solidão
Ou alimentar uma grande ilusão
Dentro de um mundo de segredos que criei
Tudo isso, é também como proteção
Proteção de me envolver demais
E me enganar nas fantasias
Proteção em cuidar da minha louca paixão
Mas descuidar do meu coração
Só que viver sobre esta proteção
Deixo minha timidez dominar-me
E deixar de enfrentar um grande amor
Por medo de uma reação
Medo de magoar e ser magoado
Medo de amar e não ser amado
Medo de falar que te amo
E ficar sem respostas, por vários anos
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Saúde é direito de todos, mas custa caro?
Gente, do que adianta ter um grande hospital público de referência, se quando somos encaminhados pra lá, na esperança de ser logo tratado/operado, temos que "dar passagem" para quem tem mais urgência.
Claro, não tiro o direito de quem tem prioridade no atendimento, mas porque não há uma área para médio e pequenos portes, como os atendimentos de certas fraturas, ao invés de deixar o pacientes por 5 dias para operar uma fratura no fêmu, ocasionada por um acidente de moto?
Saúde é direito de todos, mas será que se tem que pagar caro mesmo, para ter um atendimento mais privilegiado? E talvez, nem isso.
Não confio e/ou acredito em nada público, por mais que seje o meu direito.
Claro, não tiro o direito de quem tem prioridade no atendimento, mas porque não há uma área para médio e pequenos portes, como os atendimentos de certas fraturas, ao invés de deixar o pacientes por 5 dias para operar uma fratura no fêmu, ocasionada por um acidente de moto?
Saúde é direito de todos, mas será que se tem que pagar caro mesmo, para ter um atendimento mais privilegiado? E talvez, nem isso.
Não confio e/ou acredito em nada público, por mais que seje o meu direito.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Informação errada... "Menina" nunca foi tema de Açucena, em "Tropicaliente", mas de outra persoangem.
Que insistência de publicarem que a música "Menina", com Netinho, que foi tema da novela "Tropicaliente", exibida em 1994, foi tema de Açucena (Carolina Dieckmman). A informação tá errada, e vou sempre insistir nesta questão.
Já reclamei em um site de Aracaju, que deu a mesma informação. A música "Menina", foi tema da personagem Amanda (Paloma Duarte).
O tema da personagem Açucena, foi uma canção do Roberto Carlos, chamada de, "Tanta Solidão".
E se tiverem dúvidas, vou até colocar aqui, a seleção de temas de novelas com Netinho e de qual personagem foi tema.
01 - "A Vida é Festa", tema da novela "Mulheres de Areia", exibida entre 01º de fevereiro à 25 de setembro de 1993. Não teve um personagem específico, e temas assim são conhecidos como temas de locação, onde só aparecem as imagens das paisagens.
02 - "Menina", tema da novela "Tropicaliente", exibida entre 16 de maio à 31 de dezembro de 1994. A canção foi tema da personagem Amanda (Paloma Duarte). A mesma novela foi reprisada entre os dias de 20 de março à 07 de julho de 2000, no "Vale a Pena Ver de Novo".
03 - "Como?", tema da novela "História de Amor", exibida entre 03 de julho de 1995 à 02 de março de 1996. A canção foi tema da novela da personagem Scheila (de Lilia Cabral), que como na capa da trilha nacional de "Tropicaliente", também estampou a capa. A mesma novela reprisou no "Vale a Pena Ver de Novo", entre os dias 10 de dezembro de 2001 à 28 de junho de 2002.
04 - "Caso Sério", tema da novela "Malhação", na temporada de 1996. Foi tema do casal principal desta temporada, Joana e Hugo (de Samantha Monteiro/Dalsoglio e Marcos Frota, respectivamente).
05 - "Você é Linda", também tema da novela "Malhação", na temporada de 1997. Desta vez, o casal de personagens foram Débora e Dado (respectivamente, Karina Barum e Cláudio Heinrich).
06 - "Pra Te Ter Aqui", tema da novela "Corpo Dourado", exibida entre os dias 12 de janeiro à 22 de agosto de 1998, e reprisada no "Vale a Pena Ver de Novo", entre os dias 12 de janeiro à 04 de junho de 2004, também foi outra música que não teve um personagem específico. Era ela quem dava anunciava que a novela iria ou voltava do intervalo, além de ser somente um tema de locação.
07 - "Indecisão", tema da novela "Andando nas Nuvens", exibida entre os dias 22 de março à 06 de novembro de 1999, foi tema dos personagens Aléx e Oneide (Otávio Augusto e Isabela Garcia, respectivamente).
08 - "'O Surdato 'Nnammurato", tema da novela "Terra Nostra", exibida entre os dias 20 de setembro de 1999 à 03 de junho de 2000, foi tema da personagem Paola (Maria Fernanda Cândido). A mesma novela foi reprisada logo em seguida de "Corpo Dourado", no "Vale a Pena Ver de Novo", entre os dias 07 de junho à 05 de novembro de 2004.
09 - "Química Perfecta", foi tema de duas novelas:
"Salsa & Merengue", entre os dias 30 de setembro de 1996 à 03 de maio de 1997. Esteve presente numa trilha complementar desta novela, onde as músicas não tinha um personagem específico, como aconteceu em "As Filhas da Mãe", exibida entre 27 de agosto de 2001 à 19 de janeiro de 2002, onde desta vez, a música foi tema do casal, Aurora e Manolo 9de Cláudia Ohana e Tony Ramos.
10 - "Intuição", foi a única música em trilha de novelas fora da Rede Globo. Foi um tema de locação na novela da Record, "Vidas Cruzadas", gravada em Recife/PE e exibida entre os dias 20 de novembro de 2000 à 16 de abril de 2001.
Esta aqui, é só uma prova de que tudo que é relacionado à Netinho, presto sempre muita atenção. Qual o outro fã que poderia repassar todas essas informações?
Já reclamei em um site de Aracaju, que deu a mesma informação. A música "Menina", foi tema da personagem Amanda (Paloma Duarte).
O tema da personagem Açucena, foi uma canção do Roberto Carlos, chamada de, "Tanta Solidão".
E se tiverem dúvidas, vou até colocar aqui, a seleção de temas de novelas com Netinho e de qual personagem foi tema.
01 - "A Vida é Festa", tema da novela "Mulheres de Areia", exibida entre 01º de fevereiro à 25 de setembro de 1993. Não teve um personagem específico, e temas assim são conhecidos como temas de locação, onde só aparecem as imagens das paisagens.
02 - "Menina", tema da novela "Tropicaliente", exibida entre 16 de maio à 31 de dezembro de 1994. A canção foi tema da personagem Amanda (Paloma Duarte). A mesma novela foi reprisada entre os dias de 20 de março à 07 de julho de 2000, no "Vale a Pena Ver de Novo".
03 - "Como?", tema da novela "História de Amor", exibida entre 03 de julho de 1995 à 02 de março de 1996. A canção foi tema da novela da personagem Scheila (de Lilia Cabral), que como na capa da trilha nacional de "Tropicaliente", também estampou a capa. A mesma novela reprisou no "Vale a Pena Ver de Novo", entre os dias 10 de dezembro de 2001 à 28 de junho de 2002.
04 - "Caso Sério", tema da novela "Malhação", na temporada de 1996. Foi tema do casal principal desta temporada, Joana e Hugo (de Samantha Monteiro/Dalsoglio e Marcos Frota, respectivamente).
05 - "Você é Linda", também tema da novela "Malhação", na temporada de 1997. Desta vez, o casal de personagens foram Débora e Dado (respectivamente, Karina Barum e Cláudio Heinrich).
06 - "Pra Te Ter Aqui", tema da novela "Corpo Dourado", exibida entre os dias 12 de janeiro à 22 de agosto de 1998, e reprisada no "Vale a Pena Ver de Novo", entre os dias 12 de janeiro à 04 de junho de 2004, também foi outra música que não teve um personagem específico. Era ela quem dava anunciava que a novela iria ou voltava do intervalo, além de ser somente um tema de locação.
07 - "Indecisão", tema da novela "Andando nas Nuvens", exibida entre os dias 22 de março à 06 de novembro de 1999, foi tema dos personagens Aléx e Oneide (Otávio Augusto e Isabela Garcia, respectivamente).
08 - "'O Surdato 'Nnammurato", tema da novela "Terra Nostra", exibida entre os dias 20 de setembro de 1999 à 03 de junho de 2000, foi tema da personagem Paola (Maria Fernanda Cândido). A mesma novela foi reprisada logo em seguida de "Corpo Dourado", no "Vale a Pena Ver de Novo", entre os dias 07 de junho à 05 de novembro de 2004.
09 - "Química Perfecta", foi tema de duas novelas:
"Salsa & Merengue", entre os dias 30 de setembro de 1996 à 03 de maio de 1997. Esteve presente numa trilha complementar desta novela, onde as músicas não tinha um personagem específico, como aconteceu em "As Filhas da Mãe", exibida entre 27 de agosto de 2001 à 19 de janeiro de 2002, onde desta vez, a música foi tema do casal, Aurora e Manolo 9de Cláudia Ohana e Tony Ramos.
10 - "Intuição", foi a única música em trilha de novelas fora da Rede Globo. Foi um tema de locação na novela da Record, "Vidas Cruzadas", gravada em Recife/PE e exibida entre os dias 20 de novembro de 2000 à 16 de abril de 2001.
Esta aqui, é só uma prova de que tudo que é relacionado à Netinho, presto sempre muita atenção. Qual o outro fã que poderia repassar todas essas informações?
domingo, 24 de janeiro de 2010
Foi Bonito em Bonito/PE... Falo sobre o show de Netinho.
Depois de um dia descansando depois de mais um show de Netinho, agora sim, um relato do que rolou lá em Bonito. Ontem, foi impossível comentar alguma coisa, devido ao estado de "braile" total. Mas agora sim, vamos lá.
Pela 2ª vez consecutiva numa mesma cidade, em menos de 1 ano, mas desta vez realizando um show em palco, Netinho mostrou novamente a sua energia inigualável para a cidade de Bonito, no interior de Pernambuco.
Aliás, o único show que se salvou, mesmo entrando depois, de toda aquela programação inicial de shows para Pernambuco previsto para o mês de janeiro. Com mais ou menos show, o importante é participar.
Analisando, no fundo, foi até melhor, pois ao invés de gastarmos com as nossas loucuras de pegar a estrada e sair de um ir para o outro, na mesma noite, poderia acabar saindo muito caro. Já que não houve mais aquela programação, economizamos e usamos parte de todo um possível investimento e aplicamos em outras áeras, como numa hospedagem lá em Bonito, para não pegar noamente a estradade madrugada e vir nos arriscando nos acessos escuros.
Saí de casa por volta das 14:20. Recebi uma ligação de Bezerros me comunicando que Netinho já estava à caminho do hotel, pois, já sabía que o mesmo já havia chegado em Recife.
Por um momento, achava eu que iriam usar o ônibus de costume, mas não valeria a pena enviar o veículo, lá da Bahia, vazío, se o mais fácil seria contratar uma empresa de Recife, o que foi o mais lógico.
Bom, no caminho, passando pela cidade de Vitória de Santo Antão, avistei um microônibus, que aparentemente sem importância nenhuma, mas não sei o porque que fiquei cismado com ele durante o resto da viagem, até adentrar na via local em Bezerros, que dá acesso ao Hotel.
Pois não é que a minha cisma estava certa. Onde eu parei, este microônibus parou e de dentro dele, saíram uma turma que conheço de muitos shows. Sem querer, cheguei junto com grande parte da equipe de Netinho.
Logo depois, surgiram mais duas vans e numa delas, o ídolo.
Houve uma paradinha para fotos. Deixei uns rapazes que por lá já se encontravam, realizar esta vontade e quando fui abrir a minha mâquina, eis que a mesma me trai. Aliás, a pilha foi que me traiu, mas deixei pra lá. O importante foi ter dado tempo em recepcioná-los.
Bom, mas porque que eu fui para o hotel onde Netinho se hospedou, se eu não curto muito isso?
1º, Porque já era caminho para a cidade do show. E não me custava nada fazer esta paradinha no caminho.
2º, Porque combinei com um amigo que mora em Vitória de Santo Antão, que me encontrasse neste hotel, pois ele não podia sair mais cedo do trabalho.
Assim que esta amigo chegou, partimos para Bonito, onde já estivemos lá ano passado. Só que ao invés de usar um trio-elétrico, esta 2ª vez foi em palco.
Foto 01: Microônibus que cruzei em Vitória de Santo Antão, trazendo os músicos e os bailarinos.
Fomos sem intenção alguma de onde se hospedar. Mas antes de encontrarmos uma pousada, queria conhecer o local onde o palco estava montado. Após ter feito isso, saímos à procura de uma pousada. Foi na 3ª, que por R$ 160, dividido pra 4 pessoas, decidi ficar. Teve outras mais baratas, sendo que uma já estava lotada, por R$ 20, e outra por R$ 35. Mas nenhuma delas havia me agradado e eu sou chato em hospedagem.
Surgiu esta 3ª, num local mais afastado da badalação, mas também não muito longe do local do show. Diferentemente das outras que visitamos, esta teve garagem.
Fiquei no aguardo de mais duas novas amigas, já que este meu amigo acabou voltando pra casa, após o show com outros seus dois amigos que por lá apareceram.
Eu e as meninas, fomos até o um banco, sacar uma quantia, mas nem nos tocamos da hora do fechamento dos caixas eletrônicos e seguimos para o palco. No caminho, amigos nos abordaram para um churrasco, mais que voltaríamos. Só que não voltamos.
Fomos procurar por B2, pois esta menina queria vê-lo. Acabamos que sem querer, fomos ao camarim. Só que quando nós passamos, fecharam o 1º portão de acesso, pois haviam 2. E ficamos conversando um pouco com B2.
O tempo ia passando e eu querendo entrar em contato com alguém pra avisar que já estávamos no camarim. Depois me clareou em ligar pro Adriano, me lembrando que ele falou que ia deixar o celular no hotel. Foi quando recebi sua ligação de volta, avisando-o para ficar no portão, pois iriam buscá-lo pra entrar.
Nunca tinha ficado tanto tempo num camarim. Nem era por causa de ansiedade de Netinho. O assunto era outro, em paralelo. Mas como já estávamos lá...
Com o tempo, foram chegando os outros amigos, fãs. No início do show, parte deles foram pra frente do palco e eu fiquei pra ver o show de lá.
Pense numa praça lotada de gente.
Aliás, soube que as atrações para o 194º Festa de São Sebastião, lá em Bonito, foram escolhidas por votação no site da cidade.
Agora, sou suspeito pra falar de mais um show de Netinho. quem vai, sabe como é sentir aquela emoção.
Mas o que mais achei legal, foi no fim do show. Enquanto Netinho se despedia, a galera lá em baixo gritava: "Mais um. Mais um"... Eu já estava "extrapolado", mas se tivesse que começar tudo de novo, do zero, alí, naquela hora, ia na boa.
Depois da festa, voltando pro hotel, havia um pedaço do caminho em ladeira, subindo.
Meu, se eu fosse de beber, iriam dizer que estava bêbado. Não encontrei forças nas pernas pra subir "a rampa". Mas como ficamos um bom pedaço, sentado lá na praça, deu pra me recuperar um pouco e continuar.
Poxa vida. Percebi que estou fora de forma.
Enquanto a amiga de Surama foi convencida de acompanhar o seu amigo para ver o outro show, a memsa voltou comigo ao hotel, onde tomei um susto, ao me deparar com um indivíduo dormindo de dentro da caçamba de uma pick-up.
Lá pelas tantas, ouço uma batida na porta. Era a Simone. Fui abrir, lógico, pois ainda bem que tenho um sono leve, mesmo quando esteje num sono pesado.
Mais engraçado foi, quando eu já estava pra voltar à dormir, escuto um som ao longe, que vem crescendo aos poucos. Era o trio-elétrico Panthera Fashion, fazendo a alvorada, com a Banda Patusco.
O hotel onde ficamos, era próximo à esquina de onde, ano passado, passamos por um susto, por causa de um fio de alta tensão que cruza a avenida.
Recapitulando o dia 14 de fevereiro de 2009, enquanto o trio Selva Nua, foi cruzar este trecho, que ainda por cima, é uma ladeira subindo, o mesmo se enroscou nos fios, fazendo piscar as luzes da avenida. Como o Adriano já havia descido pra ir ao WC, e aproveitar passar este fio, eu desci, mas sem sair. Foi quando eu vi as luzes piscando na rua e todos correndo escadarias abaixo. De pré-carnaval, quase virava um pré-churrasco.
E quando, na última sexta-feira, avistei este tal fio, comentei com o Adriano: "Olha aí, a maldita que 'expulsou' a gente do trio".
Bom, bonito, foi mais uma cidade comtemplada em receber Netinho por 2 anos seguidos. Espero que o povo da cidade o chamem para outros eventos futuramente e que "A Caixa Mágica" possa ser vista por inteiro.
*Oxe, nunca mais eu tinha recheado um post, sobre os shows de Netinho, com tantas fotos.
Praça principal da cidade de Bonito/PE
Pela 2ª vez consecutiva numa mesma cidade, em menos de 1 ano, mas desta vez realizando um show em palco, Netinho mostrou novamente a sua energia inigualável para a cidade de Bonito, no interior de Pernambuco.
Aliás, o único show que se salvou, mesmo entrando depois, de toda aquela programação inicial de shows para Pernambuco previsto para o mês de janeiro. Com mais ou menos show, o importante é participar.
Analisando, no fundo, foi até melhor, pois ao invés de gastarmos com as nossas loucuras de pegar a estrada e sair de um ir para o outro, na mesma noite, poderia acabar saindo muito caro. Já que não houve mais aquela programação, economizamos e usamos parte de todo um possível investimento e aplicamos em outras áeras, como numa hospedagem lá em Bonito, para não pegar noamente a estradade madrugada e vir nos arriscando nos acessos escuros.
Saí de casa por volta das 14:20. Recebi uma ligação de Bezerros me comunicando que Netinho já estava à caminho do hotel, pois, já sabía que o mesmo já havia chegado em Recife.
Por um momento, achava eu que iriam usar o ônibus de costume, mas não valeria a pena enviar o veículo, lá da Bahia, vazío, se o mais fácil seria contratar uma empresa de Recife, o que foi o mais lógico.
Bom, no caminho, passando pela cidade de Vitória de Santo Antão, avistei um microônibus, que aparentemente sem importância nenhuma, mas não sei o porque que fiquei cismado com ele durante o resto da viagem, até adentrar na via local em Bezerros, que dá acesso ao Hotel.
Pois não é que a minha cisma estava certa. Onde eu parei, este microônibus parou e de dentro dele, saíram uma turma que conheço de muitos shows. Sem querer, cheguei junto com grande parte da equipe de Netinho.
Logo depois, surgiram mais duas vans e numa delas, o ídolo.
Houve uma paradinha para fotos. Deixei uns rapazes que por lá já se encontravam, realizar esta vontade e quando fui abrir a minha mâquina, eis que a mesma me trai. Aliás, a pilha foi que me traiu, mas deixei pra lá. O importante foi ter dado tempo em recepcioná-los.
Bom, mas porque que eu fui para o hotel onde Netinho se hospedou, se eu não curto muito isso?
1º, Porque já era caminho para a cidade do show. E não me custava nada fazer esta paradinha no caminho.
2º, Porque combinei com um amigo que mora em Vitória de Santo Antão, que me encontrasse neste hotel, pois ele não podia sair mais cedo do trabalho.
Assim que esta amigo chegou, partimos para Bonito, onde já estivemos lá ano passado. Só que ao invés de usar um trio-elétrico, esta 2ª vez foi em palco.
Foto 01: Microônibus que cruzei em Vitória de Santo Antão, trazendo os músicos e os bailarinos.
Foto 02: Eu no jardim da frente do hotel, em Bezerros.
Foto 03: A van que trouxe Netinho.
Fomos sem intenção alguma de onde se hospedar. Mas antes de encontrarmos uma pousada, queria conhecer o local onde o palco estava montado. Após ter feito isso, saímos à procura de uma pousada. Foi na 3ª, que por R$ 160, dividido pra 4 pessoas, decidi ficar. Teve outras mais baratas, sendo que uma já estava lotada, por R$ 20, e outra por R$ 35. Mas nenhuma delas havia me agradado e eu sou chato em hospedagem.
Surgiu esta 3ª, num local mais afastado da badalação, mas também não muito longe do local do show. Diferentemente das outras que visitamos, esta teve garagem.
Fiquei no aguardo de mais duas novas amigas, já que este meu amigo acabou voltando pra casa, após o show com outros seus dois amigos que por lá apareceram.
Surama Luna e eu, no camarim, muitos minutos antes do show. Netinho e eu, no camarim.
Simone e Netinho, no camarim.
Surama "twitteira" e Netinho, no camarim. Maria João, de Portugal e eu.
Eu e as meninas, fomos até o um banco, sacar uma quantia, mas nem nos tocamos da hora do fechamento dos caixas eletrônicos e seguimos para o palco. No caminho, amigos nos abordaram para um churrasco, mais que voltaríamos. Só que não voltamos.
Fomos procurar por B2, pois esta menina queria vê-lo. Acabamos que sem querer, fomos ao camarim. Só que quando nós passamos, fecharam o 1º portão de acesso, pois haviam 2. E ficamos conversando um pouco com B2.
O tempo ia passando e eu querendo entrar em contato com alguém pra avisar que já estávamos no camarim. Depois me clareou em ligar pro Adriano, me lembrando que ele falou que ia deixar o celular no hotel. Foi quando recebi sua ligação de volta, avisando-o para ficar no portão, pois iriam buscá-lo pra entrar.
Nunca tinha ficado tanto tempo num camarim. Nem era por causa de ansiedade de Netinho. O assunto era outro, em paralelo. Mas como já estávamos lá...
*A galera e a banda de Netinho. (Foto de: Zegas)
... Mais uma. (Foto de: Simone)
Com o tempo, foram chegando os outros amigos, fãs. No início do show, parte deles foram pra frente do palco e eu fiquei pra ver o show de lá.
Pense numa praça lotada de gente.
Aliás, soube que as atrações para o 194º Festa de São Sebastião, lá em Bonito, foram escolhidas por votação no site da cidade.
Agora, sou suspeito pra falar de mais um show de Netinho. quem vai, sabe como é sentir aquela emoção.
No palco: *Eu, Zegas e Adriano.................................... também com Surama.
*Foto de: Zegas.
Eu, Surama e Simone, no palco. (Foto de: Simone)
Mas o que mais achei legal, foi no fim do show. Enquanto Netinho se despedia, a galera lá em baixo gritava: "Mais um. Mais um"... Eu já estava "extrapolado", mas se tivesse que começar tudo de novo, do zero, alí, naquela hora, ia na boa.
Depois da festa, voltando pro hotel, havia um pedaço do caminho em ladeira, subindo.
Netinho encantando no palco. (Foto de: Simone)
Meu, se eu fosse de beber, iriam dizer que estava bêbado. Não encontrei forças nas pernas pra subir "a rampa". Mas como ficamos um bom pedaço, sentado lá na praça, deu pra me recuperar um pouco e continuar.
Poxa vida. Percebi que estou fora de forma.
Victor, dançarino de Netinho.
Enquanto a amiga de Surama foi convencida de acompanhar o seu amigo para ver o outro show, a memsa voltou comigo ao hotel, onde tomei um susto, ao me deparar com um indivíduo dormindo de dentro da caçamba de uma pick-up.
Lá pelas tantas, ouço uma batida na porta. Era a Simone. Fui abrir, lógico, pois ainda bem que tenho um sono leve, mesmo quando esteje num sono pesado.
Mais engraçado foi, quando eu já estava pra voltar à dormir, escuto um som ao longe, que vem crescendo aos poucos. Era o trio-elétrico Panthera Fashion, fazendo a alvorada, com a Banda Patusco.
O hotel onde ficamos, era próximo à esquina de onde, ano passado, passamos por um susto, por causa de um fio de alta tensão que cruza a avenida.
Simone, amiga de... Surama e eu, na frente da pousada que ficamos.
HOTEL E POUSADA CASA GRANDE
HOTEL E POUSADA CASA GRANDE
Recapitulando o dia 14 de fevereiro de 2009, enquanto o trio Selva Nua, foi cruzar este trecho, que ainda por cima, é uma ladeira subindo, o mesmo se enroscou nos fios, fazendo piscar as luzes da avenida. Como o Adriano já havia descido pra ir ao WC, e aproveitar passar este fio, eu desci, mas sem sair. Foi quando eu vi as luzes piscando na rua e todos correndo escadarias abaixo. De pré-carnaval, quase virava um pré-churrasco.
E quando, na última sexta-feira, avistei este tal fio, comentei com o Adriano: "Olha aí, a maldita que 'expulsou' a gente do trio".
Bom, bonito, foi mais uma cidade comtemplada em receber Netinho por 2 anos seguidos. Espero que o povo da cidade o chamem para outros eventos futuramente e que "A Caixa Mágica" possa ser vista por inteiro.
*Oxe, nunca mais eu tinha recheado um post, sobre os shows de Netinho, com tantas fotos.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Cama de gato real
Há momentos que comparo o enredo da novela "Cama de Gato", com alguns casos reais.
Um resumo do enredo da novela:
Um rico de famoso empresário de uma rede de perfumaria, um ex-pobre que venceu na vida, esqueceu de sua humildade e se tornou num homem arrogantes, até mesmo com seus familiares e com seu melhor amigo de infância e sócio. Numa brincadeira de mal-gosto deste seu amigo, em lhe dar um susto para ver se ele acordava para a realidade, simula um sequestro com a ajuda do irmão deste empresário, como a de sua noiva.
O irmão, mesmo não aprovando, concede a tal brincadeira. Já a noiva, uma mulher falsa e interesseira aproveita a deixa para acabar com a vida de seu noivo e herdar toda sua grande fortuna. E durante esta reunião, uma faxineira escuta o plano e tenta avisá-lo, em vão. Ele não lhe dá ouvidos e a demite junto com sua amiga.
A "brincadeira" é executada no meio de uma festa, mas foge do controle quando o empresário está em cativeiro. O empresário acha que seu melhor amigo, é o vilão desta história, e numa tentativa de fuga dos supostos comparsas e numa tentativa frustrada de resgate desta amigo, o empresário se acidenta e é dado como morto, mesmo estando vivo.
Quando ele recupera a consciência, após ter sido acudido por um nativo da região, o empresário percebe que está todo maltrapilho e passando fome, tendo que comer resto de comida jogado no lixo. Além de todo este sofrimento, ainda é perseguido pelos bandidos.
Ao chegar numa cidade grande, se oferece como ajudante de carregador, em troca de dinheiro para comer e retornar ao Rio de Janeiro, sem saber que o mesmo está sendo acusando de assassinato pela polícia da sua cidade. Acaba se tornando cortador de cana, em troca de um prato de comida, daquelas mal-feitas. Após recusar de comer, jogando o prato na parede, ele é retirado do quarto que dorme e apanha.
Tempos depois, num anuncio num telejornal, o responsável pelos cortes das canas o reconhece como sendo a sua "galinha dos ovos de ouro", de se tratar de que aquele homem que ele acabara de surrar, é um homem rico. É novamente preso, mas com ajuda de um trabalhador, consegue ajudá-lo a fugir.
No caminho, arruma uma carona com um acaminhoneiro que leva uma carga de madeira contrabandeada e ser novamente numa "cama de gato", pois não portava nenhum documento. Novamente dá o seu jeitinho e entra em outro caminhão, escondido, mas é avistado. Mas consegue fugir.
Numa outra carona, que ia para o Rio de Janeiro, ele é acusado de tentar violentar uma mulher com filho de colo, por um capanga, que passa a viagem toda de olho nele, até chegar na sua cidade.
No Rio de Janeiro, é expulso por mendigos que não querem estranho nos lugares deles e acaba indo para um abrigo de indigentes, tendo que dividir o mesmo tento com um mendigo que ele humilhou diante À porta de sua empresa, tendo que passar pela mesma experiência enquanto ele o ajudava a catar lixo na rua.
À todo custo, este empresário quer se encontrar com a faxinneira que ele demitiu e pedir desculpas e saber melhor o que ela sabía.
Com o tempo, ele voltou a ser uma pessoa humilde, provisóriamente pobre até o dia que ele reapareceu em público, voltando a sua vida normal. Pediu perdão ao seu irmão, mas não quer conversa com seu amigo, que está com uma doença terminal.
No seu retorno, descoberto pela sua ex-noiva, na noite de Natal, retoma à sua casa e leva consigo, a sua nova namorada com seus filhos e alguns agregados.
E com isso, este empresário também volta a retomar o seu comportamento agressivo aos poucos, tudo por conta das maldades de sua ex-noiva, que ele nunca percebe.
O amigo só queria dá um susto no empresário, pra ver se ele voltava a dar valor a humildade. De fato, o amigo conseguiu com que o empresário refletísse que a vida, não é só ganhar dinheiro e ficar mais rico.
E o resto da história, só vendo a novela das 18h, pra quem é noveleiro. Se não for, não precisa ligar a TV.
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Bom, vejo que parte com que aconteceu com o personagem principal da novela, aconteceram com pessoas em vida real.
Grandes empresários, no auge de suas carreiras, se esquecem um pouco de sua vida pessoal e só viem para o trabalho, com aquela ganância de ganhar mais. Nem enxergam seus próprios erros, mesmo tendo alguém para alertá-los. Brigam até com esta pessoa e acabam ficando sozinhas.
Aí, quando elas se veem que não estão felizes, param para refletri sobre sua vida, mesmo tendo que abidicar de tudo e sumir de todos. Tentar voltar a ser gente e deixar de ser uma máquina de fazer dinheiro.
Alguns tendem à retornar para seus afazeres, pouco tempo depois de uma parada, outros, alguns anos depois. Há aqueles que nem retornam, porque não há mais condições psicológicas.
Aos que retornam, tem que praticamente recomeçar, algumas vezes de onde parou, noutras à partir do zero. Com o tempo, vão retomando a sua rotina, mas tendo todo o cuidado para não chegar naquele mesmo ponto que um dia, lhe fez parar com tudo, pois numa segunda vez, talvez não tenha volta ou a mesma recepção dos cliente antigos e nunca conseguir a atenção dos novos clientes.
Mas uma coisa é certa: se quiser retomar os clientes antigos ou conquistar novos clientes, este empresário deve ser bem atencioso com todos, dos mais íntimos até aos mais afastados. Há aqueles que se tem mais contatos, há aqueles com menos, mas nem por isso o tratamento tem que ser diferente entre ambos, porque se for, aquele que tem menos contato terá uma impresão de desatenção e aos poucos, se afastará e deixará de comprar naquela empresa.
Hoje mesmo, tive uma experiência real. Agora, o responsável que faz os produtos que vende, terá um prejuízo, por ele ter mudado a fórmula dos seus protos, sem ao menos fazer um teste para ver se o mesmo material alterado não afetará nos materiais de outras empresas que necessitam daqueel produto que ele vende.
Eu conheço este empresário. Apesar de sua aparência calma, as vezes, dá um medo dele, onde qualquer erro ou outra situação acontece fora do comum, desconfia de todos seus empregados e colaboradores, chegando a alterar o tom de sua voz ou no conteúdo nos textos, caso for um recado escrito.
Para este empresário que conheço, soube que caíram, e muito, as vendas dos produtos vendidos. Fato ocasionado pela crise econômica mundial entre 2008 e 2009. Agora estou ciente que a qualidade do seu produto caiu, fazedo com que um cliente tivesse todo um material, avaliado em R$ 4 mil, devolvido, por conta da mudança da matéria-prima na fórmula daquele produto vendido.
Noutra que vale observar é: os brindes, sempre são as mesmas coisas. Fora os calendários, não inova com brindes mais atrativos. Só um tal de "Carteirinha do Bom Marido", uma brincadeira sem graça, onde a esposa deve assinar um tremo de compromisso que libera o marido a fazer o que ele bem entende, como: sair com amigos prum bar. Resumindo, chama a esposa de "corna".
E ainda por cima, sua família - ex-mulher, filhos - só o procura para fins financeiros.
Eu que não quero viver assim, ser um grande empresário, mas tratar as pessoas com indiferença. Só tratar com igualdade as que conheço?!
Se eu, me sinto um cara de bunda, quando falo com alguém e não tenho respostas, mesmo vendo que o mesmo responde à outras pessoas que são meus conhecidos, que são mais chegadas, imagine eu ter este comportamento com outras pessoas. Insisitir que me dê atenção, não faço isso, mas murcha um pouco o nosso sentimento. E por mais que algumas realmente não mereçam atenção, não será assim que eu terei a minha felicidade.
São nas pessoas que eu menos dou atenção, que se escondem as grandes soluções da minha vida.
Um resumo do enredo da novela:
Um rico de famoso empresário de uma rede de perfumaria, um ex-pobre que venceu na vida, esqueceu de sua humildade e se tornou num homem arrogantes, até mesmo com seus familiares e com seu melhor amigo de infância e sócio. Numa brincadeira de mal-gosto deste seu amigo, em lhe dar um susto para ver se ele acordava para a realidade, simula um sequestro com a ajuda do irmão deste empresário, como a de sua noiva.
O irmão, mesmo não aprovando, concede a tal brincadeira. Já a noiva, uma mulher falsa e interesseira aproveita a deixa para acabar com a vida de seu noivo e herdar toda sua grande fortuna. E durante esta reunião, uma faxineira escuta o plano e tenta avisá-lo, em vão. Ele não lhe dá ouvidos e a demite junto com sua amiga.
A "brincadeira" é executada no meio de uma festa, mas foge do controle quando o empresário está em cativeiro. O empresário acha que seu melhor amigo, é o vilão desta história, e numa tentativa de fuga dos supostos comparsas e numa tentativa frustrada de resgate desta amigo, o empresário se acidenta e é dado como morto, mesmo estando vivo.
Quando ele recupera a consciência, após ter sido acudido por um nativo da região, o empresário percebe que está todo maltrapilho e passando fome, tendo que comer resto de comida jogado no lixo. Além de todo este sofrimento, ainda é perseguido pelos bandidos.
Ao chegar numa cidade grande, se oferece como ajudante de carregador, em troca de dinheiro para comer e retornar ao Rio de Janeiro, sem saber que o mesmo está sendo acusando de assassinato pela polícia da sua cidade. Acaba se tornando cortador de cana, em troca de um prato de comida, daquelas mal-feitas. Após recusar de comer, jogando o prato na parede, ele é retirado do quarto que dorme e apanha.
Tempos depois, num anuncio num telejornal, o responsável pelos cortes das canas o reconhece como sendo a sua "galinha dos ovos de ouro", de se tratar de que aquele homem que ele acabara de surrar, é um homem rico. É novamente preso, mas com ajuda de um trabalhador, consegue ajudá-lo a fugir.
No caminho, arruma uma carona com um acaminhoneiro que leva uma carga de madeira contrabandeada e ser novamente numa "cama de gato", pois não portava nenhum documento. Novamente dá o seu jeitinho e entra em outro caminhão, escondido, mas é avistado. Mas consegue fugir.
Numa outra carona, que ia para o Rio de Janeiro, ele é acusado de tentar violentar uma mulher com filho de colo, por um capanga, que passa a viagem toda de olho nele, até chegar na sua cidade.
No Rio de Janeiro, é expulso por mendigos que não querem estranho nos lugares deles e acaba indo para um abrigo de indigentes, tendo que dividir o mesmo tento com um mendigo que ele humilhou diante À porta de sua empresa, tendo que passar pela mesma experiência enquanto ele o ajudava a catar lixo na rua.
À todo custo, este empresário quer se encontrar com a faxinneira que ele demitiu e pedir desculpas e saber melhor o que ela sabía.
Com o tempo, ele voltou a ser uma pessoa humilde, provisóriamente pobre até o dia que ele reapareceu em público, voltando a sua vida normal. Pediu perdão ao seu irmão, mas não quer conversa com seu amigo, que está com uma doença terminal.
No seu retorno, descoberto pela sua ex-noiva, na noite de Natal, retoma à sua casa e leva consigo, a sua nova namorada com seus filhos e alguns agregados.
E com isso, este empresário também volta a retomar o seu comportamento agressivo aos poucos, tudo por conta das maldades de sua ex-noiva, que ele nunca percebe.
O amigo só queria dá um susto no empresário, pra ver se ele voltava a dar valor a humildade. De fato, o amigo conseguiu com que o empresário refletísse que a vida, não é só ganhar dinheiro e ficar mais rico.
E o resto da história, só vendo a novela das 18h, pra quem é noveleiro. Se não for, não precisa ligar a TV.
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Bom, vejo que parte com que aconteceu com o personagem principal da novela, aconteceram com pessoas em vida real.
Grandes empresários, no auge de suas carreiras, se esquecem um pouco de sua vida pessoal e só viem para o trabalho, com aquela ganância de ganhar mais. Nem enxergam seus próprios erros, mesmo tendo alguém para alertá-los. Brigam até com esta pessoa e acabam ficando sozinhas.
Aí, quando elas se veem que não estão felizes, param para refletri sobre sua vida, mesmo tendo que abidicar de tudo e sumir de todos. Tentar voltar a ser gente e deixar de ser uma máquina de fazer dinheiro.
Alguns tendem à retornar para seus afazeres, pouco tempo depois de uma parada, outros, alguns anos depois. Há aqueles que nem retornam, porque não há mais condições psicológicas.
Aos que retornam, tem que praticamente recomeçar, algumas vezes de onde parou, noutras à partir do zero. Com o tempo, vão retomando a sua rotina, mas tendo todo o cuidado para não chegar naquele mesmo ponto que um dia, lhe fez parar com tudo, pois numa segunda vez, talvez não tenha volta ou a mesma recepção dos cliente antigos e nunca conseguir a atenção dos novos clientes.
Mas uma coisa é certa: se quiser retomar os clientes antigos ou conquistar novos clientes, este empresário deve ser bem atencioso com todos, dos mais íntimos até aos mais afastados. Há aqueles que se tem mais contatos, há aqueles com menos, mas nem por isso o tratamento tem que ser diferente entre ambos, porque se for, aquele que tem menos contato terá uma impresão de desatenção e aos poucos, se afastará e deixará de comprar naquela empresa.
Hoje mesmo, tive uma experiência real. Agora, o responsável que faz os produtos que vende, terá um prejuízo, por ele ter mudado a fórmula dos seus protos, sem ao menos fazer um teste para ver se o mesmo material alterado não afetará nos materiais de outras empresas que necessitam daqueel produto que ele vende.
Eu conheço este empresário. Apesar de sua aparência calma, as vezes, dá um medo dele, onde qualquer erro ou outra situação acontece fora do comum, desconfia de todos seus empregados e colaboradores, chegando a alterar o tom de sua voz ou no conteúdo nos textos, caso for um recado escrito.
Para este empresário que conheço, soube que caíram, e muito, as vendas dos produtos vendidos. Fato ocasionado pela crise econômica mundial entre 2008 e 2009. Agora estou ciente que a qualidade do seu produto caiu, fazedo com que um cliente tivesse todo um material, avaliado em R$ 4 mil, devolvido, por conta da mudança da matéria-prima na fórmula daquele produto vendido.
Noutra que vale observar é: os brindes, sempre são as mesmas coisas. Fora os calendários, não inova com brindes mais atrativos. Só um tal de "Carteirinha do Bom Marido", uma brincadeira sem graça, onde a esposa deve assinar um tremo de compromisso que libera o marido a fazer o que ele bem entende, como: sair com amigos prum bar. Resumindo, chama a esposa de "corna".
E ainda por cima, sua família - ex-mulher, filhos - só o procura para fins financeiros.
Eu que não quero viver assim, ser um grande empresário, mas tratar as pessoas com indiferença. Só tratar com igualdade as que conheço?!
Se eu, me sinto um cara de bunda, quando falo com alguém e não tenho respostas, mesmo vendo que o mesmo responde à outras pessoas que são meus conhecidos, que são mais chegadas, imagine eu ter este comportamento com outras pessoas. Insisitir que me dê atenção, não faço isso, mas murcha um pouco o nosso sentimento. E por mais que algumas realmente não mereçam atenção, não será assim que eu terei a minha felicidade.
São nas pessoas que eu menos dou atenção, que se escondem as grandes soluções da minha vida.
Jardim de Flores
O que é preciso para ter um belo jardim bem vistoso e colorido em sua casa?
Ora, claro que adubar bem o solo, regar todos os dias, dividir em lotes onde estará cada espécie de flor para se ter aquele colorido, a ainda por cima, amor as plantas entre outras coisas, e muita dedicação, um dia teremos um belos daqueles jardins que invejamos ter.
Como num jardim, em outros departamentos também requer certos cuidados, para que certas flores não sejam excluídas daquele jardim ou que sejam esquecidas, mesmo estando no grupo.
Pois por mais cuidados um jardineiro tenha em manter um belo jardim vistoso e grande, há sempre algumas flores que ele sabe que existem, mas acabam nunca recebendo o mesmo nível de atenção e cuidados quantos as rosas mais viçosas e alegres.
Essas flores desprezadas, com certeza murcharão e morrerão mais cedo, esperando por uma gota d'água, um novo adubo, na esperança de um dia, se desenvolver igual àquelas flores que recebem mais atenção daquele jardineiro.
Falei de um jardim dividido em lotes, onde cada um possa possuir uma espécie de flor e ficar de uma forma organizada. Agora, imagine este jardim, com todas essas espécies de flores misturadas, o contraste que este jardim terá.
Apesar da bagunça da desorganização, todas elas estão juntas no mesmo jardim, mas tendo ainda àquelas flores que quase nunca recebem os mesmos cuidados que outras.

E como num jardim de flores, o mesmo acontece entre as pessoas.
Falamos em nos unirmos mais com outras pessoas, sermos amigos, solidários, independente de classes, raças, cor de péle, orientação sexual, religião, etc. Cada um desses adjetivos, são como uma espécie de flor. Mas do que adianta falar de boca, se na real, isso não acontece.
As pessoas sempre estâo organizadas com pessoas de sua classe, em seus lotes, em seus grupos. E quando se misturam com outros grupos, é por puro interesse de conseguir algo as custas dos outros e no final, não recebem um retorno na qual achamos que ela uma hora irá nos dar.
Num jardim, as flores são mais unidas, mesmo sendo soltárias e desprezadas. Só que as flores mais viçosas, podem conter espinhos venenosos.
Ora, claro que adubar bem o solo, regar todos os dias, dividir em lotes onde estará cada espécie de flor para se ter aquele colorido, a ainda por cima, amor as plantas entre outras coisas, e muita dedicação, um dia teremos um belos daqueles jardins que invejamos ter.
Como num jardim, em outros departamentos também requer certos cuidados, para que certas flores não sejam excluídas daquele jardim ou que sejam esquecidas, mesmo estando no grupo.
Pois por mais cuidados um jardineiro tenha em manter um belo jardim vistoso e grande, há sempre algumas flores que ele sabe que existem, mas acabam nunca recebendo o mesmo nível de atenção e cuidados quantos as rosas mais viçosas e alegres.
Essas flores desprezadas, com certeza murcharão e morrerão mais cedo, esperando por uma gota d'água, um novo adubo, na esperança de um dia, se desenvolver igual àquelas flores que recebem mais atenção daquele jardineiro.
Falei de um jardim dividido em lotes, onde cada um possa possuir uma espécie de flor e ficar de uma forma organizada. Agora, imagine este jardim, com todas essas espécies de flores misturadas, o contraste que este jardim terá.
Apesar da bagunça da desorganização, todas elas estão juntas no mesmo jardim, mas tendo ainda àquelas flores que quase nunca recebem os mesmos cuidados que outras.

E como num jardim de flores, o mesmo acontece entre as pessoas.
Falamos em nos unirmos mais com outras pessoas, sermos amigos, solidários, independente de classes, raças, cor de péle, orientação sexual, religião, etc. Cada um desses adjetivos, são como uma espécie de flor. Mas do que adianta falar de boca, se na real, isso não acontece.
As pessoas sempre estâo organizadas com pessoas de sua classe, em seus lotes, em seus grupos. E quando se misturam com outros grupos, é por puro interesse de conseguir algo as custas dos outros e no final, não recebem um retorno na qual achamos que ela uma hora irá nos dar.
Num jardim, as flores são mais unidas, mesmo sendo soltárias e desprezadas. Só que as flores mais viçosas, podem conter espinhos venenosos.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Alerta de vírus...
Sabemos que sempre que acontece alguma espécie de tragédia, as pessoas se mobilizam para ajudar às vítimas com doações.
Mas acontece que de uma hora pra outra, surgem e-mails que lotam nossas caixas com pedidos de doações ou que teimam que vejamos fotos da trajédia, o que podem camuflar certos vírus.
Antes que surjam esses tipos de e-mails, ou seja pela tragédia dos deslizamentos em Angra dos Reis, ou pelos terremotos lá no Haiti, fiquem em alerta para quando começarem a surgirem.
Quem nunca recebeu e-mail sobre a morte de Michael Jackson ou do acidente da Air France?
Mas acontece que de uma hora pra outra, surgem e-mails que lotam nossas caixas com pedidos de doações ou que teimam que vejamos fotos da trajédia, o que podem camuflar certos vírus.
Antes que surjam esses tipos de e-mails, ou seja pela tragédia dos deslizamentos em Angra dos Reis, ou pelos terremotos lá no Haiti, fiquem em alerta para quando começarem a surgirem.
Quem nunca recebeu e-mail sobre a morte de Michael Jackson ou do acidente da Air France?
FW: [® Bruno Rhavani] Novo comentário em Trem da minha vida.
Postarei aqui, à pedidos, boa parte dos esquemas de montagem para Ferrorama. Ainda faltam alguns circuitos, e algumas das imagens, sem querer, aparecerão de cabeça pra baixo, mas o importante, é o esquema de montagem.
Modelo SL-5000: tenho este.




Fico devendo as imagens dos circuitos: XP-100, XP-200, XP-300.


Agora abaixo, algumas informações que serve para qualquer modelo de Ferrorama.






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[® Bruno Rhavani] Novo comentário em Trem da minha vida.
Vini deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Trem da minha vida":
Fala aí, amigão, beleza?
Nossa, seu blog caiu do céu... um amigo me deu um circuito de ferrorama, mas sem a tampa de isopor e as instruções pra montá-lo, e eu queria fazê-lo junto com meu filho... você teria um acervo de manuais escaneados de circuitos de ferrorama, pra ajudar nessa interrelação pai & filho? :)
Abração, e sucessos com o blog!
Postado por Vini no blog ® Bruno Rhavani em 13 de janeiro de 2010 22:04
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ASS: BRUNO RHAVANI
BLOG - http://brunorhavani.blogspot.com
Date: Thu, 14 Jan 2010 07:14:56 -0800
From: noreply-comment@blogger.com
To:
Subject: [® Bruno Rhavani] Novo comentário em Trem da minha vida.
Bruno Rhavani {FELIZ 2010 cheio de novas vivências e aprendizagens !! Visitem meu blog clicando aqui.}(Moro em Carpina/PE, mas sou de Fortaleza/CE.) deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Trem da minha vida":
Vini, tenho sim, pelo menos, dois manuais de ferroramas, nas séries XP e SL. Possuo os Ferroramas XP-1400 e SL-5000
Vou providênciar isso e colocar num novo post.
Sou fã do Ferrorama. Queria poder encontrar um loja física que estivesse vendendo o que ainda existe deste brinquedo.
Não sei porque a Fábrica "Estrela" deixou de produzí-lo. Ah como queria ter toda coleção.
Valeu pela dica.
Postado por Bruno Rhavani {FELIZ 2010 cheio de novas vivências e aprendizagens !! Visitem meu blog clicando aqui.}(Moro em Carpina/PE, mas sou de Fortaleza/CE.) no blog ® Bruno Rhavani em 14 de janeiro de 2010 12:14

Modelo SL-4000

Modelo SL-3000

Modelo XP-1500

Fico devendo as imagens dos circuitos: XP-100, XP-200, XP-300.
Agora abaixo, algumas informações que serve para qualquer modelo de Ferrorama.
Adesivando os trens do modelo SL-5000






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[® Bruno Rhavani] Novo comentário em Trem da minha vida.
| De: | |
| Enviada: | quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 18:07:55 |
| Para: |
Vini deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Trem da minha vida":
Fala aí, amigão, beleza?
Nossa, seu blog caiu do céu... um amigo me deu um circuito de ferrorama, mas sem a tampa de isopor e as instruções pra montá-lo, e eu queria fazê-lo junto com meu filho... você teria um acervo de manuais escaneados de circuitos de ferrorama, pra ajudar nessa interrelação pai & filho? :)
Abração, e sucessos com o blog!
Postado por Vini no blog ® Bruno Rhavani em 13 de janeiro de 2010 22:04
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ASS: BRUNO RHAVANI
BLOG - http://brunorhavani.blogspot.com
Date: Thu, 14 Jan 2010 07:14:56 -0800
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Subject: [® Bruno Rhavani] Novo comentário em Trem da minha vida.
Bruno Rhavani {FELIZ 2010 cheio de novas vivências e aprendizagens !! Visitem meu blog clicando aqui.}(Moro em Carpina/PE, mas sou de Fortaleza/CE.) deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Trem da minha vida":
Vini, tenho sim, pelo menos, dois manuais de ferroramas, nas séries XP e SL. Possuo os Ferroramas XP-1400 e SL-5000
Vou providênciar isso e colocar num novo post.
Sou fã do Ferrorama. Queria poder encontrar um loja física que estivesse vendendo o que ainda existe deste brinquedo.
Não sei porque a Fábrica "Estrela" deixou de produzí-lo. Ah como queria ter toda coleção.
Valeu pela dica.
Postado por Bruno Rhavani {FELIZ 2010 cheio de novas vivências e aprendizagens !! Visitem meu blog clicando aqui.}(Moro em Carpina/PE, mas sou de Fortaleza/CE.) no blog ® Bruno Rhavani em 14 de janeiro de 2010 12:14
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Não sou Chicleteiro, mas nem por isso os menosprezo.
Chiclete com Banana responde críticas de Nizan Guanaes
(Por, Mariana Mendes | A TARDE On Line)
O publicitário Nizan Guanaes usou o Twitter nesta terça-feira, 12, para fazer críticas ao turismo da Bahia, ao Carnaval e usou o grupo Chiclete com Banana como alvo de comparações, gerando muita polêmica.
Após afirmar que Salvador está perdendo a preferência dos turistas para outras capitais brasileiras, entre elas Florianópolis (SC), Guanaes atacou o axé e o vocalista da banda, Bell Marques: "Esta indústria do axé, personificada em Bell do Chiclete, só destroi a Bahia. Ele não é um artista. É um crooner careca. Tudo nele é mentira", disse o publicitário.

Guanaes chegou a insinuar que o cantor e banda seriam uma farsa e críticou o trabalho do grupo: "Bell é o não artista. Você já reparou que a mídia não cobre ele. Quando ele lança um CD não tem nem crítica. Um sujeito que lança um vinho tinto.", escreveu no microblog.
Para o grupo baiano, os comentários de Guanaes foram considerados ofensivos e fora de propósito. Aos seguidores do Chiclete com Banana, Wadinho Marques, tecladista do grupo e irmão de Bell, usou como resposta um ditado popular: "Deixo esse provérbio para alguém: Os cães ladram e a caravana passa", escreveu o músico no Twitter oficial da banda.
Já o diretor do Camaleão, Joaquim Neri, preferiu responder com mais clareza: "Acho que ele (Nizan Guanaes) foi deselegante, agressivo e beirando a imbecilidade. Não sabemos o porque de tudo isso, mas ele parece que está com problemas com a Bahia. Para nós (do Chiclete com Banana) ele quis agredir a Bahia e usou Bell e o Chiclete como metáfora para falar com o governo".
No Twitter, Guanaes voltou a usar o nome de Bell Marques para fazer críticas a capital baiana, que segundo ele, usa de uma falsa imagem de estrutura turística: "O Rio é a bola da vez. São Paulo está sem posicionamento. E Salvador já era. Salvador não tem praia para o turista, não tem hotel. E a orla é um favelão. Salvador está como Bell do Chiclete: careca e fingindo que tem trança".
Em seguida, Guanaes crítica a expressão "chicleteiro" usada pelo grupo para classificar seus fãs. "Eu não sou chicleteiro. Eu sou baiano. Alguém já ouviu Caetano ou Gil dizerem tal coisa: "Caetaneiro"", postou o publicitário.
Rebatendo mais uma vez a crítica de Guanaes, o diretor do Camaleão explicou a origem da palavra: "A expressão "Chicleteiro" nasceu naturalmente, em um dia de Carnaval, como forma de apaziguar a disputa entre as torcidas dos times baianos - Bahia e Vítoria - logo após Bell cantar os hinos dos clubes, como sempre faz, seguindo um discurso mais ou menos assim: "Aqui, nesse bloco, ninguém é Bahia ou Vitória, todo mundo é Chicleteiro", mostrando que a disputa dos times está fora da folia do Carnaval", explicou.
Segundo Neri, a expressão caiu no gosto dos fãs e passou a caracterizar todo o público que aprecia e segue o Chiclete com Banana pelo país, e que por se tratar de um grande público, também ganhou o título "Nação Chicleteira".
"É claro que nem ele, nem ninguém, tem a obrigação de ser Chicleteiro. Se torna um quem quer. Mas ele tem a obrigação de ser respeitoso com as pessoas que fazem sucesso a partir da Bahia, independente do estilo musical ou gosto, assim como ele também fez", rebateu Neri.
De acordo com a assessoria da banda Chiclete com Banana, os integrantes do grupo resolveram que até o momento não irão falar sobre o assunto. O vocalista do grupo, Bell Marques, principal alvo das críticas de Guanaes, está fora do país viajando com a família.
As críticas de Guanaes ao turismo em Salvador começaram após uma matéria públicada pela New York Times que mostra o Estado como um dos principais destinos turísticos mundiais, incluindo Salvador.
Mas, mesmo assim, o públicitário baiano crítica a falta de avanço e desenvolvimento turístico na capital: “A Bahia que o NY Times está se referindo é Trancoso, Itacaré, Algodões, Maraú. Eu estou falando da falta de eixo de Salvador. E em turismo e cultura, suprapartidariamente, tudo que a Bahia avançou nestas duas áreas ficou para trás”, escreveu Guanaes em um dos tweets.
No entanto, ele diz que a população é que é responsável por essa falta de crescimento. "Antes que alguém queira pegar alguém pra Cristo, isto não é culpa nem do governo e nem dos prefeitos. Culpados somos nós, baianos", declarou.
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Não sou "Chicleteiro", mas nem por isso, vou sair por aí menosprezando-os, como fez este Nizan Guanaes. Mas também não o critico, pois se esta é uma opinião dele, e todos tem o direito de falar o que quiser. Cabe ao criticado simplesmente o ignorar e deixa ele falar.
Eu só mudo o foco. Tiro o "Chiclete com Banana" e coloco no lugar, Netinho, pra ver que reação iria ter.
Antigamente, poderia cair de pau, como sempre fazía, quem criticava Netinho. Hoje já abri melhor os olhos. Continuo defendendo-o quando for preciso, mas também nem sempre irei "passar a mão na cabeça".
Mas detonar a cidade de Salvador, mesmo sem nunca ter estado em território baiano, como ele citou na matéria acima, dá à entender que há algo não correspondido, que o deixou frustrado.
É sempre assim, quando a gente se frustra com algo ou alguém que admiramos. A tendência é mudar toda a nossa opinião sobre o assunto e ao invés de elogiar, passamos a detonar. E de vez em quando, isso me acontece.
Agora, que motivo o autor da canção "We Are The World of Carnaval", um dos hinos do carnaval de Salvador, teve pra fazer este desabafo? Bom, apesar da minha curiosidade em saber, o assunto é pessoal dele.
Mas poderia ter evitado de espalhar por aí que Bell é careca, pois nunca o vi sem aquela bandana, dando-me a entender que o cantor fosse realmente sem cabelo. Pelo menos, deu identidade à banda, que foi uma das primeiras bandas de axé à ganhar fama, no fim da década de 1980. Chiclete é clássico, e como Netinho, Daniela Mercury, Ricardo Chaves, Bamda Mel, entre outros, eternizaram as nossas vidas com suas canções.
Agora me pergunto: Porque ele só mencionou Chiclete com Banana?
(Por, Mariana Mendes | A TARDE On Line)
O publicitário Nizan Guanaes usou o Twitter nesta terça-feira, 12, para fazer críticas ao turismo da Bahia, ao Carnaval e usou o grupo Chiclete com Banana como alvo de comparações, gerando muita polêmica.
Após afirmar que Salvador está perdendo a preferência dos turistas para outras capitais brasileiras, entre elas Florianópolis (SC), Guanaes atacou o axé e o vocalista da banda, Bell Marques: "Esta indústria do axé, personificada em Bell do Chiclete, só destroi a Bahia. Ele não é um artista. É um crooner careca. Tudo nele é mentira", disse o publicitário.

Guanaes chegou a insinuar que o cantor e banda seriam uma farsa e críticou o trabalho do grupo: "Bell é o não artista. Você já reparou que a mídia não cobre ele. Quando ele lança um CD não tem nem crítica. Um sujeito que lança um vinho tinto.", escreveu no microblog.
Para o grupo baiano, os comentários de Guanaes foram considerados ofensivos e fora de propósito. Aos seguidores do Chiclete com Banana, Wadinho Marques, tecladista do grupo e irmão de Bell, usou como resposta um ditado popular: "Deixo esse provérbio para alguém: Os cães ladram e a caravana passa", escreveu o músico no Twitter oficial da banda.
Já o diretor do Camaleão, Joaquim Neri, preferiu responder com mais clareza: "Acho que ele (Nizan Guanaes) foi deselegante, agressivo e beirando a imbecilidade. Não sabemos o porque de tudo isso, mas ele parece que está com problemas com a Bahia. Para nós (do Chiclete com Banana) ele quis agredir a Bahia e usou Bell e o Chiclete como metáfora para falar com o governo".
No Twitter, Guanaes voltou a usar o nome de Bell Marques para fazer críticas a capital baiana, que segundo ele, usa de uma falsa imagem de estrutura turística: "O Rio é a bola da vez. São Paulo está sem posicionamento. E Salvador já era. Salvador não tem praia para o turista, não tem hotel. E a orla é um favelão. Salvador está como Bell do Chiclete: careca e fingindo que tem trança".
Em seguida, Guanaes crítica a expressão "chicleteiro" usada pelo grupo para classificar seus fãs. "Eu não sou chicleteiro. Eu sou baiano. Alguém já ouviu Caetano ou Gil dizerem tal coisa: "Caetaneiro"", postou o publicitário.
Rebatendo mais uma vez a crítica de Guanaes, o diretor do Camaleão explicou a origem da palavra: "A expressão "Chicleteiro" nasceu naturalmente, em um dia de Carnaval, como forma de apaziguar a disputa entre as torcidas dos times baianos - Bahia e Vítoria - logo após Bell cantar os hinos dos clubes, como sempre faz, seguindo um discurso mais ou menos assim: "Aqui, nesse bloco, ninguém é Bahia ou Vitória, todo mundo é Chicleteiro", mostrando que a disputa dos times está fora da folia do Carnaval", explicou.
Segundo Neri, a expressão caiu no gosto dos fãs e passou a caracterizar todo o público que aprecia e segue o Chiclete com Banana pelo país, e que por se tratar de um grande público, também ganhou o título "Nação Chicleteira".
"É claro que nem ele, nem ninguém, tem a obrigação de ser Chicleteiro. Se torna um quem quer. Mas ele tem a obrigação de ser respeitoso com as pessoas que fazem sucesso a partir da Bahia, independente do estilo musical ou gosto, assim como ele também fez", rebateu Neri.
De acordo com a assessoria da banda Chiclete com Banana, os integrantes do grupo resolveram que até o momento não irão falar sobre o assunto. O vocalista do grupo, Bell Marques, principal alvo das críticas de Guanaes, está fora do país viajando com a família.
As críticas de Guanaes ao turismo em Salvador começaram após uma matéria públicada pela New York Times que mostra o Estado como um dos principais destinos turísticos mundiais, incluindo Salvador.
Mas, mesmo assim, o públicitário baiano crítica a falta de avanço e desenvolvimento turístico na capital: “A Bahia que o NY Times está se referindo é Trancoso, Itacaré, Algodões, Maraú. Eu estou falando da falta de eixo de Salvador. E em turismo e cultura, suprapartidariamente, tudo que a Bahia avançou nestas duas áreas ficou para trás”, escreveu Guanaes em um dos tweets.
No entanto, ele diz que a população é que é responsável por essa falta de crescimento. "Antes que alguém queira pegar alguém pra Cristo, isto não é culpa nem do governo e nem dos prefeitos. Culpados somos nós, baianos", declarou.
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Não sou "Chicleteiro", mas nem por isso, vou sair por aí menosprezando-os, como fez este Nizan Guanaes. Mas também não o critico, pois se esta é uma opinião dele, e todos tem o direito de falar o que quiser. Cabe ao criticado simplesmente o ignorar e deixa ele falar.
Eu só mudo o foco. Tiro o "Chiclete com Banana" e coloco no lugar, Netinho, pra ver que reação iria ter.
Antigamente, poderia cair de pau, como sempre fazía, quem criticava Netinho. Hoje já abri melhor os olhos. Continuo defendendo-o quando for preciso, mas também nem sempre irei "passar a mão na cabeça".
Mas detonar a cidade de Salvador, mesmo sem nunca ter estado em território baiano, como ele citou na matéria acima, dá à entender que há algo não correspondido, que o deixou frustrado.
É sempre assim, quando a gente se frustra com algo ou alguém que admiramos. A tendência é mudar toda a nossa opinião sobre o assunto e ao invés de elogiar, passamos a detonar. E de vez em quando, isso me acontece.
Agora, que motivo o autor da canção "We Are The World of Carnaval", um dos hinos do carnaval de Salvador, teve pra fazer este desabafo? Bom, apesar da minha curiosidade em saber, o assunto é pessoal dele.
Mas poderia ter evitado de espalhar por aí que Bell é careca, pois nunca o vi sem aquela bandana, dando-me a entender que o cantor fosse realmente sem cabelo. Pelo menos, deu identidade à banda, que foi uma das primeiras bandas de axé à ganhar fama, no fim da década de 1980. Chiclete é clássico, e como Netinho, Daniela Mercury, Ricardo Chaves, Bamda Mel, entre outros, eternizaram as nossas vidas com suas canções.
Agora me pergunto: Porque ele só mencionou Chiclete com Banana?
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