quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Uma paixão obssessiva

Quando se gosta, ama, admira, algo ou alguém, a única coisa que logo queremos é que elas sempre fiquem juntas da gente. Mas há situações que este apego, não é possível, e as vezes, se não tiver controle, vira uma obssessão.

É o caso de vários departamentos que encontramos por aí, seja na TV, na música, no futebol, na religião, etc.. Um bando de gente obsecada por aquilo, que acha que é bom, mas no fundo, é tudo uma grande mentira, mesmo sendo uma mentira-branca.

Mas uma vez, bato naquela mesma tecla do fanatismo.

Tá certo que, todos tem o direito de demonstrar sua admiração por aquilo que gostam, mas extrapolar os limites do aceitável, é bom procurar um tratamento pscológico.

Sobre o fato do torcedor de um time de futebol, que recentemente, sabendo que o time foi jogar no Japão, uma grande multidão foi em comitiva à um aerporto de São Paulo, reverência o time. Além disso, muitos desses torcedores, não contente, foram ver o jogo [COR x AHL], no estádio, lá no Japão.

Reportagens foram mostradas na TV, tem de tudo. Até suspensão da reforma da casa, a venda de um carro ou outro bem valioso, para que o torcerdor tirasse o visto, comprasse uma passagem até o Japão, além das outras despesas, como hopedagem, transporte e alimentação, tudo por conta de um jogo de futebol. Não importa o nível da importância do campeonato. Como é que uma pessoa, abandona um bem, por conta de uma paixão?

Até mesmo, quem tem condições financeiras bem confortável, que podem gastar sem problemas, não fazem este disperdício, por causa de um fanatismo.

Se este jogo, fosse em algum outro estado brasileiro, até aceitava tal sacrifício. Mas se debandarem até o outro lado do mundo, não é só secura, como é um caso de acompanhamento de profissional psicológico.

Como já tenho dito: ser fanático, também tem seus limites, em cada departamento.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Sinto falta de ter sobrinhos

Por ser filho único, jamais sentirei a sensação do que é ser "tio" de sobrinhos de 1º grau, ou seja, filhos dos meus irmãos. No m´ximo, serei tio de 2º grau, tio dos filhos dos meus primos: uma espécie de tio-primo, sobrinho-primo.. Se tem tio-avô, porque não o tio-primo?

Cheguei aos 30, e sinto falta disso: dos sobrinhos. Já os filhos, bom quero ter os meus legítimos. Mas aí é com uma pessoa que tope fazer algo especial. Hoje há vários outros métodos, além das vias naturais.

Quem sabe, tendo alguém me chamando de tio. Ouvindo chamar meus pais de "vô", "vó", eu não teria sido outra pessoa, com outro comportamento, pensamentos? Me sinto, as vezes, tão infantil.

Quando estive em Fortaleza, no mês de julho, o filho de um primo meu, por quem me afeiçoei, no meu último dia, ele ficou me esperando. Como estava em outra visita, acabei demorando da hora marcada, e quando cheguei à casa dele, se cansou de me esperar e dormiu.

Ainda o vi deitado na cama da avó dele. Fui olhar a internet, até para ver se ele acordava, pois teria o som do teclado do computador, mas não acordou.

Nesta hora, tive uma sensação paterna. Me senti quando meu pai demorava no trabalho, e acava indo dormir sem vê-lo. Até hoje, me lembro de 1 semana sem ver meu pai, porque ele saia cedo e chegava tarde.

Será gente, que já tá na hora de mudar radicalmente? Providênciar um filho? Só tem um porém: casamento nem pensar. Não acredito nessas coisas de casamento. Acredito no pai e mãe. Mesmo que nem morem juntos, morem próximos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer: um exemplo.

Agora que Oscar Niemeyer mudou de plano, quem sabe, até para modernizar a arquitetura celestial, aqui na terra, agora muitos projetos espalhados, principalmente no Brasil, que acabaram engavetados, parecem que ativou o interesses para se transformarem em prédios de verdades.

Eu nem sabia que no Ceará, havia algum projeto de Niemeyer já entregues. São poucas, mas tem.

Só agora, é que soube da existência de um novo projeto, que já era para ter sido entregue: o Museu do Mar. Agora que depois de falecido, é que, na nova gestão da prefeitura de Fortaleza, o projeto saia do papel e torne-se real.

Até então, não sabia que o prédio da extinta TV Manchete, na Av. Antônio Salles, era de Oscar Niemeyer. E outro, que hoje é um hotel na Av. Beira-mar, antes foi uma casa residêncial de um norte-americano.

Em Recife, já estive no Parque Dona Lindú, projetada por ele.

Aos 104, e em plena atividade, acho que a sua durabilidade estava ligada ao trabalho. Um exemplo para muitos que vivem reclamando que trabalham demais. Cabeça ocupada, não perde tempo pensando no nada. Quem me dera, chegar nesta idade, com todo gás pro trabalho.

Que Oscar Niemeyer seja um exemplo para todos nós, que trabalha na profissão que ama. Se você ama aquilo que faz, não dará vontade nem de querer se aposentar.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Todos Choram

Chora filha, chora sobrinho
Latem os cachorros, miam os gatos
Chora o noivo, chora a noiva.
Choram os vizinhos, choram os mendigos.
Choram os inimigos, choram os amigos.
Chora pai
Chora mãe
Chora tio
Todos choram
Mesmo sem motivos para chorar...


Chora o valentão, chora o fracote
Emociona, o cantor, emociona, o ator
Chora o homem, chora a mulher
Choram os idosos, choram os mais novos
Choram os reprovados, choram os aprovados
Chora neto
Chora irmã
Chora primo
Todos choram
Com motivos para chorar...


(De minha autoria)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Faça agora. Amanhã pode aparecer uma lei proibindo


Olha, é para se pensar... Do jeito que as coisas estão indo... Já tem lei proibindo tudo. É a censura voltando disfarçada em forma de leis.

Algumas leis, acho absurda. Mas outras são necessárias, como a "Lei Seca". Já a "Lei Carolina Dieckman", só indago uma coisa: quantos anônimos não já caíram na mesma armadilha da atriz? Só porque foi um fato que aconteceu com alguém público, receberá o nome da vítima mais famosa.

Já as outras leis, que deveriam funcionar, passam longe da perfeição, como a lei dos 15 minutos nas filas, nos bancos. Só se for 15 minutos parado naquela mesma posição.

Doação para natal?!... Não.

Olha só, alguns minutos atrás, duas senhoras e uma garotinha, tocaram aqui em casa, pedidndo uma doação em alimento, para o natal. Todos os anos, é sempre a mesma coisa, de doação de "caixinha de natal".

Tenho até vergonnha nos lugares onde chego, e ser abordados por vendedores para cooperar com a "caixinha de natal". De certa forma, me sinto coagido à fazer algo que não quero. E não faço mesmo, não sou obrigado. Mas fica aquele clima.

Pois bem: como minha mãe, que ainda está em viagem, mas o destino atual é Fortaleza, nós, meu pai e eu, não costumamos estocar comida em casa. Compramos todos os dias, o que falta. Só fica mesmo o essencial. Mas grandes estoques, não.

Então, não tinha como ceder 1kg de alimento não perecível, seja lá ele qual fosse, mas notei a cara de decepção das senhoras.

Porém, falei a verdade: que estava desprevinido. Se quiseram ou não, acreditar, só lamento.

E realmente, o que temos, é para consumo próprio, e não para ficar fazendo doações de natal, para ninguém e qualquer um pode fazer a sua parte. Se fizer isso, uma vez, todas as vezes virão querer fazer. No quesito doações, não contem comigo. Se até hoje, nunca doei sequer um brinquedo meu, uma roupa minha, imagine doar comida?

Nem vou me importar para os que são contra ao que falei. Cada um faz de suas doações, o que bem entender. Tem muita igreja aí, milionárias, que é dever delas fazerem caridade. Se algumas delas, nem isso fazem, porque tenho que fazer? Se nem as prefeituras das cidades, fazem isso, porque que tenho que fazer?

Sou meio ditador...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Não sumi. Só perdi o interesse

"As pessoas não somem. Elas perdem o interesse".

Vi esta frase, e me veio algo que muita gente já deve ter percebido. Aliás, acho que algumas não entenderam o recado, mas tudo bem.

Não preciso entrar em mais detalhes. O meu sumiço é porque perdi totalmente o interesse por aquilo, não importa o que seja e a sua ocorrência.

Se não tenho mais interesse, para quê forçar as coisas como se tudo estivesse ainda bem interessante?

Utilizando o MetrôRec

Nas últimas semanas, tenho andado, pelo menos, duas vezes de metrô: ida e volta.

Se, que o que é que há?

Como não tenho costume de utilizar este tipo de transporte público, é o melhor meio para ir ao centro de Recife. Como é coisa rápida, optamos por deixar o nosso carro num estacionamento seguro, e seguir o resto do percurso, de metrô.

Só em casos expecíficos, vamos de carro ao centro. Mas estacionar num local que cobram mais de R$: 6, por 2 horas, só para começar, é algo que incomoda.

Onde deixamos, custa R$: 2,50. Mais R$: 1,60, no metrô, por pessoa, fica mais cômodo, por não termos que enfrentar os engarrafamentos nos acessos ao Centro, e gastos desperdiçantes com o carro.

Mas hoje, acho que peguei um horário mais lotado.

Lógico que toda lotação, incomoda, inclusive, de trem/metrô. Mas sabe de uma coisa: antes uma lotação no metrô, desde quê não me subtraia nada dos meus bolsos ou me machuque, até encaro, do quê de um ônibus. No trem/metro, pelo menos, se anda. Mas no ônibus, vai depender muito da situação do trânsito, além de uma grande maioria não disponibilzar de climatizadores de ar, como nos trens do metrô.

Há quase 1 mês atrás, caímos numa pegadinha: a linha que utilizamos, até um certo trecho, serve para dois destinos. Deste ponto, há uma bifurcação, onde uma linha vai para a esquerda e a outra, para a direita. E nosso destino, é sempre a linha da direita.

Em cada metrô, há o nome dos destinos... lógico. E até então, não sabia que, em cada volta, cada trem faz o percurso diferente, entre dois destinos. E houve um, na estação central, após realizar sua manobra, não alterou o seu destino, para aquela viagem. Neste caso, este trem já tinha vindo da linha, que segue à direita, ou seja, o nosso destino.

Se não houvesse a audição interna, com as informações de destino, a gente seguiria destino errado, caso não descessemos até a última estação incomum para este ramal. Então, ao constatarmos de que, aquele trem que vinha daquele destino, naquela nova viagem, rota era o outro.

Agora ficamos mais em alerta. Apesar desses pequenos detalhes, parece que já estou pegando o costume, até mesmo, com a mudança do acesso, com a substituição do bilhete eletrônico pelo cartão magnético.

Só confesso que, se deixar, eu percorro todos os percursos do MetroRec, e isso, nem mencionei o trecho de trem à diesel, entre Cajueiro Seco para Cabo ou Curado. Só que os trilhos para o trem à diesel, não são compatíveis com os do metrô. Suas bitolas tem metragem diferentes.

E por falar em trens, faz um tempo que não vejo trens de cargas passando pela cidade onde moro. Antes também ainda tivesse em atividade, os trens de passageiros, até o Terminal Rodoviário de Pernambuco. Isso evitaria de utilizar o carro em muitos momentos. Isto de irmos ao centro, só para comprar embalagens, seria um exemplo.

Não só para Pernambuco, mas que sejam reativadas muitas linhas ferroviárias que já não existem mais, em todo o Brasil, e que os trens mais os veículos rodoviários, se tornem aliados.

Sabe, um dia desses estive pensamdo: porque não fizeram um ramal de metrô, partindo da estação Central e bifurcando em Joana Bezerra, no ramal para Cajueiro Seco? Sim, Construiam-se viadutos, como existem em Coqueiral e assim, seguia-se para Av. Agamenon Magalhães, por túnel, até o terminal de ônibus, em Paulista e daí, em elevado até Igarassú, bifurcando-se também com um suposto ramal pela BR-101 com PE-15, até Cajueiro Seco, também em trecho em elevado.

E haja dinheiro para investir em tudo isso.

Mas esta é uma das salvações para o caótico transito, nas grandes cidades. Lá em São Paulo, o metrô está sempre em ampliação. Um exemplo: no Rio de Janeiro, estão expandindo o metrô, do Leblon para a Barra da Tijuca.

Já em Fortaleza, vão começar as obras para a linha leste, do metrofor, do Centro até o bairro do Edson Queiróz, por túnel, além do ramal de Parangaba para o Mucuripe.

Se já existissem transporte ferroviário de qualidade, com esta configuração que descrevi, em Fortaleza, há 20 anos atrás, teria poupado-me de muitos aborrecimentos de ônibus.

Que os carros parem para o trem passar.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Redes Sociais: É complicado conviver com as pessoas.

Ficar sempre com indiretas, nas redes sociais, realmente é uma perca de tempo. Já fiz muito isso, e ainda faço, mas com moderação.

A cabeça esquenta. Vem aquela vontade de vomitar tudo que tá engasgado. Tem horas que fazer isso, é necessário. Libera o ódio do coração e libera aquele espaço para novas experiências.

Insistir nos mesmos argumentos, para sempre as mesmas pessoas, por meses, é um grave erro. Experiência própria.

Porém, são esses erros, que depois, ao refletirmos de cabeça fria e coração mais leve, não voltarão para serem corrigidos. Passou-se. E o passado, é como água de torneira: não volta.

Mude o foco. Sempre em frente. E invista-se no que é seu, e pra você, não para agradar ou desegradar os outros.

Nas redes sociais, acontecem as mesmas coisas que nos ocorrem pessoalmente. A diferença, é esses acontecimentos acontecerem dentro de um mundo virtual. E como no real, sempre existirão os que nós amamos. Os vários que gostamos. Os que toleramos. Aquela infinidade que odiamos. E o restante que certamente, iremos ignorar.

Temos as nossas redes sociais, para darmos aqule nosso recado. Se não for recebido por bem - bem particular -, será recebido por mal, nem que para isso, tenhamos que tornar público, o que nos incomoda em nossos corações.

Mas tudo tem limites. Limites de criticarmos, limites de sermos criticados. Uma hora, ambos os lados devem silenciar-se, um de cada lado, para que a paz volte a reinar.

É complicado conviver com as pessoas. Por isso, é melhor ter poucos, porém, bem selecionados, do quê um monte de baixa qualidade.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Fuleco

Brasileiro nunca se agrada com nada. E não tem estudos em pesquisas que revelem isso. É só ler os comentários na grande maioria do que é postado na internet, só tem críticas... Se não gostaram, vão lá e façam melhor.

Sobre a de Copa 2014, desde a exibição do desing gráfico da taça, até o nome do mascote, tudo foi e e é alvo de críticas do torcedor, que comparou a desenho da taça com Chico Chavier durante seus transes, e o nome escolhido pelo público para o Tatu-Bola, o mascote da Copa de 2014, como Fuleco.

Mas como falei: a população escolheu este nome, em votção pública. Haviam mais outros dois nomes para batizar o mascote, que foram Zuzeco e Amijubi.

Achava mais simpático, o nome Zuzeco, e meu voto, sempre foi neste nome. E como já deixaram registrado, Fuleco, além de combinar futebol + ecologia, também pode significar, fuleiro + timeco. O povo brasileiro, é de uma criatividade, que as vezes, chega a ser bizarro.

Se não gostaram do nome, porque não votaram no que mais lhe agradaram? Aliás, como foi um voto popular, então não vejo motivos para a população criticarem, se a grande maioria escolheu este nome.



domingo, 25 de novembro de 2012

"The Voice Brasil": crítica.

Sobre o "The Voice Brasil":

Acho o programa maravilhoso, mas assisto-o como se fosse um daqueles famosos programas de calouros.

Ainda não vi, alguém convincente entres os candidatos, que realizará o seu sonho de cantor profissional famoso.

Por isso que não voto. Ninguém me convence como artista, além de ter ninguém ter uma bela voz. Nenhuma voz, por enquanto, nesta edição, me agradou. Há algum que se destaca, mas para mim, acho que ainda ele pode dosar melhor.

Na época do "Fama", por exemplo, teve a Marina Elali. Esta sim, nem precisava ter participado do programa, pois sua voz já era de uma artista completa.

Eu esperava alguém assim, com uma voz, não igual ao da Marina Elali, mas uma voz que me convencesse como ela tem.

O que vejo, é um monte de gente que no máximo, cantam com uma voz num tom tão alto, com excesso de gritos, forçada de vozes e afins, mas que não convence como artista. Sinto-os como se ainda estivesse num "oba-oba, estou na Globo".

Quando vocês ouvem as canções de Lulu Santos, Daniel, Cláudia Leitte ou Carlinhos Brown, por exemplo, quantas vezes eles forçam suas vozes ou se excedem nos gritinhos? Isso vai de acordo com a emoção das canções. Mas há músicas, que esses efeitos são os maiores erros.

Quando foi na fase "Audições as Cegas", ninguém tinha uma técnica, e soou verdadeiro. Mas hoje, já com as dicas dos profissionais famosos, essas técnicas acabam se tornando artificiais. Esta é a visão que tenho. Não sei se outros telespectadores também tem esta intuição.

Espero que na 2ª edição do "The Voice Brasil", que a produção seja mais exigente quanto a qualidade vocal dos candidatos.

Esta 1ª edição, passa. Mas na 2ª, serei mais crítico em se tratando de excessos de gritos e forçada de vozes, estilo Bruno (Bruno & Marroni), para conquistar o público.

E quando me refiro a ser mais crítico, não é sair escrevendo nas redes sociais ou em outras espécies de comentários, na internet, esculhambando ninguém, como sempre surge, com mensagens depreciativas.

Essa crítica é válido também para os outros programa similares ao "The Voice Brasil". Só por conta disso, que até evito de assistí-los.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Nada cai do céu, nem cairá...

Assistindo agora a novela "Renascer", em exibição no "Canal Viva", e ouvindo a canção de abertura, achei a letra muito interessante, prestando bem atenção, em quase 20 da novela.

CONFINS - Batacoto (participação especial Ivan Lins)

Nada cai do céu nem cairá
Tudo que é meu eu fui buscar
Aprendi viver e caminhar
Entre os bons e os maus e me guardar

Fico me remoendo com meus remendos
Prá me lembrar
Que lá vem desavença
E eu tenho que enfrentar
Isso é o que me alimenta
Que me sustenta, me faz amar
Nesses confins de mundo
Nada vai me assustar

Nada cai do céu nem cairá
Tudo que é meu eu fui buscar
Aprendi viver e caminhar
Entre os bons e os maus e me guardar

E todo dia eu cresço
Com os tropeços que Deus me dá
Mas não acabo eu prá me desafiar
Faço da lua cheia uma caneia prá iluminar
Os olhos do inimigo que possa me roubar...


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Vídeoclip Censurado

Há quase 1 mês atrás, testemunhei um grande número de compartilhamentos de uma atração que tinha sido confirmada por um cantor, de que tal programa vespertino de uma grande emissora de TV, iria exibir em 1ª mão, o seu novo vídeoclip.

Só que acabou o programa, e nada de exibição deste vídeoclip, nem nos dias posteriores, nem até agora. Mesmo assim, fiquei curioso de saber os motivos, não nego. Mas tudo relacionado à este cantor, já não mais me interessa.

Hoje pela manhã, li uma notificação de que tiveram que refazer o vídeoclip, pois os motivos que levaram a não exibição do mesmo, foi a censura. Segundo comentário do cantor, seu clip foi censurado por excesso de bumbum e copos de bebidas - o que daria a entender está fazendo apologia ao consumo de álcool e sexo - visto que, o horário proposto da exibição deste clip, seria pela tarde, não estavam compatíveis a nova regulamentação da emissora.

O artista não precisaria apelar tanto, pelo o mínimo que seja. Como nunca precisou disso, por conhecimento de causa, não sei porque agora, resolveu mudar.

Mas final: todos nós mudamos. Se eu mudei minha opinião sobre este artista, de quem fui muito fã, hoje já não quero ter o meu nome mencionado. E se tiver, retiro-me da notificação.

Não compartilhei o link, na época. Não estou compartilhando mais nada, nem em meu blog, nem nas minhas redes sociais. Não me envolvo mais com nada relacionado ao cantor. Acho que só comentei na comunidade que ainda mantenho, numa rede social, sobre aquela possível exibição. Mas se ainda estivesse naquela vibe, teria me frustrado, como muitos ficaram.

Só ouvi a nova canção, uma vez, no dia que fiz o download. Nunca mais escutei-a.

Acessei o seu site, para ver o novo layout, não tive sequer empolgação de baixar nada na área "download", como sempre fazia, desde 2003. Não fiz ainda, mas posso fazer. Só não tenho pressa.

Mas esta decadência, já tinha sido iniciada há 2 anos. Não foi uma mudança imadiata. Já comentava de quê estava com uma cisma, até que se confirmou, como já tenho dito. Sentia um certo clima de diferente na energia.

Agora, quem sabe, numa nova edição, este tal vídeoclip, por fim, será exibido, mesmo que de forma compactada, no mesmo programa, sem o excesso de bumbum e copos de bebidas?

terça-feira, 6 de novembro de 2012

1ª grande ocorrência no Shopping Rio Mar



Com menos de 1 semana de inaugurado, o Shopping Rio Mar - Recife, já teve a sua 1ª grande polêmica: a morte de um cliente, que não foi adequadamente atendo pela emergência de plantão do estabelecimento.

Entendam o caso, com o depoimento do filho do Sr. que faleceu nas dependências do novo shopping center de Recife, no bairro do Pina.

O caso aconteceu no sábado, dia 3 de novembro. O Shopping Rio Mar, que supera o Shopping Recife, foi inaugurado no dia 31 de outubro, hoje, 8 dias.

Enquanto isso, o Grupo JCPM, de Recife, já começou as obras do mesmo shopping, no bairro Papicu, em Fortaleza. Pelo tamanho que já vi, em fotos, poderá superar o tamanho do maior shopping de Fortaleza: o Iguatemi.

O Shopping Rio Mar já ficou marcado por uma tragédia, para uma família, que com certeza, nunca mais colocará os pés naquele local, por motivos óbvios.

O que acontceu com o pai, deste rapaz na qual, estou postando seu depoimento, poderia ter acontecido com qualquer um de nós.




(Indignação pela amiga e radialista: Monika Souza, em seu Facebook)

Enfim o Shopping RIO MAR se pronunciou sobre a morte do Sr Valdir Barbosa, irmão do Edvaldo José, acontecida na noite do último sábado, em frente à Loja Le Bisquit, no Shopping.
E se pronunciou de forma VERGONHOSA, com palavras que eu chamaria de "engana-besta".

Agora EU PERGUNTO:

- O Shopping lamenta, mas não entrou em contato com a família. Lamenta?

- Chegou ao local em minutos... 25 MINUTOS. Vocês sabem o que é isso pra quem está sofrendo uma parada cardíaca??? E os danos cerebrais que podem ser causados, caso a pessoa sobreviva?

- "Treinado e qualificado", mas se desesperou ao precisar usar um desfibrilador.

- Utilizaram o carro da segurança (ao invés das duas ambulâncias que informam ter), por estar mais perto. E POR QUE as ambulâncias não estavam à mão dos usuários, em portas do Shopping??? Onde ficam as ambulâncias, no estacionamento? Pra quê???

- Se sabem que há um forte fluxo de veículos no local (e a tendência é piorar), por que não há uma unidade de atendimento de emergência - e/ou UTI móvel DENTRO do estabelecimento???

- Ele não deve ter sido atendido nesse Hospital, caro Rio Mar, pois, segundo a família, já chegou lá SEM VIDA.

- POR QUE o referido Shopping não tem uma página válida no Facebook (ou menos difícil que encontrar), para que possamos direcionar nossa indignação???

VEJAM A NOTA OFICIAL E ME DIGAM SE ESTOU ERRADA OU EXAGERANDO EM ALGO:

"O Shopping lamenta profundamente o fato ocorrido com o senhor Valdir Barbosa e se solidariza com toda a família. A administração informa que a partir do momento que foi acionada pela equipe da loja onde houve a ocorrência, em minutos chegou ao local o chefe da Brigada de Emergência, treinado e qualificado para prestar primeiros socorros, utilizando todos os procedimentos necessários. O shopping possui duas ambulâncias, mas devido a urgência do caso e do elevado fluxo de veículos no local, no final de semana, foi utilizado o carro mais próximo, uma Hilux da segurança, levando o paciente imediatamente para o Hospital Português, pela proximidade e por ser referência em cardiologia. Naquele hospital foi atendido por sua equipe médica."

Sem mais.

domingo, 4 de novembro de 2012

24 anos do beijinho da Xuxa.

Um dia inesquecível. Este vídeo é um achado, literalmente.

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Xou da Xuxa, em Fortaleza, no ano de 1988, no Estádio Presidente Vargas. Eu estava neste show, na arquibancada. Ah, esses fogos... do vídeo. Nesta hora, quando começaram a estourarem no céu, me assustei e comecei a chorar. Na época, tinha um medo traumático, por algo que estourasse, incluíndo balões/bexigas.

Tem uma coisa que nunca me esqueci deste show. Após o término, minha mãe e eu fomos até o ônibus que levaria Xuxa embora. Fiquei de frente ao ônibus com ela. Xuxa estava de roupa preta, e ficou na parte da frente, sentada num batente. Ela olha para frente do ônibus, me vê e solta um beijo pra mim, quando dei um tchau pra ela.

Há 24 anos, me lembro muito bem daquele momento. Só não lembro a data correta. Acredite quem quiser. O importante que eu vi tudo e acredito. Por isso que não tenho nenhuma raiva dela, apesar de todas as polêmicas do seu passado, presente e/ou futuro.

Nem por isso, me tornei um fã naquele nível que um dia fui para alguns outros famosos, como Netinho. Sou um fã moderado.

Queria muito que Xuxa soubesse disto, apesar que sigo suas redes sociais. Mas sou "antigo", gente, kkkk...