segunda-feira, 7 de março de 2016

A implicância de: Raquel x Juliana, contra minha pessoa.

Re-acompanhando a novela "Mulheres de Areia", sempre que ouço o nome Raquel, me lembro de uma menina da minha sala, no pré-escolar, no Colégio 7 de Setembro, que implicava comigo, não sei porque. Eu nem era amigo dela e nem brincava com ela. Só sei que implicava, do nada. Então, peguei "gás" - como dizem os pernambucanos - do nome Raquel. Até hoje, sempre que ouço, me vem um episódio onde havia um espaço que a gente brincava, no recreio, e minha mãe ficava me aguardando, e esta Raquel veio implicar comigo. ela sempre costumava de me empurrar e de me chamar de "lezado", e minha mãe testemunhou isso uma vez, deu-lhe um belo "esporro" nela. Acho que até hoje, mesmo com 33 anos, ela é capaz de dá uns sacodes em qualquer pessoa que me façam de palhaço-idiota. Eu não preciso partir para cima do autor de certos tipos de agressões. A melhor revidação, é a consciência pesada que ela ficará carregando na mente. Outro nome que não colocaria em alguma filha, caso tenha, seria Juliana: pelo fato de que no condomínio Nova Aurora, onde moramos de 1987 à 1992, no bloco F, havia uma Juliana que, eu nunca vi na vida, me agrediu, do nada. Foi assim: Estava saindo com minha mãe, para o Colégio. Ainda estudava à tarde, e era dia de "recreação". O ano deveria ser 1989 ou 1990. Não me perguntem o dia nem o mês. De casa, sabíamos que no hall, tinha crianças brincando. Até aí, tudo ok. Mas quando abri a porta, esta Juliana veio bater no meu braço, do nada. Nem sequer, a conhecia. E ela ficou assim, nesta implicância gratuita comigo. Sempre que me via, me batia no braço, e eu, "molenga", acho que até hoje, sempre voltava pra casa, chorando. Até que um dia, estava ouvindo um K7 da Xuxa, ela ficou na grade da varanda e falou: "Bruno, quero ser tua amiga". Ela já sabia até o meu nome. Tá certo. Ficamos amigos. Mas nunca me esqueci, tanto desta Raquel como desta Juliana. Acho que é por isso que nunca me relacionei com mulher alguma. Bloqueio, será?! O que mal fazia á elas, sem nem sequer conversava ou brincava com ambas? E se, por ventura, a mãe da minha filha - que NUNCA será minha esposa - escolher Juliana Raquel, ela que vá cuidar da criança sozinha.

quinta-feira, 3 de março de 2016

"Sem Ressentimentos", por: Zélia Duncan.

Sem ressentimentos
(Por: Zélia Duncan)

"Mágoa enrustida é um perigo, não vira cicatriz, machuca pra sempre

Mágoa é um bicho estranho, um animal faminto, de tocaia. Dentes precisos, olhos brilhantes. Desprevine e ataca, arranca um pedaço mas não mata, pra não deixar de morder. Mágoa às vezes se disfarça. Finge que é perdão, finge que não é nada, jura que passou, só que não. Muda de nome. Vira rancor, vira vingança, vira cachaça! Mágoa muda é uma desgraça. Não fala pra fora, mas faz discurso pra dentro. Conclui, infla, se basta. Acha justas justificativas, labirintos de argumentos que só reverberam no próprio ouvido. Mágoa enrustida é um perigo, não vira cicatriz, machuca pra sempre.

O cotidiano não é moleza, se relacionar, um grande mistério. Ainda que tenhamos uma natureza comum, somos individualmente tão diferentes. Se observarmos o tempo que cada um tem para sentir os acontecimentos até que se tornem palavras. Alguns são muito impulsivos, esbanjam pontos de vista, outros ruminam mais os fatos ou são mais serenos mesmo. Existem os que ligam seus tratores e vão triturando as conversas com opiniões e críticas veladas ou nem tanto, os que não sabem ouvir nada sem levar pro lado pessoal. São tantas nuances entre o que se diz e o que se ouve, como se recebe. Predisposições, dias mais sensíveis, códigos menos legíveis. Penso que o tempo pode estar sempre a nosso favor, no quesito “escolher”. Em todos os sentidos, inclusive e principalmente, em relação às palavras. Nem todas as opiniões são relevantes, creio que a maturidade nos ajude a concluir isso. A hora de calar é mesmo sagrada. Palavras valem ouro, e o silêncio, diamante, como bem se diz! Resistir ao autoelogio, em tempos de selfies e faces, me parece cada vez mais ser um grande feito!

Existem muitos tipos de mágoa. As que inventamos, as que realmente aconteceram, as profissionais, as de amigo, as de amor. Todas doem, claro, e todas merecem atenção, até para chegarmos à conclusão de que devem ser relevadas e que, se comparadas ao valor que a relação tem, viram tolices. Quantas vezes não nos metemos em situações que no fundo sabemos que vão resultar em mágoa, mas lá vamos nós, de peito estufado, pedindo que nos acertem e… pow! Roteiro concluído, saímos com cara de vítima deste mundo cruel.

No caso dos amigos, sou sempre a favor de falar. Falar o que incomodou, o que não bateu bem. Falar o que se esperava e não veio, seja o que for. Não me conformo com as pessoas que se retiram da minha vida, sem eu saber o porquê. Amigos que abrem mão de toda uma história, por conta de algo que não fazemos ideia do que seja. Isso é uma espécie de sadismo, o fim da feira, a xepa do carinho e da consideração. Sair sem dar chance a um pedido de desculpas, a uma explicação, ou até de poder constatar que nem havia motivo real pra tanta mágoa. Acho arrogante e covarde a pessoa que se retira dessa maneira de uma relação de amizade.

Eu acredito que até as mágoas, quando não envolvem algo grosseiro, ou de caráter muito baixo, expiram. Precisam expirar. Ficam até ridículas. A vida é curta demais para sermos detentores de uma mágoa eterna em relação a algo ou alguém. Que vire nada, que vire vento, mas que deixe de ser levada a ferro e fogo, porque faz muito mal, principalmente a quem carrega esse tribunal nas costas.

No caso do amor, acho que seria bom evitar coisinhas miúdas, pensar um pouco mais antes de sair enxurrando expectativas e frases de efeito em cima do outro. Ninguém aqui está dizendo que é fácil, mas, num mundo do amor ideal, seria aconselhável escolher mais as palavras, pelo menos!

Aos 19 anos, fui traída pela então melhor amiga, que “levou” meu amor pelas costas. Uma mágoa que parecia vitalícia, que demorou uns dez anos, sem exagero, para se curar. Curei de verdade quando aceitei o fato e, claro, porque a vida andou milhões de felicidades pra frente. Cá pra nós, além de ela não ter sido lá a tal amiga das melhores, aquele amor tava implorando pra ser levado, e foi!

Profissionalmente também é delicado, principalmente se estamos lidando com colegas que não são exatamente amigos. Na minha área, egos estão quase sempre na comissão de frente, e há que se ter cuidado. Quando chegam muito lustrosos, boto meus óculos escuros, procuro a saída e corro pra minha turma!

Há ainda as famosas mágoas de família. Aquelas que atravessam gerações inteiras, ganham contornos, arranjos, são cavucadas pra baixo, pros lados. Viram herança, sussurram pelos umbrais das salas e dos quartos. São profundas e podem ser mais perversas, porque nos viram nascer. Pra essas, minha humilde receita, que aprendi com minha mãe e minha avó: doses cavalares de amor e compaixão. Deixo aqui meu depoimento, funciona sim! O efeito de alívio é imediato e não tem contraindicação. Aliás, é mesmo feito em casa!"


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Texto que me surgiu providencialmente, num momento em que estou passando por isso.

Estou com 33 anos. Não posso sentir mágoas de alguém, por causa de uma brincadeira boba. Boba, mas também muito séria.

Foi sem graça? Foi!
Incomodou? Para mim, de certa forma sim e muito!

A pior coisa, é você ficar martelando certas mágoas, por bobagens.

Eu mesmo, já fiquei bem magoado, por causa de uma recusa de fotos. Fiquei chateado, me afastei. Mas quando fiquei numa situação em que a pessoa com quem estava magoado, ficou à beira da morte, a minha consciência pesou. Bateu um desespero.

Não me perdoaria, se caso não o perdoasse por um comportamento infantil da minha parte. Aliás, nunca quis o mal de ninguém.

E como estaria me sentindo hoje, se o pior tivesse acontecido? Muito pior do que esta sensação que me envolveram numa "pegadinha", no início de fevereiro.

Chateado, sim. Mas não posso sentir mágoas, ressentimentos, por uma brincadeira mal sucedida e fora de hora. Esta sensação é ruim. É chato ter que evitar certos lugares, principalmente certas pessoas, por mágoa.

Ficar com um peso na consciência, é muito ruim. E é o que estamos vendo nos telejornais: são todas pessoas magoadas em algum momento da vida por alguma coisa.

Então, se caso não se desculparem logo, fiquem um breve tempo afastado. Mas cada caso, é um caso, pois depende muito do nível desta mágoa. Mas quando for algo mais leve, não demore muito tempo para fazer as pazes: nunca saberemos o que o amanhã nos fará.


Tudo tranquilo e favorável

Não sei como surgiu este nova expressão, mas acabei adotando-a sem querer.

Tá tudo tranquilo, tá tudo favorável.

... E espero que continue tudo assim: tranquilo e favorável.

"É paz, o bem que você me faz".

quarta-feira, 2 de março de 2016

20 Anos sem "Mamonas Assassinas"

É... Hoje completam-se 20 anos de vossas partidas.

Parece que a notícia foi dada agora a pouco, mas lá se vão duas décadas. Como passa rápido, a vida.

O que vocês estavam fazendo nesta data e o que você pensava, em 1996, o que estaria fazendo 20 anos depois? Era exatamente o que você sonhava ou o destino vos levaram à tomar outros rumos?

"Mamonas Assassinas" - 20 anos de saudades. E todos os anos, esta data, como a de Ayrton Senna, é sempre lembrada.


Me lembro de muitas cosias que aconteceram naquele dia, horas antes do que aconteceria.

Na manhã, houve uma reunião de pais, no colégio onde estudava na época: General Osório. Enquanto minha mãe estava na reunião, fiquei com meu pai, no lado de fora. entrei numa lojinha perto, e comprei dois carrinhos de ficção. Com ele, dei uma circulada no quarteirão, só para ver uma limousine que havia numa rua que passava aos fundos do colégio.

Mais tarde, brinquei com meus carrinhos, enquanto assistia a reprise do último capítulo da novela "História de Amor", que eu nem iria rever.

No meu quarto, havia fotos recortadas de revistas ou revistas amontoadas sobre um banquinho que ficava lado da cabeceira da minha cama. Tudo que saia sobre eles, comprava ou assistia. O álbum de figurinhas, me faltou 8 cromos. Hoje, elas estão guardadas com carinho.

Eu tenho o livro "Pitchulinha - Minha vida com Dinho até que os Mamonas nos separem. Uma história de amor e conquista", de Mirella Zacanini, uma ex-namorada do Dinho, antes da Valéria, namorada da época do auge dos "Mamonas".

As camisas, ganhei em 1996. Não foram estampadas por mim. Estão bem conservadas, apesar dos anos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Confiança: nunca estraguem uma confiança.

Confiança, hoje tive uma prova de como ela não deve ser tratada como um papel. Caí numa brincadeira infeliz. Acreditei que fosse verdade uma coisa de achei que tinha acontecido, porém a verdade sempre aparece. Pois é: não aconteceu. Nunca, mas nunca na vida, criem algo que não aconteceu. Uma brincadeira fora de hora e pegando uma pessoa, momentaneamente desprevenida, esta pode acreditar sendo verdade e por causa disso, muita coisa desagradável pode acontecer com quem recebeu tal boato. A informação que tive, no dia 5 de fevereiro, foi falsa. Uma brincadeira sem graça e que acreditei sendo verdade. E ainda envolvi outras pessoas por conta daquela informação. Não, um amigo não saiu da loja de celular e voltou para seu emprego anterior, numa famosa grande rede, como me informaram. Sabe o que aquela informação causou em mim: uma certa tristeza e ao mesmo tempo, esperança em algo que de fato, nunca aconteceu. Fui na tal loja investigar tal informação, na época. E com isso, passei o boato, sem querer, adiante. Não vou nem mais me aprofundar no assunto, pois eu me senti usado e traído com tal mentira. Sabe o que acontece? Quando for de verdade, não vou acreditar achando ser mentira. Brincadeiras e molecagens, tem horas. Mas neste momento, achei grave demais. Desta vez, vou relevar. Nem deveria. Mas fiquei bem chateado.



terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Meu carnaval, foi com Ferrorama.

No dia exato em que comprei, pela internet, no site da Ponto Frio, o XP-100 - relançamento 2011, 1 ano depois, só para comemorar, compro o relançamento 2015: o XP-300.

Eu fiz uma troca. Iria comprar um celular. Mas com certeza, meu investimento foi mais feliz, pois sei que o Ferrorama junta pessoas.

Como diz o ditado: "Tô mais feliz que pinto no lixo".

Agora, vou lá, "lamber a cria". Quem sabe no carnaval, possa refazer o circuito que montei no início do ano, agora atualizado?

"Estrela", manda mais aí.

Agora tenho 4.

Na loja 2001, de Carpina/PE, só havia chegado 2. Agora, só resta 1. E ainda falei para pedir mais. Nunca imaginei que haviam dois Ferroramas há 3 quarteirões da minha casa.

XP-100 ao fundo do XP-300.

A diferença do 300 para o 200, fica por conta de trecho em círculos. Ou seja, o 200 já está dentro do 300. Mas isso não quer dizer que o próprio 200 seja relançado, dando mais opção para interessados escolher com qual começar sua coleção.

O XP-100, também não precisaria deixar de ser produzido, por conta do XP-300. Só que o trem da tampa do 100, poderia ser substituído, mas mantendo o mesmo layout.



Com a chegada do meu 4º Ferrorama, fiz uma pequena expoferrorama aqui em casa, para enviar fotos para o Grupo Ferrorama, Viva Esta Ferrovia, no Facebook.

Sem mais possuir sua caixa original, o circuito maior na foto ao lado, é o XP-1400, que já o tenho desde agosto de 1984. Ganhei de aniversário de 2 anos. Este já tem mais de 31 anos.

Pelo tempo, lógico que tem peças defeituosas, como trilhos com dentes quebrados e um trilho da rampa da ponte remendada, mas que é muito utilizada. Já os trens, não, salvo se fizer algumas "gambiarras".




 SL-5000: o maior dos Ferroramas no Brasil. Ganhei nos dia das crianças de 1995. Tinha 13 anos.

Foram 10 anos de muita diversão ao lado do XP-1400, até os trens pararem de funcionarem.

A minha última montagem nesta mesma varanda, tinha sido em abril de 2006. Só voltei a montá-lo, no primeiro final de semana de 2016, por conta do XP-100.

Os trens aqui, só estão em posição de foto. Para voltar a funcionarem, só substituindo o motor de ambos.







Tampa original do XP-1400.

Só faltou a caixa do XP-1400, que já não tenho mais.

Panorâmica da montagem de reveillon 2016.

Montagem atualizada no feriadão de carnaval 2016.
Este é o circuito mais recente, que montei neste carnaval de 2016. São os 4 modelos de Ferroramas juntos.

Era isso que sonhava em fazer há anos atrás, quando eu achava que só havia somente 9 modelos: XP-1100 ao 1500 e o SL-2000 ao 5000. Só depois que soube da existência das edições XP-100 ao 600.

No total, são 15 edições, mais um especial temático: o SL-5000 Beto Carreiro.

Quando as pilhas estão novas, a velocidade do trem impressiona.

Para dar uma volta completa neste circuito, a trem faz em 1 minuto e 30 segundos.

E ficou com 3 finais de linhas.

Só faltava eram os outros 3 trens estiverem funcionando. Ou seja, há sim, uma 3ª locomotiva que voltou a funcionar. Só estou corrigindo um defeito num dos orifícios de parafuso da tampa do motor e rompeu-se e não prende mais, fazendo com que ele se abra e as engrenagens ameacem soltar para fora.

Caso dê certo, a locomotiva do XP-1400 pode voltar a circular no circuito, na próxima vez que montar. Vou repetir o da foto ao lado.


1 volta com trem de carga.


TODAS AS FOTOS DESTA POSTAGEM, NÃO ESTÃO AUTORIZADAS PARA SEREM UTILIZADAS EM ANÚNCIOS DE VENDAS.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Resenha: Praia de Porto de Galinhas/PE


Fui com amigos e meus pais, à praia de Porto de Galinhas, na última 5ª-feira de janeiro de 2016.

O banho de mar que precisava para batizar o novo ano, foi realizado.

Muito curioso ver como o local estava lotado num dia de semana: numa 5ª-feira. Imagine no final de semana e no período de carnaval.

Aliás, já estive em Porto de Galinhas, no dia exato de carnaval, em 2011. O banho de mar só ficou mesmo em Maracaípe. Mas agora vou preferir na região onde fiquei, pois o mar é mais calmo. Maracaípe acho mais agitado, o mar. Mas longe dos ambulantes, por obséquio. Prefiro ficar num espaço mais isolado de multidão.



Enquanto estava curtindo meus primeiros minutos dentro d'água, a natureza de presenteou com uma companhia, que infelizmente, não pude registrar por não ter uma máquina fotográfica aquática: fiquei minutos tomando banho com um peixinho.

O que mais me chamou atenção, era que não estava próximo aos arrecifes e das piscinas naturais. Nunca tinha tido uma experiência dessas, apesar que naquela região, é sim, possível, testemunhar essas surpresas.

Bom, ainda bem que foi um peixinho. Vai que fosse um tubarão?! É porque fiquei numa área em que a água pudesse ficar na altura do pescoço, sentido meus pés na areia, além de poder ficar flutuando.

Eu sou o de boné.

Não sei se compro uma GoPro, pelo seu elevado valor, mas uma máquina aquática meio-boca, baratinha, para que possa entrar com ela na água, para fotografar ou filmar. Já tenho outra duas, normais, para fotografar e filmar em terra firme.

A cor do peixinho era preto com linhas amarelas.

Agora, tive que entrar com óculos, senão, não enxergava nada perfeito.

Chegamos cedo. A praia ainda estava vazia de gente. As pessoas começaram a chegar, de monte, aos poucos. Mas encheu, numa 5ª-feira.

Já sei que, final de semana, por lá, nem pensar. Prefiro dia de semana mesmo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Resenha: Porque me desmotivei em fazer educação física

Oh vontade grande de jogar vôlei.

Acho que me encontrei no vôlei. Já tentei jogar futebol: me desencantei. Já experimentei o basquete: percebi que não era a minha. E anos depois, me adaptei melhor no vôlei.

Estava aqui me lembrando de como eu gostava dos dias de recreação, no colégio. Mas não via a hora de chegar aqueles dias em que nós, do Colégio 7 de Setembro, íamos com o uniforme de educação física - ou recreação, como conhecíamos.

Quem estudou no Colégio 7 de Setembro, até então só havia a do Centro, de Fortaleza, no início e no decorrer dos anos da década de 90, deve ter chegado a conhecer um professor chamado Sandi: o tio Sandi. Não sei mais como é a grafia do nome dele, mas Sandy não é. Até pode ser.

No início, achava-o simpático. Era realmente brincalhão. Adorava quando íamos para aquela clássica quadra. Cheguei a curtir o futebol, mas sempre fui "bola-murcha".

Eu acho que me desencantei com o futebol, não no colégio, mas quando ia jogar com meus primos, na casa do meu avô. Talvez ali, possa ter descoberto, sem saber, que o futebol não era a minha praia.

Ok.

Quando tínhamos novas aulas de educação física, troquei o futebol pelo basquete. Mas não jogávamos confrontando adversários. Era mais treinos, como saber quicar a bola e arremessos. Achava isso divertido, e ainda acho.

Mas em 1994, já na sede do Cocó, fui fazer escolinha de basquete. Passado algum tempo, pedi para sair, pois aquilo também não era a minha praia.

Eu deixei de comparecer as aulas. Matava mesmo e como era somente depois da aula - que acabava as 11:10, a partir das 12h, era o basquete. Tinha que aguardar 50 minutos e aquilo já me incomodava, pois queria era logo sair dali.

E quantas vezes, fugi, alegando em casa que "as bolas de basquete estavam furadas". Tanto que a minha mãe chegou a ligar para o colégio, para saber o porque e fui desmascarado.

A aula, que começava as 12h, terminava as 13h. E ainda tinha que atravessar Fortaleza de leste à oeste, para casa, no Antônio Bezerra. Outro ponto que pesava, era esta distância.

E com isso, ao mesmo tempo, o simpático tio Sandi, mudou. Ficou antipático. Nem parecia aquele brincalhão.

Então a única solução foi deixar o basquete e fazer trabalhos sobre esporte, no lugar.

Em 1995, fiquei em recuperação em Educação Física, por nunca comparecer. Achei que foi até a melhor recuperação que fiz, de todas. Até entrei numa academia naquele ano, para ver que me safava, com a natação, mas não teve jeito.

Ao mudar de colégio, em 1996, no General Osório, fiquei fazendo trabalhos sobre educação física.

No ano seguinte, fui para o Batista Santos Dummont. Lá, cheguei a fazer duas modalidades de esportes, normais: vôlei, em 1997 e natação, em 1998. Mas a partir de 1999, voltei aos trabalhos de pesquisas, mesmo ainda não tendo computador para fazer tais pesquisas.

Os horários disponíveis para educação física, no colégio Batista, eram incompatíveis pra mim: sempre pela tarde. E eu, morava lá no Antônio Bezerra. Mudei de colégio, mas não mudei muito a distância de um ponto para o outro. E lá, as aulas terminavam as 12h, tendo dias que chegava até as 13:10.

E no ano de 1999, 2000 e 2001, eu chegava do colégio, só vinha almoçar de verdade, muitas vezes, somente as 16h, porque meus pais estavam trabalhando. O que tive de comer de Nissin Miojo naquela época, é de ter pesadelos.

Tanto que por conta disso, a minha vontade de fazer academias, por influência da novela das 17:30, foi minimizando até perder total interesse.

Mas dos esportes citados, creio que vôlei e natação, são as quem mais me identifiquei. Agora, juntando as duas modalidades numa só, era tudo que eu queria.

Pena que não tenho amigos para juntar-me à eles e jogar partidas de vôlei, como o amigo Toni, tem os seus do basquete.

E outra coisa que até me impossibilita de praticar esportes, é o fato de usar óculos, de alto grau. Sem ele, enxergo tudo desfocado. Aí neste caso, com ele, teria era que prender bem a corrente entre as abas, através da nuca, para que não escorregue da cara, bem como, ter que enfrentar os embaçamentos que ocorrem com o calor.

É o mesmo que cair no mar: se tirar o óculos, qual é a graça, se não enxerga nada?

Não tenho uma piscina disponível, para botar em prática, a minha natação. Mal estou indo a praia, já que tanto Pernambuco, Alagoas e Paraíba, tem praias calmas que dá para usar as piscinas naturais para uma natação básica.

Tenho uma academia "gritando" quase na esquina da minha casa, e era algo que cheguei a cogitar fazer. Até posso fazer. Mas penso é na grana da mensalidade, como me fará falta para outras coisas.

Poderia até pedalar de bicicleta, mas as duas que tenho, estão fora de uso, e há anos, não ando de bike. Vendo Netinho voltar a andar de bicicleta, acabou me incentivando em comprar uma e fazer o mesmo. Além de comprar uma nova, arrumar as outras duas.

E uma bicicleta nova, equivale à 6, 7 ou 8 mensalidades da academia da esquina. Com esta grana, também poderia comprar um aparelho de som, e colocar os meus CD's para dançar: também serve.

Como resultado final, o que me sobrou nisso tudo, foi caminhar aos domingos ou feriados. Mas de qualquer forma, caminho todos os dias. Qualquer coisa que faça na cidade, vou andando.

Não faço corrida, pois quando começo, parece que meus pés ameaçam torcerem.

Por isso que, nos últimos dias, tenho pensado muito nesta questão de o porque deixei de curtir as aulas de educação física no colégio: fiquei desgostoso, desanimei pra burro. Mas com o vôlei e a natação, não.

Eu poderia era ter investido mais nessas duas modalidades, além dos outros interesses meus. Talvez hoje, poderia ser um atleta, já que em ambos os casos, ocorreram em 1997 e 1998, respectivamente.

Hoje, não passo de um mísero bundão, que não faz nem uma coisa, nem outra, nem isso, nem aquilo. Nem nenêm, eu faço.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Resenha em Bonito/PE: Jota Quest




Postagem original no meu Twitter.

Publicação retuitada por Rogério Flausino, do Jota Quest.

Como não fui para o 2° show do Jota Quest, em Itapissuma/PE, por motivos de - já fiquei satisfeito com Bonito - eu fiquei pensando: como a cidade estava completamente diferente com o que vi, há 6 anos atrás, quando Netinho era uma das atrações do mesmo festival da cidade: São Sebastião.

Em 22 de janeiro de 2010, com menos de 1 ano, então, que Netinho tinha feito um pré-carnaval, em trio-elétrico, em 14 de fevereiro de 2009, na mesma cidade de Bonito, o quanto de público era grande, com as atrações deste sábado.

Banda Magníficos, Jota Quest e um tal de Pedrinho da Pegação, eram as atrações já agendadas da noite. Porém, houve uma atração grande, extra, que na verdade, era para esta ter se apresentado na festa, na 5ª-feira, e repôs o show no sábado, 16, como primeira atração: Wesley Safadão.

Na época do Netinho, se comparado com o que vi, a cidade estava vazia. Foi mais tranquilo há 6 anos, e não havia área vip, como vi nesta temporada.

Fui ao pátio de eventos de Bonito, para ver a movimentação. Na entrada, quando avistei que seguranças estavam vistoriando as pessoas, dei meia volta, pois sabia que Jota Quest não iria começar cedo.



Voltando para a pousada, deu para se ouvir o locutor do palco, anunciando a 1ª atração: Wesley Safadão. Em seguida, veio Magníficos e depois Jota Quest e por último, o tal do Pegação.

Cada show, durou 1h:30m, com intervalo de 30 minutos para troca de cenário, no palco.

Da pousada, dava para se ouvir o show. Ouvi quando acabou o Safadão, e quando terminou Magníficos. A partir daí, fui para o pátio. Mal sabia que a atração seguinte, era o Jota Quest.

Deu tempo de chegar e escolher o melhor lugar possível, e até próximo de uma guarita da PM.

Mas o maior momento de tensão foi ao entrar na área de evento, a partir da portaria: enfrentar a multidão. Mas deu certo. Só não ficou mais legal, por conta da área vip. Mas foi tudo beleza.

Se eu soubesse da existência de vendas de ingresso para a área vip, teria comprado e ido ficar por lá. Vi pelas fotos no Facebook do Jota Quest, que em Itapissuma, não houve área vip. Só eu que não estava era afim de ir para a segunda cidade, mas muito afim de ir ao 2° show. Aí rolou um conflito, rsrs.

Pelo menos só vi o show de quem realmente quis ver.



Todos os estabelecimentos de hospedagens da cidade, estavam lotados. Até mesmo na Pousada Casa Grande, onde nos hospedamos em janeiro de 2010, em virtude ao show de Netinho.

Naquela época, havia vagas. Até demais. Desta vez, mal se cabia um carro nas ruas largas. Até as ambulâncias tiveram dificuldades de se locomoverem.

Só que como estávamos lá na pousada, só aguardando a hora de ir para o pátio de eventos, surgiu uma desistência de uma cliente e então, assumimos o posto.

Com mais tranquilidade em saber que iria pernoitar e dormir um pouco após o show, fiquei na sacada desta, ouvindo os outros shows, até então me dirigir ao evento.



Era tanta gente, que não havia um espaço para uma formiga. E eu lá, abrindo caminho para que eu chegasse num ponto mais próximo possível do palco.

Então, fica aqui o meu registro com um dos veículos oficias do Jota Quest, que encontrei estacionado em Camocim de São Félix - o Jota-truck - na minha volta pra casa, hoje pela manhã.

E olhe que sonhava fazer isso, como vejo outros fãs, quando a banda compartilha fotos, quando eles cruzam com os veículos oficiais, tanto com o caminhão como com o ônibus dos mineiros.


A foto acima, postei no Twitter, mencionando Jota Quest e Rogério Flausino, e retuitada por Rogério.

Um compacto do show, em vídeo.

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Se em Bonito, agora nas próximas festas, tiver shows de artistas de quem gosto, vou lá ver. Os mais especiais, como Netinho - quando este estiver estabilizado para voltar aos shows - e Jota Quest, vou ver como faço para ter acesso à área vip.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Começando bem o 2016, com meu Ferrorama

Começando a segunda semana de 2016. E parece que eu ainda estou em 2002.

Bom, não vou mais me amolar sobre meu passado frustrante. Se nada aconteceu de importante, é porque não era para nada de importante acontecer.

Mas está mais que na hora de realmente se mexer. E sinto isso, de fato. Seja com algum curso, para começar, quem sabe, me encorajo num supletivo? Preciso tomar é vergonha na cara e terminar o que está há anos, pendente.

Mas vamos mudar de assunto...

--- OBS: As fotos dos Ferroramas, aqui contidas neste blog, não importa a época da postagem, NÃO ESTÃO AUTORIZADAS para servir de anúncios em sites de classificados, como já encontrei no "Mercado Livre".










Mas enquanto isso não acontece, no primeiro final de semana de 2016, consegui montar por inteiro, meu querido Ferrorama.

Estava sem fazer nada, no feriado, e ao mesmo tempo que queria sair para caminhar, não estava afim de sair de novo, pois já tinha caminhado naquela mesma manhã, mais cedo.

Aproveitei que estava numa linda sexta-feira de sol, e olhei para o meu Ferrorama debaixo da minha cama e... Porque não, montá-lo?

Desde que consegui comprar um exemplar, do relançamento XP-100, eu só montava-o sobre minha cama, pequenos circuitos. Mas queria pegar um final de semana, um feriadão como do ano novo foi ideal, e o deixei por 3 dias. Foi a 1ª vez, depois de quase 10 anos da última vez, que o montei na mesma varanda, só que desta vez, com um trem novo e alguns trilhos a mais.

Fiz o circuito do SL-5000, numa versão ampliada. E poder presenciar aquele trenzinho correndo no circuito, subindo e descendo pontes, entrando e saindo nos desvios,, descarrilando de vez em quando, foi o meu melhor desestressante que pude ter tido naquele final de semana.

Não tem nem comparação com um celular, um tablet, computador e ficar navegando na internet, whatsapp - que nem tenho - do que você brincar de ferroviário.

Se bem que, de emprego normal, eu queria trabalhar como condutor de trens, seja eles de passageiros ou de carga. Servia até de manobrista, kkkk.

Que sensação seria, conduzir um trem de verdade? Quem tem tanto Ferroramas quando os trens de férreo modelismo, e quando eles estão rodando nos trilhos e esquecemos do mundo real, já é hipnotizante, imagine numa cabine de uma locomotiva, passando por cidades, paisagens, onde as pessoas param para admirar o comboio ou simplesmente uma máquina solitária cruzando aquela cancela, passando uma ponte de um enorme rio, parando num estação antiga, etc.

Assim foi o meu começo de ano novo. aos 33 anos, não brincando, mas curtindo um bom hobby.

Prefiro o Ferrorama, ela vantagem de se montar um circuito e deixar dias, podendo mudar tudo, partes delas, e simplesmente, desmontar quando achar que é a hora de guardá-lo.

Só sugiro é não montar para crianças que não sabem ficar sem mexer, além de olhar. Eu não monto o meu, quando minha casa for receber crianças, pois o meu, tenho maior ciúmes. E me arrependo, até hoje, do tratamento que tinha com um deles, quando criança. Eu mesmo, quase o destruí, brincando de que eu era um monstro que chegou para destruir a cidade. Hoje, ele tem sequelas disso.

Só lamento é de não aproveitado a promoção que peguei, para ter comprado 2 exemplares, em 2015. Teria 2 trens na linha. Tenho é que consertar um compartimento de parafusos de uma das minhas Maria-fumaças, pois o plástico quebrou e o parafuso, não fixa, abrindo o compartimento do motor, que ainda funciona. Se não fosse este detalhe, ele teria rodado nos trilhos, na minha última montagem.

No meu Facebook, tem um vídeo - aberto - com duração de 18 minutos, desta última montagem.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2015 >>>> 2016

Anoiteceu...

... Não, desta vez, os sinos não gemeram. Hoje é o dia em que os fogos do mundo, terão sua vez.

Chegamos em mais um dia 31 de dezembro. Desta vez, a do ano de 2015.

Este ano, a família foi marcada por duas perdas: em janeiro, da Tia Franscinha. Em junho, do meu avô materno, aos seus 96 anos.

Amigos também partiram, como o José Bernardes - o eterno Teco - lá de Maceió.

Foi marcada, pessoalmente, por um reencontro com um garoto que já o considero especial, nesta minha passagem por Pernambuco, que acabou passando todo o ano de 2014 em branco por um desencontro. O conheci em 2013 - melhor, nos conhecemos - e em 2016, fará 3 anos. Só espero que não me suma de novo, já que "sumiu" 1 vez.

Mais um ano daquelas minhas sabáticas férias: fechou 14 anos. Já tenho férias acumuladas para quando começar a trabalhar, de fato. Em 35 anos de trabalho, o homem tem 34 férias de 30 dias, o que dará, juntando tudo, 2 anos e 10 meses.

Consegui comprar meu 3° "Ferrorama": o relançamento do XP-100, na edição 2011.

Voltei aos shows de Netinho, depois de um intervalo de 3 anos: só 2 deles, foram por motivo de força maior, pelo fato do seu problema de saúde. Foram 3 noites inesquecíveis no Manhattan Café Teatro, em Recife. Mas Netinho teve que voltar a parar seus shows, mas nada de grandes sustos. Que bom que tudo acabou bem, salvo a sua "tontura" que não é uma tontura em sí, segundo os últimos diagnósticos médicos.

2016, faz 10 anos que viemos morar de vez, em Pernambuco. A intenção seria 5, inicialmente. Mas o flerte que já tinha ocorrido 10 antes, no caso, em 1996, se tornou em amor, e não me vejo voltando para Fortaleza. Só que há algo no ar sobre isso, se manifestando, e não estou curtindo muito.

Espero comprar mais um "Ferrorama". Tomara que acabem essas minha férias sabáticas. Sem fazer nada... melhor, sem ser útil, também estressa e "cabeça vazia é a oficina do diabo", como diz o ditado. Não quero ir embora de Pernambuco, pois não quero perder as amizades conquistadas nesses 10 anos.

Sei que a maioria dos meus parentes, estão em Fortaleza, motivos que fazem com que volte pra lá, para visitá-los e repor minhas energias originais. Este novo ano, fará 3 anos que fui lá pela última vez. Já estou me programando para voltar, até o mês de abril.

Quero o ano cheio de saúde, para mim, meus pais, meus amigos, parentes e ídolos, que ninguém nos deixem no decorrer da nova etapa.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

20 anos do show do "Mamonas Assassinas", no Castelão, em Fortaleza/CE.

Há exatos 20 anos, o estádio Castelão, em Fortaleza, recebia um dos shows mais aguardados de todo o ano de 1995.

Na verdade, eles chegaram "lacrando" em nossas vidas. Um grande fenômeno musical inusitado, daquele ano.

Não fiquei no gramado. Fiquei com meu pai e mais dois conhecidos meus, que me acompanharam, e ficamos acomodados nas cadeiras que ficavam abaixo das arquibancadas.

Afinal, estou me referindo ao estádio Castelão, em 1995. Nem sonhávamos em sediar alguma Copa do Mundo, 14 anos depois.

Para este shows, até comprei um binóculo, e puder ver o Dinho em toda sua performance em "Robocop Gay".

Sim, foi somente um único show dos inesquecíveis "Mamonas Assassinas", em Fortaleza. Posso dizer que sim, fui num show deles.

Será que, se nada daquilo tivesse ocorrido, eles ainda estariam na ativa?

Sim, porque tudo que é novidade, tem um certo gás até um determinado momento.

Deu certo em 1995. Poderiam ter repetido o mesmo sucesso em 1996, 1997, mas será que, caso os anos forem passando, não iríamos cansa-los deles?

Bem provável que sim.

A banda ficou imortal, porque ela infelizmente acabou, literalmente, no auge do sucesso.

Hoje, faz 20 anos daquele show, que estremeceu o estádio Castelão.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Falta de uma boa inspiração.

Nos últimos tempos, tenho escrito bem pouco em meu blog.

Só posto algum texto interessante, quando o mesmo, originalmente escrito em meu Facebook, acho-o interessante e o copio pra cá e virce-versa.

Aliás, se não tenho assunto, para quê criar algo desnecessário?

Mas na boa: ando achando a internet um tanto desinteressante mesmo. É tudo a mesma coisa: ofensas, injúrias, difamações, críticas por todos os lados, para todas as coisas. Nada agrada à ninguém.

Aliás, a toda hora, sempre há um assunto para dissertar. Mas prefiro então, guardar meus pensamentos agora para mim mesmo. Escrevo então, no Word e o deixo arquivado no computador.

Tão bom eram os momentos em que me vinham inspirações e escrevia meus longínquos textos. Só me falta mesmo, é uma boa inspiração.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Atenção, grandes lojas e fábricas de CD, DVD e Blu-ray virgens:



Onde estão suas mídias virgens? Sumiram com eles porque? Por causa dos pen-drives, HD externos ou sites de armazenamentos ou arquivamentos em nuvem?

As mídias ópticas virgens, sumiram das lojas.

O HD do meu computador, está lotando e não tenho mais onde colocar alguns arquivos que preciso gravar num DVD virgem e liberar espaço. Dos 500 GB, só me restam pouco mais de 80GB.

Guardar arquivos, sejam eles: fotos, músicas, vídeos ou várias outras espécies de documentos, em pen-drive, HD externo, armazenar em nuvem ou em sites de arquivamento, é correr o risco em perdê-los.

Acho mais seguro, ter vários CD/DVD's virgens, com meus arquivos e guardá-los em casa, e assim que possível, anexá-los em outras mídias citadas acima, pois se mal manuseadas, o pen-drive e o HD externo, podem queimar.

Se deixar no próprio HD interno do PC, além de enche-lo, situações inesperadas poderão acontecer, como: vírus que danifique a máquina. Por isso que gosto de gravar meus arquivos em DVD's virgens, por achar a mídia mais confiável. Ainda sim, com elas, correm-se os mesmos riscos com acidentes: quebrar, arranhar ou até mesmo, corromper a mídia, como já me aconteceu.

Agora a desculpas das lojas é que as pessoas estão preferindo pen-drive, HD externo ou outras mídias que não seja disco.

Vão fazer uma nova burrada em diminuir as opções de arquivamentos.

Eu comprei um HD externo de 1TB, porque acho que vou precisar fazer uma reformatação no computador, bem como, posso levar meus arquivos completos, para onde for, caso precise em outro computador. Aos poucos, vou copiando meus arquivos. Mas mesmo assim, preferia o DVD virgem, para arquivos mais importantes, como minhas fotos e vídeos pessoais.

Então acho que vou é comprar um HD interno de 2TB, pois estou colocando novos arquivos a toda hora.

Não tem que eliminar uma mídia, por conta de outras opções. Todas devem ser utilizadas em conjunto.

Pen-drive e HD externo são ótimos quebra-galhos. Mas não acho-os confiáveis.

Todo fim de ano, gosto de gravar minhas fotos, para liberar espaço para o ano seguinte. Já não vou poder fazer isso, ano que vem. Ainda tenho alguns discos estocados para usar este ano. Vou deixar guardado no HD externo, se o mesmo ainda tiver espaço suficiente.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

"Totalmente Demais": trilha sonora

"Totalmente Demais", a nova novela das 19h da Globo, só vai estrear no dia 9 de novembro. Mas já foi divulgada a trilha sonora. Isso é um fato inédito: divulgação da trilha sonora, muitos dias antes da novela começar.





01. TOTALMENTE DEMAIS – Anitta (tema de abertura)
02. FALTA DE AR – Céu
03. PASSARINHOS – Emicida participação Vanessa da Mata
04. TRANQUILA – Projota e J. Balvin
05. SERPENTE – Pitty
06. PRA TUDO ACONTECER – Suricato
07. SÓ VOCÊ – Frejat
08. ENCONTRAR-TE – Djavan
09. JURA-ME (JURAME) – Julio Iglesias
10. MUDANDO DE ASSUNTO – Henrique e Juliano
11. FELICIDADE – Seu Jorge
12. A MIL POR HORA – Diogo Nogueira
13. ACREDITAR – Beth Carvalho
14. FOGO E PAIXÃO – Michel Teló
15. TÔ VALENDO QUASE NADA – Banda Porto
16. CONVOCAÇÃO – Koringa

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18:26 - 14/11/2015.

A novela "Totalmente Demais", estreou em 9 de novembro de 2015. A divulgação da trilha sonora, ocorreu na penúltima semana de sua antecessora: "I Love Paraisópolis".

Com isso, fiquei pensando: "Será que esta trilha chegará nas lojas, bem antes do que imagino?"

Se chegou bem antes, não sei. Mas chegou rápido. Tão rápido, que quebrou o meu recorde de compras de trilhas de novelas.

O recorde que tinha, foi com a trilha "O Beijo do Vampiro - nacional", que comprei quando a novela exibiu o capítulo 10. Ou seja: com 1 semana e meia. Foi em 05 de setembro de 2002, nas Lojas Americanas do Shopping Del Paseo, em Fortaleza.

Hoje fui passear no Shopping Recife. E fui conferir os CD's, na Livraria Saraiva. Eis que encontro a trilha nacional de "Totalmente Demais". Não pensei duas vezes: comprei-o logo, só para quebrar este recorde.

E hoje, 14 de novembro de 2015, foi exibido o capítulo 06, isto é: o 1° sábado da 1ª semana de exibição da novela.

Então, "O Beijo do Vampiro - nacional" perde o posto de ter sido a trilha sonora de novela com mais rapidez que comprei, após o início da novela em 26 de agosto de 2002.