quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Prefiro ter "os artistas", como artistas, não como "amigos"

Vou usar as palavras do amigo, Marcelo Mauricio:

"E hoje eu prefiro ter "Os Artistas" apenas na colocação de "Artistas" e não como "Amigos". Perde o encanto sabe?. Tenho testemunhas vivas, rs. Prefiro sonhar que viver essa realidade!"

Pois é, Marcelo. O fã, quando tem uma grande desilusão com seu ídolo, acorda para a vida, daquele sonho. Acordei à tempo, e posso dizer que, foi bom o tempo que durou. Antes que o sonho se torne em pesadelo, me retiro de cena e passo a seguir outros caminhos. Ficam as lembranças dos bons momentos e das frustrações.

A desilusão faz a gente acordar. Só o Tufão que não acorda. E hoje, tive a prova pela manhã que não sinto mais nada, nenhum interesse. Até me surpreendi. Só quem sabe, é quem sente, não pra quem ver.

Há alguns anos atrás, um professor meu, nos tempos de colégio, fez um seguinte comentário: "Fã, jamais deve chegar perto dos seus ídolos". Acho que por experiência própria, já deve ter passado por uma situação constrangedora e desencantou-se.

Depois que tomei esta decisão, me sinto mais leve e livre em não me envolver mais com isso. É como uma droga: você se vicia, e não tem a maior ideia que aquele vício, já começa a fazer mal para sí mesmo.

Então fica assim: é o artista lá, e eu cá... na minha. Mesmo que a vida nos leve há um reencontro, o encanto já não mais existirá.

Por isso, hoje desliguei os celulares e os bate-papos, porque não queria que me envolvessem com a repercursão do programa. Estava alí, pra mim, um artista, não mais, um ídolo.

Há algum tempo, já vinha me preparando para um desligamento. Porém, o vício não me deixava exercer a minha vontade. Mas em março, uma pequena decepção me fez mudar e repensar tudo. Tomei um "balde de chá de realidade", e de lá, comecei a me desligar.

Como falou o pai da Chris Martins, quando a visitei no seu trabalho: "Fanatismo, é doença". E eu sabia disso, e controlei ao máximo possível, o meu fanatismo.

E com isso, tomo a liberdade de realizar as críticas que se fizerem necessárias, mesmo que não concordem. Lógico que não vou sair por aí, esculhambando a pessoa, que algum dia da minha vida, era quem, indiretamente, me fazia companhia, na minha solidão. Seria muito covardia minha, ter feito o que já fiz e xingar a pessoa, por causa de um descontentamento.

O fã realmente não enxerga os defeitos dos ídolos, só quando caem em sí, da cilada onde estão envolvidos.

E a culpa de tudo isso, não é da Nina. É minha mesmo, que alimentei este vício.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Sonhos, como é bom tê-los, melhor realizá-los



O sonho, como é bom tê-los, e como é melhor realizá-los.

O melhor dos sonhos, é calar as bocas dos que nos criticaram, dizendo que o nosso sonho, era um sonho impossível.

Impossível, não é. Pode ser difícil, o que nos dá mais motivação e o que tem um grande valor, seja financeiro ou sentimental.

Só que há sonhos reais e sonhos de fantasia, e temos que ter muito cuidado para não misturarmos um sonho, para a vida toda de um sonho temporário.

O sonho de real, é aquele que nos servirá para toda a nossa vida. Uma casa, um carro, um bom emprego, uma família bem resolvida com saúde e muitas viagens sem destino final.

O sonho de fantasia é aquela idealização por algo, durante um certo período de nossas vidas. Pode durar anos, como podem durar alguns minutos. Mesmo assim, não deixam de ser sonhos. Uma idolatração; uma vontade de comer aquela comida cara; beber aquela bebida rara; uma viagem por curiosidade à algum lugar; uma pessoa bastante especial. Pode ser um amor, um amigo ou até mesmo, um parente íntimo.

Sonhos bem administrados, duram longos anos. Sonhos mal resolvidos, podem se tornar pesadelos.

Então, não tenham medo de sonhar. Sonhem muito, sonhem alto. Sonhem bem, sonhem grande. Mas sonhem, com os pés no chão, e não se iludam em falsos sonhos. E nos sonhos que não te satisfazem mais, saibam qual o melhor momento de se retirar deles.

Nem todos os sonhos, são eternos. Alguns, são bem-vindos, mas não para fazer parte da minha vida inteira.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Dicas de reciclagem: descanso de PVC para notebook.


Você que possue um notebook ou ainda quem terá um, fica uma dica de improvisação: um descanso de notebook, feito com tubos de PVC.

Se você ver tubos que não serão mais aproveitado nas contruções, aproveitem os restos e de perfeito estado e reciclem-os. O tanto de notebooks que existem no Brasil, seria perfeito.

Telefonia Celular

Recebi da "Oi", um seguinte SMS, no meu celular:

"Por determinação da Anatel, caso não queria receber mensagens publicitárias desta prestadora "OI", envie SMS gratuito com a palavra SAIR para 55555. "TIM", o envio é para: 4112".

Pois não pensei duas vezes. Enviei mesmo, e espero ficar livre desses SMS que recebo, sobre publicidade da operadora, achando que estou recebendo alguma mensagem de um conhecido.

A aproveitando a deixa, espero que a TIM, a Claro e a Vivo, também façam o mesmo. Principalmente a TIM, que é campeã em tudo. Como cansa ficar recebendo SMS de algo que não tenho interesse. Quando tiver, procuro.

A Oi vinha em 2º Lugar. Já na Claro, não chego a receber muito não. Na Vivo, não posso me pronunciar sobre ela.



Recentemente, TIM, Claro e Oi, tiveram suas vendas de novos chips bem como novas habilitações, suspensas, por determinação da Anatel.

Já pararam para perceber, que na telefonia, parece que as punições contra as operadoras, são as únicas que funcionam?

Compare com outros setores: Na edução (escolas), há reclamações? Há reclamações nos hospitais (saúde), agora tanto faz ser público ou privado, por questões de atendimento? Há reclamaçoes para o trânsito? Há reclamação contra o desemprego e a fome?

Se há, há. Mas providências, onde estão?

Na telefonia, parece que é o único setor que , aparentemente, o poder público está intervindo. Mas como não intervir, se eles mesmo, utilizam os serviços de telefonia celulares. Quantos grandes empresários, diretores, políticos, e outros "aritstas" de grande porte, já não tiveram problemas com suas prestadoras de serviços, incluindo pessoas que trabalham na própria Anatel.

Como são mais de milhões de celulares habilitados do que pessoas vivas, no Brasil. todos passam pelas mesmas situações de descontentamento dos serviços das operadoras.

Eu não utilizo muito, meus celulares. É muito raro ligar para alguém, até porque, se quiser falar com a pessoa, envio um recado em suas páginas sociais, na internet ou no mínimo, um SMS para o celular.

A TIM, foi bastante criticada pela Anatel, e não entrarei em detalhes sobre o assunto, por ser muito complexo e não ter uma informação mais precisa no assunto. Enquanto uma diz que a operadora "derruba' as ligações, a mesma se defende e desqualifica a análise da Anatel.

Veremos quais serão a verdade dos fatos. Mas que o povo merece respeito e um serviço extremamente qualificado, isso deve ser cumprido.

Pra mim, não adianta portabilidade. Todas possuem falhas.


Reciclagem de carros

Quem viaja muito, já deve ter notado nos postos rodoviários federais, uma pilha de veículos sucateados por batidas ou abandonos, nos pátios.

Mas a quantidade impressiona. São desde carros mais antigos, até os mais novos e de luxo. Incluem-se os caminhões e motocicletas.

De onde moro até Fortaleza, quando viajo, passo por 11 cancelas - 1 delas, já desativada - e vejo, na maioria, uma pilha de carros apreendidos. Alguns aguardando pelos resgates dos seus proprietários por algum tipo de infração, outros que por alguma razão, há processos judiciais, ou acidentados. E este entulho de latas-velhas, enferrujadas e retorcidas, que ficam expostas ao relento, podem reter águas das chuvas, sendo um possível colaborador para o mosquito da dengue.

Mas assistindo ao "Jornal Nacional", vi uma reportagem que um estado da região sul, começou a reciclar aqueles veículos que jamais voltarão a ser reutilizados, simplesmente, reciclando-os. Não é enviado-os para o programa do Luciano Huck, para que ele reforme os carros. É literalmente transformando-os em pó, para virarem matérias primas para várias espécies de materiais, como parafusos, pregos ou até mesmo, para um futuro automóvel.

Vejam só, como é simples. Espero que esta ideia vingue para todo o Brasil, e acabe de vez, com o lixo visual de carros destroçados que temos que ver, entulhados nos pátios das cancelas de polícia rodoviária federal.

Agora, não é bom que o nosso carro, esteja no meio deles. Então, meus caros colegas de direção, porque a grande maioria, não tomam juízo, e façam o é esperado por todo cundutor: respeito e atenção ao volante. Mas parecem que muitos, tiram a carteira, para se exibirem ou sair pelas grandes avenidas, fazendo pegas.

Eu se paguei para me habilitar como motorista, o fiz para me conduzir. Apesar de ser coisa bem rara, dirigir. Mas fico sempre em prontidão, caso surja uma emergência, estarei pronto. Não dirijo igual alguém que já tem um certo costume. Dirijo na minha maneira, com tranquilidade, sem pressa, como iniciante, apesar de já fazer 10 anos de habilitado. Concentração ao volante, em 1º lugar.

Agora, já imaginou, um motorista, que teve um carro, acidentado, apreendido sem volta, ver o seu carro que comprara com tanto suor, com tanto trabalho, virando pó literalmente, indo para uma reciclagem, porque, o condutor não soube respeitar ou cumprir com seus deveres de motorista, caso não tenha sido vítima, perdeu seu veículo, e de repente, compra um conjunto de pregos, derivado da matéria-prima do seu próprio carro? Fica até cômico.

Dei o maior valor para esta iniciativa de reciclar veículos, que estão inutilizados, para reciclagem. Além de limpar os terrenos que viraram depósitos de sucatas, os mesmo serão reaproveitaos para fabricação de muitos outros produtos destintos, sem agredir o meio ambiente, para a extração de minerais, para que esses produtos ganhem formas e cheguem em nossas mãos.

Quantos parafusos, uma lataria de um ônibus bi-articulado, poderia ser transformado.

Vamos ver se os nossos políticos observarão neste assunto.

Meu pai já teve um Fusca, que acabou indo para um ferro-velho. Foi perda total, por causa de um incêndio. E se existisse o interesse da reciclagem, naquela época, como já há hoje, o mesmo, ao invés de ter virado "casa de gato", sua lataria poderia ser qualquer material, em aço. Ao menos, não ficaríamos por longos anos, tendo que, casualmente, ter que passar de frente ao carro, e visualizar a carcaça queimada, na frente daquele ferro-velho.

Reciclar, também é uma questão de saúde. Mas aí, dizer que produtos reciclados, também podem ser 100% de boa qualidade, já não posso afirmar positivamente. Alguns sacos plásticos, bem como cadernos que usam papéis reciclados, deixam à desejar, pela sua fragilidade.

Saibam mais sobre a reciclagem de carros.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Fanatismo dos fanáticos

Fanatismo (do francês "fanatisme") é o estado psicológico de fervor excessivo, irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, historicamente associado a motivações de natureza religiosa ou política. É extremamente freqüente em paranóides, cuja apaixonada adesão a uma causa pode avizinhar-se do delírio.

Em Psicologia, os fanáticos são descritos como indivíduos dotados das seguintes características:

    1. Agressividade excessiva ;
    2. Preconceitos váriados;
    3. Estreiteza mental;
    4. Extrema credulidade quanto há um determinado "sistema"
    5. Ódio;
    6. Sistema subjetivo de valores;
    7. Intenso individualismo;
    8. Demóra excessivamente prolongada em determinada situação/circunstância.

O apego e cultivo, mesmo quando desmesurado, por determinados gostos e práticas (como costuma ocorrer com colecionadores de selos, revistas, etc) não configura, necessariamente, fanatismo. Para tanto, faz-se preciso que a conduta da pessoa seja marcada pelo radicalismo e por absoluta intolerância para com todos os que não compartilhem suas predileções.

De um modo geral, o fanático tem uma visão-de-mundo maniqueísta, cultivando a dicotomia bem/mal, onde o mal reside naquilo e naqueles que contrariam seu modo de pensar, levando-o a adotar condutas irracionais e agressivas que podem, inclusive, chegar a extremos perigosos, como o recurso à violência para impor seu ponto de vista.

Tradicionalmente, o fanatismo aparece associado a temas de natureza religiosa ou política, porém, mais recentemente, ele se tem mostrado também em outros cenários, como os das torcidas de futebol e ídolos da música.

[FONTE: Wikpédia]


Um dia, exerci o fanatismo, e por ser tão fanático por um ídolo da música, não aceitava ouvir críticas para ele, e não criticáva-o, pois para mim, tudo dele era perfeito.

Este blog tem todas as pistas. Alguns ítens, já até deletados, pois não divulgo mais sua agenda nem seus produtos.

É bom ser fã. Mas que seja com uma certa moderação e uma certa distância. Fanatismo, é doença. E só percebe, quem se cura.

Experiência Phantamasgórica



Fantasmas e espíritos, não existem. São fantasias de nossas mentes, que acostumadas as histórias de terror e contos de Jesus Cristo, que acabam criando imagens e projetando silhuetas, vultos, porque naquele momento, o medo da pessoa está focalizado em não querer ver um fantasma.

Mas bem que em julho de 2003, tive uma experiência assustadora, quando morava na Pajuçara, em Maracanaú.

Tinha ido tomar banho. Era noite. Assim que botei o pé na porta da cozinha, que saia para a piscina, vi um vulto saindo debaixo do chuveirão e se escondendo atrás de um coqueiro. Dei uma leve travada. Estava sozinho.

Me deu vontade de sair gritando e correndo. Mas só fiz focalizar para frente, sem olhar para os lados e fui caminhando, quieto, e pensando: "Só foi minha imaginação".

Cheguei próximo de um quartinho, que dava acesso à cozinha no nosso ponto comercial que tínhamos. Escutei um estalo. E olhe que já estava assustado do vulto que tinha visto minutos antes. Já foi o 2º susto, em segundos.

Passado para o lado do ponto comercial, caminhava pela cozinha, quando uma garrafa com água, deu um estalão... Meu filho, foi sebo nas canelas, pois já era o 3º susto em 1 minuto.

Ainda bem que o ponto estava fechado para expediente. Deveriam ter sido umas 20:30 ou 21h. Minha mãe conversava com uma vizinha, enquanto me aguardava para subir, e contei os acontecidos de minutos atrás.



Quando ocorreu isso, fazia poucos dias que tinha testemunhado um acidente fatal de um motoqueiro, que caiu da moto e veio em direção aos meus pés. Foi um susto e um medo muito grande. O corpo do cara ficou debaixo da janela do meu quarto, por 3h, daquela noite de domingo, dia 6 de julho de 2003.

Passei 1 mês, sem dormir sozinho no meu quarto, mesmo aos meus quase 21 anos de idade. Fiquei com receio de ver a imagem do homem, projetada na janela. Por alguns dias, não consegui dormir direito, pois quando fechaava os olhos, via aquela cena trágica, da moto se arrastando em minha direção, e o corpo do motoqueiro se debatendo.

Ele caiu de cabeça no chão, e por azar, teve o capacete arremessado, antes dele cair, para o lado da pista, enquanto a moto veio para o lado da calçada. E no momento, não tinha ninguém, nem nas calçadas, muito menos, nenhum carro passava. Em 1 minuto, a "urubuzada" estava em peso. Teve até imprensa para registrar o ocorrido, e muitas pessoas dando entrevistas com informaçãoes falsas, enquanto eu, a testemunha, ocular, saberia melhor explicar.



Talvez, isso, pode ter sido a causa que me fez ter visto o tal vulto. ainda estava assustado e emocionalmente muito sensível.

Estava tão sensível, que 2 dias depois do acidente, tive um sonho com o motoqueiro que vi morrer na minha frente.

Me lembro que não estava dormindo 100%, pois eu via os móveis e alguém na minha frente, me falando que estava tudo em paz.

Era sim, o motoqueiro, pois a roupa, era a mesma que estava usando no dia de sua morte.

Ele me tranquilizava, que onde ele estava, já estava tudo bem e me pediu para não ficar mais preocupado e que eu poderia ficar em paz.

Depois que ele se desmaterializou, realmente, senti uma paz naquele momento, e consegui dormir.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Surpresas em sonho.

Sonhei com 2 pessoas, que hoje são indesejadas, e acordei de uma forma, que sentei na cama e me atrapalhei todo até pra ligar a TV. Ao menos, este sonho, me serviu como despertador.

Fui surpreendido, neste sonho, por uma casal.

Só me lembro dos seguintes trechos:

Possívelmente, estávamos realizando um visita à algum conhecido de minha mãe, num bairro onde só havia mansões. Enquanto isso, meu pai e eu, fomos caminhar pelas redondezas.

No caso, no sonho, nós já voltávamos da caminhada. Ao cruzar uma avenida, no cruzamento, tomo um primeiro susto: avisto o cantor Belo, com aquele cabelo de guaxinim, louro por cima e preto nos lados, não distribuindo autógrafos no sinal, mas distribuindo água, como forma de um processo judicial que recebera, e que teria que se submeter há "x" horas de trabalho comunitário, se não quisesse ir para a prisão.Mas, isso é só neste meu sonho.

Ao ver a cena curiosa, queria registrar uma fotografia, mas não deu muito certo: me atrapalhei todinho para tirar a máquina do bolso da calça, como as pilhas estavam fracas. Deixei para lá.

Parece que eu ainda iria ao colégio, pois estava uniformizado de Colégio Batista. Não ficou claro que usava para ir ao colégio ou se usava a antiga farda, aquela do ano 2000, por usar, como um hobby.

Mas durante o final da caminhada, tirei o sapato e as meias, pois já não aguentava mais nos pés, e fiquei caminhando descalço, para meu alívio, até chegarmos na casa onde minha mãe estava visitando. Não era casa de parente, mas de amigos.

Na verdade, era uma mansão com duas casas: a outra, possívelmente era parente desta pessoa à quem visitávamos.

Só que ao entrar, para beber uma água, e contar o que tinha visto no sinal próximo dalí, me deparo saíndo, o casal. Pense numa surpresa desagradável que tive. Mas mantive a minha pose, porém, com aquele incomodo de revê-los. Como não tenho mesmo mais contato com ambos, aos poucos, voltava o normal, e fazia de conta que nem os conheciam.

Mas alegria de pobre, dura pouco. Esqueci até de comentar que tinha visto o cantor Belo, distribuindo água no sinal.

Fui ao carro, para calçar o sapato. E vejo o rapaz escorado no meu carro. Talvez ele nem sabia, no sonho, desta novidade.

E como todos nós já estávamos indo embora, a amiga da minha mãe, que também era amiga do casal, sem sabermos, pediu um favor para nós: que dessemos carona para a dupla.

Não poderíamos negar, pois minha mãe poderia perder uma cliente certeza, por causa de uma intriga por ciúmes bobos da fulana, que acabou com uma amizade.

Meu pai, aceitou sem problemas. Minha mãe, ficou desconcertada, mas cedeu os lugares no carro. Mas eu, fiquei com aquela cara de que fez coisa errada e ainda foi flagrado, sem poder fugir da situação. Afinal, ambos iam ao meu lado.

Sim, claro que no sonho estava tão atrapalhado, que só olhava para baixo. Só levanto a cabeça, quando percebo que meu pai sai com o carro, e esquece da minha mãe, achando que ela iria ficar e que a viéssemos buscá-la mais tarde. Aí eu grito pra meu pai:

- Volta, que tu esqueceu da "mami".

No carro, eu tentava ao máximo, ficar mais afastado do rapaz, pois ele tem uma estrutura grande e forte. Mas era meo impossível que não ficássemos encostando as pernas.

E fomos pela ruas, em direção ao local onde eles ficariam, pois por coincidência, nós iríamos para o mesmo local.

Sei que acordei de uma forma, como se estivesse tetando sair de um pesadelo. Não era um pesadelo, em sí. Mas a presença do casal, num sonho meu, me causou um certo incomodo, que só percebi que estava acordado, quando me sentei na cama. Peguei o celular para saber que horas eram: faltavam 2 minutos para despertar. Peguei o controle remoto da TV e Sky, e ainda me atrapalhei todo, por causa de um sonho.

Uma coisa neste sonho, me chamou atenção: Será que mesmo não tendo mais contato com ambos, ainda tenho alguma coisa que me chame atenção com o rapaz?

A reação que tive, deixou bem claro que ainda guardo alguma coisa possitiva, porém agora sem volta. Mas, será que uma situação real, similar ao do sonho, teria a mesma reação?

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

1º de agosto: Volta as aulas e dos congestionamentos

Em muitas cidades do Brasil, hoje é o 1º dia de aula, para o segundo semestre, em boa parte das escolas. Qual o adulto de hoje, que nunca passou por isso?

Mas com a volta as aulas, também volta um grande problema nas ruas: o congestionamentos.

Não tem outra: sempre em períodos de aulas, as ruas ficam mais complicadas que já são, e só desafogam, em preíodos de férias escolares.

Foi o que percebi, ao andar por Fortaleza, este ano, nas duas viagens que fiz.

Em março, notava pela janela do apartamento da minha tia, um grande engarrafamento na rua, durante aquele horário matinal de pico. Mas em julho, o mesmo problema continuava, porém, o congestionamento começava mais tarde e encerrava mais cedo, muito contrário em março.

Acontece o seguinte: uma grande quantidade de alunos, estudam no horário da manhã, até porque, fica mais viável dos pais levá-los ao colégio e de lá, seguir para o trabalho.

Como será que foi hoje, nas grandes cidades? É reclamação para todos os lados.

Antigamente, tudo era mais organizado, pois carros, eram melhores distribuídos. Hoje, as pessoas conseguem comprar um carro, e deixam o transporte coletivo de lado. E um dos motivos, são a falta de segurança, os atrasos, e principalmente, nos pe´riodos de greves.

As cidades de hoje, já não suportam mais esta saturação que se tornou as nossas ruas. As pessoas agora, tem que sair umas 2h antes do início das aulas.

Com certeza, se ainda fosse um estudante, de um colégio normal, e morasse do outro lado da cidade, eu teria pedido transferência, por já está estafado de longas distâncias.

Hoje em dia, não recomendo morar no Antônio Bezerra e estudar próximo ao Parque do Cocó ou lá pela Washington Soares. Se eu, há mais de 10 anos atrás, vivia assim, hoje já não toleraria, nem colocaria meus filhos. É muita pressão, que até pode afetar pscologicamente a pessoa. É muito esgotante, todos os dias, realizar os mesmos percursos.

Enquanto notava aquela mudança, entre o trânsito nas férias e em períodos escolares, ficava imaginando se as escolas fossem retiradas de onde estão e transferidas para um local mais afastados dos principais bairros, porém num bairro progetado específicamente para receber escolas, poderia amenizar o trânsito em algumas regiões.

É como no caso das indústrias. Hoje em dia, as grandes, são construidas em locais mais afastados, e algumas, já começam a mudar de endereço.

Um exemplo: a antiga Finobrasa, lá em Fortaleza, que depois pertenceu a Vincunha, era uma grande indústria, que ficava bem afastada do centro e de algumas residências. Com o passar dos anos, muitas construções surgiram ao redor dela. E atualmente, a fábrica já não existe mais. Não porque faliu, mas o local já não dava mais para ficar alí, e o ponto foi "fechado". O terreno é bastante grande e até pode se construir um bairro novo, dentro. Mas parece que será um shopping center.

Voltando ao assunto, quando se falam em Faculdades ou Universidades, em algumas cidades, possuem campus universitários, instalados em lugares bem específicos, e que nada atrapalham o trânsito das cidades, como as escolas espalhadas.

Um exemplo: o Colégio Batista Santos Dummont, já não tem condições de ficar onde sempre esteve. É praticamente, um ponto isolado de outras escolas. E há muitas escolas assim, que ficam em pontos críticos, como é também o caso do Christus, próximo ao Via Expressa, aquele mesmo, o da polêmica do ENEM 2011.

Gente, instalaram um Arí de Sá, na AV. Duque de Caxias, não sei porque. Nada contra, mas deveria ter, antes de autorizado tudo, avaliado as condições de trânsito, no local.

Na minha opinião, essas escolas deveriam sair de onde estão e irem para mais próximo de um campus universitário.

Já no Colégio 7 de Setembro, do Centro, por conter outros colégios nas proximidades, ao redor, aí sim, as residências que por lá existem, deveriam dar lugar à certos colégios e hoje, como falei, se situam em pontos críticos, que podem travar o trânsito nos desembarques e embarques de alunos.

Aqui em Recife, existem Colégios, que ficam nestas situações críticas. É inevitável não cair num congestionamento.

Em resumo, colégios deveriam ganhar um bairro planejando ou progetado, em pontos específicos nas grandes capitais, para recebê-los, longe do centro dos bairros mais populosos. Na Aldeota, seriam todos concentrados próximo ao Colégio Geo Dunas ou nas proximidades da Unifor..

Acho que fazendo isso, poderiam amenizar um pouco, o caos no trânsito, nas principais vias mais movimentadas.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Quanto mais BRUNO melhor...



KKKKK.... Porém a Coca-cola se equivocou-se: não consumo a versão "zero", por conter em sua fórmula, a substância autamente cancerígena, que muitos que gostam de um regime, não tem conhecimento: o aspartame. Comprovado científicamente.

Mas obrigado à Coca-cola por elevar o meu ego... KKKKKKKKKKKKKKKK

Porém Coca-cola ZERO, prefiro a gorda.

Assim me sinto a última latinha de Coca-Cola ZERO do mundo.

[Fonte]: Mundo do Marketing.


Seu Ezequiel, de "Barriga de Aluguel"

Alguém se lembra do personagem Ezequiel (Leonardo Villar), o pai de Clara (Cláudia Abreu), na novela "Barriga de Aluguel"?

Desde a época original da novela, eu nunca gostei no Seu Ezequiel, por achá-lo chato demais. Mas em 1991, ainda era muito criança para entender a gravidade mental de uma pessoa que é evangélica.

Como a novela está sendo reprisada no Canal Viva, estou podendo rever o personagem, e notar que o evangélico, é chato mesmo, se achando o dono da razão, por achar que ele, por se sentir um servo de Deus, pode manipular a vida de outras pessoas.

Recentemente, Ezequiel descobriu que a filha, Clara, na verdade, era dançarina de uma boate noturna. E como ela não tinha com quem deixar o seu filho, acabou levando-o ao "Café Copacabana" e enquanto Clara se apresentava no palco, seu filho ficava no camarim. Foi um escãndalo quando o pai dela a viu dançando para um monte de pecadores.

Seu Ezequiel, é daqueles fanáticos evangélicos, que vive com a bíblia nas mãos, frequenta igreja, cita muito o nome de um tal de Jeová, além de sempre ficar exaltando a palavra. Um ser intolerante, conservador, seguidor do politicamente correto, seguindo as instruções que a tal bíblia diz.

O ator fez brilhantemente o personagem, a ponto de passar uma certa íra ao telespectador.

Há colocações do personagem, que até concordo. Mas o comportamento de um evangélico, isso não. Sempre os acho muito entrões. E é o que vejo aqui em Pernambuco. Aqui levam religião muito à sério. É muito diferente da manifestação em partes que conheço, do Ceará.

Nem sempre, ser um seguidor do que é policitamente correto, é saudável. Viver sempre fazendo o que é certo, o correto, sem ao menos, ousar em fazer o diferente, o incorreto, o oposto, conhecer o novo, provar a verdadeira liberdade, é provar de sua própria incapacidade de inovar, de se reciclar, de repensar em como a vida pode ser muito diferente, se a pessoa seguir o próprio coração, livre de um determinado fanatismo religioso.

Seu Ezequiel rejeitou sua filha, quando ela, depois que deu a luz, perdeu sangue, passou por uma transfusão, não autorizada por ele, que o deixou escandalizado, afirmando que, transfusão de sangue, era pecado, coisa do demônio, e que preferia era mesmo, ver sua filha morta, pois era a vontade de Deus.

Não sei se na novela, a questão foi aumentada. Não sei se na vida real, realmente, esta passagem, existiu ou se realmente está na bíblia, que que realizar transfusão de sangue, é pecado.

Este personagem, é um exemplo que tiro, de como acho que um evangélico se comporta em sociedade. Eu mesmo, já testemunhei fatos que mais combinavam em uma novela, mas era verdade, e ocorrido numa comemoração religiosa.

Se hoje afirmo, que não curto, não gosto, que não quero saber de religião, tenho os meus e uns bons motivos para não me envolver com isso, e perder meu tempo.

sábado, 28 de julho de 2012

A Van Besta

Para um bom entendedor, sabem muito bem o que é uma Van: um veículo utilitário, que parece um pequeno micro-ônibus de no máximo 16 lugares, que é muito utilizado em transportes turístico, escolar, alternativo ou em grandes eventos musicais e em set's de gravações de cinemas e novelas.

O termo Van, teve origem da palavra em inglês "Caravan" - que é também um nome de um modelo de carro da rede Chevrolet - que originalmente designava-se às carruagens cobertas de tecidos no período do Velho Oeste [Fonte Wikpédia], mas que atualmente é designado aos veículos como Topics, Towners, Sprints, Kombis, Bestas, dentre outros veículos similares de muitas marcas espalhadas pelo planeta.

Resolvi comentar sobre este tema, pois li no Facebook de um conhecido, que ele não aceita o termo Besta para uma Van. Ou seja, inverteu as coisas.

Existem sim, uma van de nome "Besta", da marca Kia, e algum tempo atrás, pelo menos, lá no Ceará, nós utilizávamos o termo, como referência à este tipo de veículo. Era muito raro utilizarmos a denominação "van". E por muito tempo, nós chamávamos as vans de "besta", indepednente do modelo.

Depois, com o surgimento dos transportes alternativos, já chamávamos de "topics", independente do modelo que se era usado. Até mesmo, um simples micro-ônibus, era "topic", numa forma geral, como referência. Até "Kombis", que é a van pioneira no Brasil, acabou sendo apelidada com o nome do concorrente da Wolkswagen.

Portanto, se chamarem uma "van" de: Besta, Topic, Sprinter, Kombi, etc., será tudo a mesma coisa, mesmo lhes dando o nome errado para um veículo errado. "Van", é como esses modelos de veículos são conhecidos no país.

Kia Besta
Uma "Besta" será sempre uma van. Porém "van", não é o nome correto do veículo. E não está errado se alguém falar: "Vou pegar uma "besta"".

Errado é alguém ignorar que exista um veículo, "VAN", realmente chamado "Besta", e depois que alguém o alerta que a forma que ele tenha criticado, não está errada, ao invés de aprender, se faz de desentendido. Se você não conhece bem carros, o melhor é não comentar o assunto que não tenha conhecimento, e chamar "Chevete" de "Fusca".

Alguns vários modelos de vans:

Wolkswagen Kombi.

Renault Kangoo.

Mercedes-Benz Sprinter.

Conheçam mais sobre os vários modelos de vans. Na internet existe como pesquisá-los.

"Prefiro chorar com um reencontro, do quê chorar com uma despedida".

"Prefiro chorar com um reencontro, do quê chorar com uma despedida".

Nos últimos meses, uma amiga veio com seu filho, passar uma temporada visitando a sua cidade natal, bem como, sua família. Eles vieram no início de março. Mas nesta madruagda, 28 de julho, quase 5 meses, ambos tiveram que voltar para o interior de São Paulo.

O bebê, quando chegou, estava preste a completar 5 meses de vida. Vai me deixar boas lembranças, pois quando sua mãe o trazia aqui em casa, colocava-o sobre minha cama. E quando ele avistava o espelho da cabeceira, largava tudo que havia nas mãos, e ia brincar com o espelho, pois ele reconhecia as pessoas refletidas, e começava a rir. Se entertia muito mais com o espelho. Agora não sei quando o irei revê-lo.

Durante a estadia desta amiga, seu marido veio passar suas férias, somente em junho. Passou um mês e voltou dias antes que a esposa e o filho. Já há um convite para visitá-los, ano que vem.

No dia em que eles chegaram, já estava tudo combinado com minha mãe. Já a mãe dela, achava que a sua chegada, estava programada para a madruagda do dia seguinte ao que eles chegaram. Tanto que até queria ir recepcioná-la no aeroporto, mas foi surpreendida em sua casa, no dia antes.

Testemunhei e filmei o momento em que a mãe abre a porta, de madrugada e sonolenta, pelo avançado das horas, depara-se com sua filha e neto. Emoção da surpresa, foi inevitável. Afinal, estava era tudo programado para o dia seguinte.

Resumo da ópera: Melhor chorar com uma surpresa de chegada, do quê com uma partida.

Por isso que no dia de irem embora, preferi não ir deixá-los no aeroporto. Cedi o meu lugar ao padastro da minha amiga, por este momento, ser algo mais familiar. E outra: não gosto de despedidas de pessoas queridas.

Por fim, ficam-se as lembranças desta temporada, mas o dia de ir embora, chega.

Só quem foi morar num outro estado, longe da família, começa a entender melhor o que é sentir saudades, a falta da presença daquelas pessoas.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Campanhas políticas e sua poluição visual, sonora e ambiental.

Desde o começo de julho, quando foi liberado as campanhas políticas nas ruas do país, o que a gente já se vê, são aqueles desfiles de bandeiras, distribuições de santinhos, carros plotados, carreatas e carros de sons tocando musicas parodiadas para o candidato. Ou seja: o que vemos, é um aumento de poluição visual, sonora, etc...

Poluição visual, pois por onde se olha, há um grupo de pessoas agiantado bandeiras, distribuindo folhetos com a imagem do candidato, que por sua vez, acaba se tornando lixo, poluindo assim o meio ambiente.

Poluição sonora, por durante o dia inteiro, nos empurrarem aquelas músicas de sucesso nacional, parodiadas nas campanhas políticas, onde ninguém sabe se estão dentro da média recomendada de decibéis, pois em cada carro de som que passa, temos que proteger nossos ouvidos, de tão altos estão os sons de campanhas.

Incomodo público: Enquanto estava em Fortaleza, houve um domingo que acabei indo visitar o Mercado São Sebastião. De repente, surge uma passeata de um jovem candidato e outros políticos, cumprimentando os eleitores. Eu me senti constrangido, não vou mentir, mas mesmo assim, nem votarei neles, pois já não voto no Ceará.

Em agosto, começará as campanhas em rádio e televisão, onde o ápice desta poluição política nos incomodará por algumas semanas. Mas nada que um controle remoto nas mãos e um clique nos "desliga", que não dê jeito.

Agora, é tudo um "oba, oba", um "vote em mim...", mas depois, todos somem.

Vamos então, aguardar o dia 7 de outubro...

Encontro com Fátima Bernardes = 1 mês

Logo que estreou o programa novo, de Fátima Bernardes, fiz um comentário analisando o programa. Por ser um programa novo, de uma conhecida apresentadora de uma grande telejornal noturno, foi estranho vê-la numa nova proposta de programação, e no horário matinal. Muitos foram as críticas e até muitas piadinhas de gosto duvidoso nas redes sociais.

Lógico que para o público, isso foi um certo choque, pois o programa estrou num período que muitas crianças entravam de férias, e ao invés de ligar a TV para ver desenhos, deparam-se com um programa de discussões do cotidiano.

Mas agora, sinto que realmente, depois de um mês, e seus devidos ajustes, o matinal começa a, pelo menos, me prender atenção. Tanto que tem dias, que nem percebo quando chega ao final, de tão interessante estava a discursão daquele tema.

Outro fator que podemos observar, é a desconstrução de uma Fátima Bernardes, que antes, apresentava um programa sério, com notícias nem tantos agradáveis, agora com uma forma mais descontraía, mais à vontade, chegando num ponto até de ir dançar o hit "Eu quero tchu / Eu quero tcha...", da dupla João Lucas e Marcelo, tema da novela "Avenida Brasil".

Eu gosto sim, da proposta do programa da Fátima.